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domingo, 31 de janeiro de 2010

UNIFORME VERMELHO: VITÓRIA!

                          
Os chineses devem estar certos em considerar o vermelho a cor da sorte. E agora a ciência assina embaixo, ao menos para esportistas.
Uma pesquisa conduzida pelo Departamento de Psicologia do Esporte da Universidade de Münster, na Alemanha, observou que o uso de roupas dessa cor aumenta as chances de vitória. Os cientistas observaram 42 experientes atletas de diversas modalidades durante torneios usando uniforme vermelho e outros 42 usando azul. Depois de algumas semanas de pesquisa, veio o resultado: os atletas de vermelho tiveram 13% mais vitórias do que os de azul. Segundo os cientistas, isso acontece porque as cores são interpretações do nosso cérebro, que reúne informações das frequências de ondas recebidas e os dados guardados na nossa memória.
Quando nossos olhos vêem a cor vermelha, envia estes estímulos ao cérebro que reage intensificando nosso poder de percepção e causando certa inibição nos adversários.
Alguns anos atrás, antropólogos da Universidade de Durham, no Reino Unido, avaliaram os jogos das Olimpíadas de Atenas e também constataram o poder da cor vermelha no desempenho dos atletas. Observando aqueles que tinham o mesmo preparo físico, verificaram que os que usavam uniforme vermelho obtinham melhores resultados.
Os cientistas esperam agora desvendar alguns outros mistérios relacionado ao poder das cores no nosso dia a dia, mas outras pesquisas devem ser feitas a longo prazo. (Fonte: SIS.SAÚDE)

QUALIDADE DE VIDA e SAÚDE

Casos de LER/DORT, outras doenças ocupacionais e acidentes do trabalho são vilões para as empresas, pois geram gastos financeiros, diminuição da produtividade e abalam o clima entre os funcionários.
A melhor opção continua sendo a prevenção, por meio de programas que valorizem o trabalhador e a qualidade de vida no ambiente. “O início do ano é um ótimo período para implantar programas de saúde do trabalhador, pois, além da diminuição de ritmo causada pelas festas, os colaboradores estão mais dispostos e receptivos a mudanças de cultura na empresa”, aponta dr. Alison Klein, fisioterapeuta do trabalho e diretor da SEFIT Prevenção Laboral.
Programas de ginástica laboral e avaliação ergonômica dos postos de trabalho tendem a ser os mais procurados pelas empresas que estão começando a se preocupar com a saúde de seus funcionários.
Além de prevenir doenças ocupacionais, a ginástica laboral favorece a mudança da rotina, conscientiza o funcionário da sua responsabilidade com o seu corpo e acaba motivando-o a fazer as pausas periódicas e as adaptações indicadas pelos profissionais. A atividade também melhora a imagem da empresa junto ao colaborador, pois ele sente-se valorizado. “E no início do ano, as listas de propósitos ainda estão frescas e muitas delas contemplam as promessas de cuidar da saúde e melhorar a condição física, facilitando a inclusão da ginástica na rotina”, observa dr. Alison.
A avaliação ergonômica de postos de trabalho é outra ferramenta que pode ser utilizada pela empresa para melhorar a qualidade de vida de seus colaboradores. “Com a análise, é possível diagnosticar todos os erros do mobiliário que possam causar perda de tempo, diminuição de produtividade e danos à saúde do trabalhador”, explica.
É indicado também a realização de palestras para auxiliar a formação da nova cultura prevencionista que a empresa está adotando. Como, em geral, o ritmo de trabalho nesse período é menor, fica mais fácil reunir os funcionários para participarem dessas reuniões. “O mais importante é investir em sua equipe, seja qual for o seu tamanho, o valor a ser investido ou o resultado esperado”, ressalta o fisioterapeuta. (Fonte: SIS.SAÚDE)

