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quarta-feira, 23 de novembro de 2022

ROMILDO BARBER SHOP - MUNICÍPIO DE BENTO FERNANDES - RN

Em novembro de 2021, Zezé e eu (Joni), diretores do Instituto Plural, decidimos ir à Mossoró, onde a nossa entidade tem uma filial. Fizemos reuniões com nossos parceiros da iniciativa privada, com executivos da Prefeitura Municipal (responsáveis pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania) e fomos conhecer a nossa sede em terra potiguar.
Cumprido os compromissos, hora de voltar para casa!
Alugamos um carro e decidimos pegar uma via alternativa até NATAL, de onde voltaríamos para casa.
Ao passarmos por BENTO FERNANDES, município com 5 mil habitantes, distante 90 km da capital, avistamos uma casa com letreiros fazendo propaganda de ROMILDO BARBEIRO. Brinquei que iria cortar o cabelo ali e andamos alguns metros ... até decidir fazer isto. Demos a volta com o carro e batemos na residência-local de trabalho do barbeiro potiguar. Chamei e me apareceu, na janela, um jovem. Perguntei sobre o serviço e o custo: 10 reais. Como ele não tinha troco para R$50,00, fiquei de ver se seria possível    









 

domingo, 11 de setembro de 2022

INSTITUTO PLURAL/PATO BRANCO-PR APOIA MAIS UMA ATIVIDADE ARTÍSTICA/CULTURAL: HIP HOP!









O objetivo do evento JOARTE BATTLE é resgatar a essência e raiz da cultura Hip Hop e que englobam 4 elementos: BBOY, BGIRL, MC, DJ e GRAFITE.

O evento é uma forma de homenagear a artista Joana Corona que nos deixou há algum tempo: por isto o nome JOARTE BATTLE.

O evento está programado para ser realizado nos dias 10 e 11 de setembro de 2022, no CEU DAS ARTES E DO ESPORTE DE PATO BRANCO.

As batalhas serão premiadas e quem quiser participar pode se inscrever na hora nas modalidades breaking 2x2 , MC 1x1, e ALL Style. 

Haverá premiações em dinheiro, troféus e brindes.

Um dos organizadores do evento é o ADRIANO CHAGAS, que conta conta um equipe dedicada: Jaqueline Novaes, Flávio Queiroz, Cledson Luiz Rodrigues, Carol Novaes , Eduardo Marques Araújo, Marlon Silva. 

À Sra. Líbera Raquel Dalmolin de Mello os nossos agrdecimentos pela brilhante assessoria! 

INSTITUTOPLURAL e SÓBAURU CAPITALIZAÇÃO APOIANDO COMUNIDADES BAURUENSES!


 
Dois projetos conduzidos pelo FUNDO SOCIAL DE SOLIDARIEDADE, do município de Bauru-SP, tiveram ótimos cafés da manhã: o Instituto Plural e a SóBauru Capitalização deram um efetivo apoio. 
Fica aqui registrado o empenho da Sra. Damaris Pavan e sua equipe para esta realização de sucesso. 
Criançada feliz e bem alimentada e cuidada!


 

sexta-feira, 9 de setembro de 2022

INSTITUTO PLURAL, SÓBAURU CAPITALIZAÇÃO e o FUNDO SOCIAL DE SOLIDARIEDADE FAZENDO A DIFERENÇA!






Cumprindo seus compromissos sociais e os estabelecidos pela parceria com a SÓBAURU CAPITALIZAÇÃO e seu dirigente máximo, Sr. LUCIANO RICARDO MARQUES, o INSTITUTO PLURAL contatou o FUNDO SOCIAL DE SOLIDARIEDADE, por meio da Secretária DAMARIS PAVAN e foi plenamente atendido.

Ela, rápida e competentemente, analisou a situação e preparou dois atendimentos às comunidades carentes bauruenses: PROJETO SAMUEL e PROJETO DUNAMYS.

A sensibilidade do empresário LUCIANO RICARDO MARQUES facilitou enormemente o trabalho de todos e aqui registramos o nosso agradecimento.

Com certeza, outras atividades semelhantes serão desenvolvidas!




sábado, 3 de setembro de 2022

INSTITUTO PLURAL e o CHÁ BENEFICENTE da AFAPAB - Prestigie!

 


O INSTITUTO PLURAL tem, em BAURU-SP, uma filial e uma parceria com uma entidade conceituada, atuante, com atendimentos de extrema importância para a comunidade: AFAPAB - ASSOCIAÇÃO DOS FAMILIARES, AMIGOS E PAIS DOS AUTISTAS DE BAURU. 
Solicitamos ao amigos que prestigiem o dela TRADICIONAL CHÁ BENEFICENTE que será realizado no dia 10 de setembro próximo. 
Compareça e saiba mais sobre os programas em andamento e sobre os planos de expansão da AFAPAB!

quarta-feira, 31 de agosto de 2022

EXERCÍCIOS FÍSICOS: COMO GANHAR MÚSCULOS!!