HÁBITO PERIGOSO: TROTE

Em todo o Estado do Rio Grande do Sul, o índice de trotes para o Salvar-Samu chega a 59,1% do total de ligações.
Os números parciais indicam que o serviço recebeu, em 2009, 1.317.920 ligações, das quais 779.294 foram trotes. No mesmo período, foram realizadas 169.111 regulações e efetuados 66.502 envios de viaturas.
O programa Salvar-Samu resulta de uma parceria entre a União, Estado e municípios.
O atendimento móvel foi criado para atender emergências durante as 24 horas do dia e é acionado pelo telefone 192. Além de atender em casa, o serviço reserva o leito hospitalar, se necessário, e faz o transporte imediato do paciente para o hospital de referência mais próximo.
Como funciona o 192
Em primeiro lugar, o telefonista auxiliar de Regulação Médica acolhe a solicitação e registra o nome do solicitante, telefone, endereço, pontos de referência, nome do paciente a ser atendido, sexo, idade, queixa e o fator causador da chamada. A ligação é transferida ao médico regulador, que avalia a gravidade da situação a partir das informações dadas pelo solicitante. É importante responder com objetividade às perguntas feitas pelo médico, como, por exemplo, se respira, se está consciente, se tem ferimentos visíveis.
O médico decide pelo envio do recurso (ambulância de suporte básico ou avançado UTI) se for necessário o atendimento do Salvar/Samu no local, considerando a necessidade e ofertas disponíveis dentro do território de abrangência do programa.
A comunicação entre as equipes é realizada através de rádio com a Central de Regulação, informando os dados averiguados no local da ocorrência para o hospital ou pronto-atendimento de emergência mais próximo. (Fonte: Secretaria Estadual da Saúde-RS)

SUCO PARA MEMÓRIA: MIRTILO

Cientistas divulgaram as primeiras evidências, colhidas em experimentos feitos em humanos, de que o mirtilo (blueberry) melhora a memória.
O mirtilo é uma das mais ricas fontes de antioxidantes benéficos à saúde e outros compostos chamados fitoquímicos. Outro experimento recentemente comprovou que uma dessas substâncias impede a reprodução do vírus da Hepatite C.
Robert Krikorian e seus colegas destacam que os estudos anteriores em animais de laboratório já sugeriam que comer as pequenas amoras pode ajudar a melhorar a memória em idosos.  Até agora, porém, poucos trabalhos científicos testaram o efeito da suplementação de mirtilo na memória de pessoas. Os resultados foram publicados na revista Agricultural and Food Chemistry.
Os pesquisadores afirmam que seus experimentos estabelecem uma base abrangente para testes clínicos em humanos para determinar se as blueberries realmente merecem a sua reputação crescente como um potencializador da memória.
No estudo, um grupo de voluntários na casa dos 70 anos de idade, que apresentavam declínio precoce da memória, tomaram entre dois copos e dois copos e meio de suco de mirtilo disponível comercialmente todos os dias, durante dois meses. Um grupo de controle consumiu uma bebida sem suco de mirtilo.
O grupo que tomou o suco de mirtilo mostrou melhora significativa na aprendizagem e nos testes de memória, relataram os cientistas.
"Estes resultados preliminares de melhoria da memória são encorajadores e sugerem que a suplementação consistente com suco de blueberries pode ser um caminho para prevenir ou atenuar a neurodegeneração," dizem eles em seu artigo.
A pesquisa envolveu cientistas da Universidade de Cincinnati e dos departamentos de agricultura dos Estados Unidos e do Canadá. (Fonte: Diário da Saúde/ SIS.SAÚDE)

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

PREVENÇÃO DE INFECÇÕES HOSPITALARES

Uma equipe de cientistas definiu uma estratégia para rastrear a evolução genética e a transmissão de um estafilococo resistente a antibióticos (Staphylococcus aureus resistente à meticilina ou SARM, também conhecido pela sigla inglesa de MRSA, para Methicillin-resistant Staphylococcus aureus), responsável pela maioria das infecções hospitalares, segundo trabalhos publicados na quinta-feira (21).
Os cientistas recorreram a novas tecnologias de decodificação do genoma deste patógeno, para comparar cepas isoladas em diferentes enfermos hospitalizados e determinar de forma extremamente precisa seu parentesco genético e como se transmitem. Também puderam reconstituir as transmissões intercontinentais das diferentes cepas do SARM e remontar a sua origem, provavelmente na Europa, nos anos 60.
"Quisemos testar nosso método para ver se permitia rastrear a propagação da infecção em diferentes cepas de SARM de um continente a outro", explicou Simon Harris, do instituto britânico Wellcome Trust Sanger e coautor do estudo que terá seus resultados publicados na revista americana "Science" na edição de 22 de janeiro. Uma das cepas de SARM, objeto de estudo, sofria mutação a cada seis semanas, precisaram.
Para o trabalho, os cientistas decodificaram o genoma do SARM de mostras reunidas de hospitais na América do Norte e do Sul, Europa, Austrália e Ásia, durante os últimos 30 anos.
A proporção de infecções hospitalares provocadas por SARM passou de 2% em 1974 a 22% em 1995; e a 63% em 2004. Atualmente, 20% das pessoas infectadas morrem a cada ano. (Fonte: Folha Online)



MAL DE PARKINSON

Uma técnica similar ao uso do marcapasso, em pacientes cardíacos, tem sido usada com sucesso para tratar doenças do sistema nervoso, como o mal de Parkinson, e até casos de depressão e outros transtornos psiquiátricos, quando os medicamentos não trazem resultados.
Chamado de neuroestimulação por eletrodos, o procedimento – minimamente invasivo - consiste em implantar um pequeno aparelho que envia estímulos elétricos à região do cérebro envolvida nos sintomas da doença. Apesar de ser realizado há mais de dez anos no exterior, o tratamento ainda é pouco difundido entre os brasileiros.
Segundo o neurocirurgião Cláudio Fernandes Corrêa, do Centro de Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, que já realizou mais de 20 implantes do gênero, a técnica é segura e apresenta excelentes resultados, mas ainda é pouco conhecida entre pacientes e mesmo entre alguns médicos. “Estamos muito aquém de nossa capacidade de realizar este procedimento no Brasil”, relata.  De acordo com Corrêa, é extremamente comum que os pacientes com doenças degenerativas sejam encaminhados para fazer o implante somente quando a doença já está em estágio avançado, sendo que uma intervenção mais precoce pouparia sofrimento. (Fonte: SIS.SAÚDE)

ESCLEROSE MÚLTIPLA

Um novo tratamento se revelou eficaz contra a esclerose em placas, ou esclerose múltipla, ao reduzir claramente o agravamento e as recaídas desta doença inflamatória do sistema nervoso central, segundo um teste clínico publicado pelo "New England Journal of Medicine" (NEJM).
O Cladribine é o primeiro tratamento experimental que pode ser aplicado por via oral para combater esta grave infecção de origem desconhecida.
O estudo clínico foi realizado com mais de 1.300 acompanhados durante cerca de dois anos. Também foram realizados exames de ressonância magnética.
O Cladribine elimina também os efeitos colaterais causados pelas atuais terapias, segundo os autores do estudo. Basta tomar os comprimidos durante um período de 8 a 10 dias por ano, evitando as injeções intravenosas às quais são submetidos atualmente os pacientes ao longo de todo o ano.
"A chegada do Cladribine, que não produz efeitos colaterais a curto prazo e é muito fácil de tomar, terá um importante impacto sobre o tratamento da esclerose em placas", afirma Gavin Giovanonni, da London School of Medicine and Dentistry, principal autor da pesquisa.
Entre os que participaram do teste, quem tomou Cladribine teve 55% menos risco de recaída e 30% menos probabilidades de que sua condiçao se agravasse do que o grupo tratado com placebos.
O Cladribine atua neutralizando o sistema imunológico, o que impede que ataque ainda mais o sistema nervoso central. Foi desenvolvido pelo grupo farmacêutico Merck Serono, filial do grupo alemão Merck KGaA. (Fonte: SIS/SAÚDE)

INFECÇÃO HOSPITALAR

HIGIENE
A causa principal de readmissão após o parto é de origem infecciosa, segundo estudo publicado na edição de janeiro do American Journal of Obstetrics & Gynecology. De acordo com os autores, a gravidez recente parece aumentar o risco de pneumonia, apendicite e colecistite – problemas que, na maioria das vezes, exigem a readmissão hospitalar da mulher.
Pesquisadores dos EUA e Holanda pesquisaram os fatores que levam à volta da mulher ao hospital após parto. Foi realizada uma análise do banco de dados de readmissões dentro de seis semanas após o parto durante o ano de 2007, com uma análise dos 180 dias para pneumonia, apendicite e colecistite.  Das 222.751 mulheres que tiveram filhos, 2655 (1,2%) foram readmitidas dentro de seis semanas – 0,83% parto vaginal e 1,8% parto cesárea (p<0,001). Os resultados indicaram que um alto percentual das readmissões ocorreu dentro das primeiras seis semanas: pneumonia (84%), apendicite (43%) ou colecistite (46%). “Os índices acumulados de readmissão foram maiores nas seis primeiras semanas após o parto do que nas 20 semanas seguintes”, destacaram os pesquisadores. (Fonte: Am J Obst & Gynecology. Volume 202, Issue 1, an 2010. Pages 35.e1-35.e7/SIS.SAÚDE).