 Fazer exercícios todo dia é mais importante que malhar muito cada dia

Redação do Diário da Saúde

Como ganhar músculos? Frequência dos exercícios é mais importante que intensidade
"As pessoas pensam que precisam fazer uma longa sessão de treinamento de resistência na academia, mas esse não é o caso," disse o professor Ken Nosaka.
[Imagem: Edith Cowan University]

Como ganhar músculos

Sabendo agora que é necessário escolher a melhor hora do dia para se exercitar, é melhor me exercitar um pouco todos os dias ou me exercitar por mais tempo uma vez por semana?

A pesquisa mais recente indica que um pouco de atividade diária pode ser a abordagem mais benéfica, pelo menos para a força muscular.

E, felizmente, também indica que você não precisa forçar muito todos os dias no treino.

O experimento envolveu um treinamento de quatro semanas, aplicado a três grupos de participantes dedicando diferentes tempos a um exercício de resistência dos braços visando aumento da força muscular e espessura muscular.

O exercício se chama "contração excêntrica voluntárias máxima do bíceps", e foi realizado em uma máquina que mede a força muscular em cada contração muscular - uma contração excêntrica é quando o músculo está se alongando, como abaixar um haltere pesado em uma rosca direta.

Exercitar pouco, mas sempre

Dois grupos realizaram 30 contrações por semana, com um grupo fazendo seis contrações por dia durante cinco dias por semana (grupo 6x5), enquanto o outro espremeu todas as 30 contrações em um único dia, uma vez por semana (grupo 30x1). Outro grupo realizou apenas seis contrações um dia por semana.

Após quatro semanas, o grupo que fez seis contrações uma vez por semana não apresentou alterações na força e nem na espessura muscular.

O grupo que fez 30 contrações em um único dia não apresentou nenhum aumento na força muscular, embora a espessura muscular (um indicador de aumento no tamanho do músculo) tenha aumentado 5,8%.

Contudo, o grupo 6x5 apresentou aumentos significativos na força muscular - mais de 10% nas quatro semanas - com um aumento na espessura muscular semelhante ao do grupo 30x1.

É importante ressaltar que o aumento da força muscular do grupo 6x5 foi semelhante ao de um estudo anterior, no qual os voluntários realizaram apenas uma contração excêntrica máxima de três segundos por dia (durante cinco dias por semana na mesma sequência de quatro semanas).

"As pessoas pensam que precisam fazer uma longa sessão de treinamento de resistência na academia, mas esse não é o caso. Abaixar um haltere pesado lentamente uma ou seis vezes por dia é o bastante," disse o professor Ken Nosaka, que fez o estudo com seus colegas das universidades de Niigata e Nishi Kyushu (Japão).

Checagem com artigo científico:

Artigo: Greater effects by performing a small number of eccentric contractions daily than a larger number of them once a week
Autores: Riku Yoshida, Shigeru Sato, Kazuki Kasahara, Yuta Murakami, Fu Murakoshi, Kodai Aizawa, Ryoma Koizumi, Kazunori Nosaka, Masatoshi Nakamura
Publicação: Scandinavian Journal of Medicine and Science in Sports
DOI: 10.1111/sms.14220

https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=ganhar-musculos-frequencia-exercicios-mais-importante-intensidade&id=15498&nl=nlds

MISOFONIA!

 Misofonia é mais do que apenas odiar sons de mastigação

Redação do Diário da Saúde

Misofonia é mais do que apenas odiar sons de mastigação
Pessoas com misofonia costumam ser muito sensíveis a barulhos de mastigação - sobretudo mascar chicletes.
[Imagem: Kristie/Pixabay]

Misofonia

Acabam de ser identificadas as partes do cérebro envolvidas em um "gatilho" que dispara a misofonia, uma condição associada a uma aversão extrema a certos sons.

Os resultados sugerem que uma explicação muito popular entre os cientistas sobre o que causaria a misofonia pode não estar correta.

Indivíduos com misofonia sentem raiva, nojo e vontade de fugir quando ouvem certos sons.

A mastigação e ruídos semelhantes da boca são os mais frequentemente associados a essa condição. Um estudo anterior sugeriu então que a misofonia seria causada por conexões supersensíveis entre o córtex auditivo do cérebro e as áreas de controle motor orofacial - aquelas relacionadas ao rosto e à boca.

Heather Hansen e seus colegas da Universidade do Estado de Ohio (EUA) decidiram então checar o que acontece no cérebro das pessoas acometidas pela fobia conforme elas entravam em contato com os sons.

Para checar se a misofonia poderia mesmo ser explicada como um movimento orofacial, a equipe comparou os efeitos sobre pacientes cujo gatilho era a mastigação, com os efeitos sobre pacientes que não toleram outros batendo os dedos na mesa.