Autor:

Fonte: Bibliomed

ATAQUE DE PÂNICO e RISCO CARDIOVASCULAR

Evidências apontam que mulheres mais velhas que tiveram ao menos um ataque de pânico na vida têm um risco muito maior de sofrerem enfartos ou AVC nos cinco anos posteriores ao evento. O risco de morte também aumenta nesse período. Os dados são de uma pesquisa publicada no periódico Archives of General Psychiatry.
O ataque de pânico envolve o súbito desenvolvimento de sentimentos de medo, ansiedade e um nível de desconforto intenso com a situação na qual a pessoa está envolvida naquele momento, além de outros sintomas como sudorese descontrolada e taquicardia, por exemplo.
Esse tipo de evento pode ocorrer esporadicamente entre as pessoas que sofrem de transtornos de ansiedade, transtorno do pânico, fobias sociais e outros tipos de desequilibrios psicológicos.
O pesquisador Jordan Smoller, do Massachusetts General Hospital, EUA, e sua equipe acompanharam aproximadamente 3,3 mil mulheres em idade de pós-menopausa (entre 51 e 83 anos).
A partir dos dados coletados através de seus históricos médicos – controlando outros riscos que poderiam estar associados com as doenças observadas – e entrevistas, além do acompanhamento dos especialistas, Smoller chegou à números impressionantes: após um ataque de pânico o risco de enfartes agudo do miocárdio aumentavam em 4 vezes, e os derrames (AVC) eram 3 vezes mais comuns. Além disso, o risco de morte dobrava entre essas mulheres. Esses resultados vêm a se somar a outros riscos associados ao ataque de pânico, como riscos cardiovasculares de uma maneira geral, hipertensão, depressão, ataques de fúria e hostilidade intensa.
“Ao que parece, o pânico é um indício de risco cardiovascular e de uma maior mortalidade entre mulheres em idade pós-menopausa”, concluem os autores. O acompanhamento desse subgrupo específico da população poderia diminuir o número de mortes e pessoas que sofrem com as sequelas de AVC.
Fonte: American Medical Association (AMA)/O que eu tenho?)



CUIDADOR DE IDOSOS

Aproximadamente 80% das pessoas que cuidam de um familiar idoso sofrem de ansiedade ou estresse, segundo recente pesquisa da Universidade de Granada, na Espanha.
O estudo foi realizado com 203 pessoas cuidadoras informais de uma pessoa idosa dependente e confirmou os riscos de problemas de saúde mental para essas pessoas, particularmente para as filhas de idosos, que frequentemente cumprem esse papel.
De acordo com os autores, as variáveis cognitivas (pensamentos e avaliações) do cuidador têm uma influência decisiva sobre como os cuidadores e as pessoas que recebem esses cuidados se relacionam tanto em relação ao apoio familiar quanto ao suporte institucional. E as variáveis culturais – como os padrões de educação dos pais e o estilo da educação recebida – teriam implicações consideráveis para os cuidadores.
“Efeitos do estresse e da ansiedade são conhecidos por afetar o cuidador informal, mas acreditamos que essas variáveis são insuficientes para explicar a variabilidade que ocorre no comportamento do cuidador em sua relação com aqueles que recebem os cuidados”, concluíram os autores. “O cuidado altamente estressante pode ser crônico e inclui muitos estressores difíceis e incontroláveis, como o fato de testemunhar o sofrimento do amado, de ter de controlar o comportamento estressante, problemas financeiros, isolamento social e desempenhar tarefas de cuidados pessoais que demandam fisicamente e psicologicamente”, ressaltaram especialistas da Universidade do Sul da Flórida, nos EUA, em outro estudo recente sobre o assunto. (Fonte: Boa Saúde)