E a suspeita se confirmou: Os resultados mostraram que os padrões de conectividade cerebral com as regiões de toque dos dedos são diferentes em pessoas com misofonia, em comparação com os padrões de conectividade com as regiões de mastigação.

Outras fontes

Quando estavam em repouso, os participantes que pontuaram mais alto para misofonia mostraram conexões mais fortes entre o córtex auditivo e uma área de controle motor - assim como o estudo anterior havia mostrado.

Mas, quando os participantes estavam realmente usando a boca para produzir sons, foi outra região diferente do cérebro que ficou ativa - e essa região não mostrou conexões mais fortes naqueles com misofonia forte, em comparação com aqueles com baixa misofonia.

"Então, o que pesquisas anteriores identificaram como a região orofacial - a área envolvida nos movimentos da boca e do rosto - pode não ser realmente a região orofacial," disse Hansen. "Essas descobertas sugerem que as conexões cerebrais supersensíveis encontradas no estudo anterior não podem explicar a misofonia."

Em vez disso, o estudo mostrou que, nos participantes que pontuaram mais na misofonia, há uma conexão mais forte entre as regiões do cérebro associadas ao movimento e sensação dos dedos e à área da ínsula do cérebro, que está ligada a emoções fortes, incluindo nojo.

"Não apareceu nenhuma conexão com o córtex auditivo. A conexão importante foi com a ínsula," destacou Hansen.

Isso fornece evidências adicionais de que a misofonia não envolve apenas a mastigação ou outros ruídos da boca, o que descarta a região orofacial como seu gatilho de disparo.

"Temos evidências reais no cérebro de pessoas que não gostam de sons que não são apenas da boca e do rosto. É um passo importante na compreensão da misofonia," concluiu a pesquisadora.

Checagem com artigo científico:

Artigo: Neural evidence for non-orofacial triggers in mild misophonia
Autores: Heather A. Hansen, Patricia Stefancin, Andrew B. Leber, Zeynep M. Saygin
Publicação: Frontiers in Neuroscience
DOI: 10.3389/fnins.2022.880759

quinta-feira, 25 de agosto de 2022

INSTITUTO PLURAL e a TECNOLOGIA ASSISTIVA PARA O PARADESPORTO!


Os diretores do Instituto Plural, Joni e Maria José, depois de solicitarem apoio e serem atendidos pelo amigo, empresário de Uberlândia - MG, Renato Schiavinatto, tiveram a oportunidade de conhecer um dos laboratórios do CINTESP.Br/UFU.  

O Centro Brasileiro de Referência em Inovações Tecnológicas para Esportes Paralímpicos – CINTESP.Br (que é coordenado pelo professor Dr. Cleudmar Amaral Araújo, da Faculdade de Engenharia Mecânica (FEMEC/UFU) é um centro multidisciplinar de pesquisa e inovação em tecnologia assistiva vinculado à Universidade Federal de Uberlândia e que propicia a centralização, organização e gestão de projetos, pesquisas e extensão desenvolvendo inovações tecnológicas assistivas no Esporte, Lazer, Saúde, Vida Diária e Doenças Raras, com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).

Este ano, o CINTESP.Br/UFU iniciou os processos de licenciamento das tecnologias para fortalecer a indústria nacional e que tem como objetivos promover a riqueza do país, reduzir a dependência de importados e retornar para a sociedade brasileira os diversos produtos assistivos por ele desenvolvidos.

Tivemos um interesse especial em perguntar sobre andamento de projetos de uma plataforma para lançamento de peso e disco para cadeirantes, assim como de cadeira própria para tenistas de campo. Estes interesses tiveram como focos uma mulher-cadeirante de Cornélio Procópio (PR), treinada pela professora Edilaine Rech (do Instituto Metahum) e um senhor de Bauru - SP, ex-campeão mundial juvenil de tênis de campo (conforme entendimentos com o Dr. Sérgio Sacomandi).

Registre-se que fomos muito bem recepcionados pelo pesquisador DIEGO AUGUSTO COSTA ALVES, do Campus Santa Mônica/Universidade de Uberlândia-MG.

Esta semana, dando continuidade aos esforços para atender o público-alvo destes projetos, visitamos a UTFPR – Universidade Tecnológica Federal do Paraná, campus em Cornélio Procópio (após agendamento feito pelo amigo e ex-diretor da entidade, Professor Eurico Pedroso de Almeida) e também fomos muitíssimo bem atendidos pelo Professor Felipe Haddad Manfio, Diretor da Área de Projetos - Parceria com a Comunidade Externa.  A UTFPR se interessou pelo assunto e procurará manter contatos com o Dr. Cleudmar para possível liberação de patentes.  

O INSTITUTO PLURAL, cumprindo seus objetivos sociais, participa visando colocar à disposição da população interessada equipamentos que lhes darão melhores condições de vida.