CRIANÇAS SEGURAS: FERIADOS

CRIANÇA: PERIGO À VISTA!
Os acidentes de trânsito, afogamentos, sufocações, queimaduras, quedas, intoxicações e outros representam a principal causa de morte de crianças de 1 a 14 anos no Brasil.
Em 2007, conforme dados mais atuais do Ministério da Saúde, 5.234 crianças morreram e 136.329 foram hospitalizadas vítimas de acidentes.
O trânsito é responsável pela maior parte das mortes de crianças por acidentes, representando 40% (ou 2.134) do total de 5.234. Por este motivo, alguns cuidados são essenciais. Se a família vai aproveitar  feriados para pegar estrada, deve adotar uma medida importante ao transportar a criança no veículo: o uso de equipamento adequado - como o bebê conforto, a cadeirinha ou assento de elevação. Nos feriados, o fluxo de veículos fica mais intenso, aumentando os riscos de acidentes.
Estudos americanos mostram que cadeiras de segurança para crianças, quando instaladas e usadas corretamente, diminuem os riscos de morte em até 71% em caso de acidente. Vale ressaltar que o uso da cadeirinha não deve ficar restrito às rodovias; na cidade e em qualquer trajeto, a criança deve ser transportada sempre em um dispositivo de retenção.
O atropelamento também é um risco que merece atenção nesta época do ano devido às festas de rua. Entre os acidentes de trânsito, o atropelamento é a principal causa de morte de crianças até 14 anos - representaram 44% do total de 2.134.
No meio da descontração e do aglomerado de pessoas, a criança pode se afastar sem que os adultos percebam, dirigindo-se para ruas com tráfego normal de automóveis.
O banho de mar ou de piscina também costuma ser uma opção para os feriados e a época do Carnaval vem sempre acompanhado de altas temperaturas. Os afogamentos representam a segunda maior causa de morte, entre os acidentes, de crianças até 14 anos. Por este motivo, adultos devem dobrar a supervisão na hora da brincadeira na praia e na piscina. As crianças devem utilizar colete salva-vidas.



A CRIANÇA SEGURA



A Criança Segura é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público dedicada à promoção da prevenção de acidentes com crianças entre 0 e 14 anos. A organização atua no Brasil desde 2001 e faz parte da rede internacional Safe Kids Worldwide, fundada em 1987, nos Estados Unidos, pelo cirurgião pediatra Martin Eichelberger.



Para cumprir sua missão, desenvolve ações de Políticas Públicas - incentivo à discussão sobre o tema e participação nos diálogos referentes às mudanças e adaptações de instrumentos legais que visem a segurança, saúde e bem-estar da criança; Comunicação - informação e alerta sobre a causa para conscientização da sociedade por meio de campanhas e divulgação de assuntos de interesse público e Mobilização - promoção da sensibilização, conscientização e engajamento de muitas e diferentes pessoas visando à multiplicação da informação, a transformação do meio e a adoção de comportamentos seguros.





Autor: Imprensa

Fonte: ONG Criança Segura



sábado, 23 de janeiro de 2010

O BRASIL VAI MAL DOS DENTES! TAAAAAMBÉM!


Dados do Ministério da Saúde apontam que 58% dos brasileiros não fazem uso da escova de dentes e um terço da população nunca fez tratamento dentário.
Atualmente, cerca de 40 milhões de brasileiros já perderam todos os dentes e os números aumentam com a idade. A incidência de casos de doenças periodontais e perda de dentição é muito maior em pessoas acima dos 65 anos. Entre os jovens os números também são alarmantes: 40% dos brasileiros com faixa etária entre 15 e 19 anos já perderam pelo menos um dente e o principal motivo – 93% dos casos, de acordo com o Ministério da Saúde, é a cárie.
As cáries podem ser agravadas, se não tratados no início. “O mais alto grau de consequência desta falta de cuidado é a perda definitiva dos dentes”, completa Dra. Carla Renata Sarni, cirurgiã-dentista e fundadora da rede Sorridents.
Uma das principais justificativas quanto ao tratamento odontológico é o alto custo, mas Carla Renata explica: “os tratamentos acabam se tornando caros, pois as pessoas postergam cada vez mais o início do processo e quando chegam de fato à cadeira do dentista, o que era uma simples cárie se transformou em um canal ou até mesmo em um caso de implante de um novo dente, quando não é possível a recuperação do antigo”.
Algumas das principais doenças bucais
- A periodontite é uma doença infecto-inflamatória que ocorre nas gengivas ou nos tecidos de sustentação dos dentes e pode levar à perda de alguns destes elementos, acúmulo de tártaro e inflamação das estruturas bucais. “O primeiro sinal da doença é o aparecimento do sangramento gengival. Como o progresso da doença não causa dor, o paciente não procura tratamento”, explica a doutora.
- Cárie, pode acontecer a partir do nascimento do primeiro dente e é bastante comum entre crianças e adolescentes, por conta do alto consumo de açúcares. A cárie é caracterizada pelo enfraquecimento da estrutura dental e causa dor e sensibilidade acentuada no dente afetado. Em casos mais graves, o dente ganha tons escuros e surgem odores.
- Gengivite: causada pela placa bacteriana, consiste em uma inflamação dos tecidos gengivais, podendo ser aguda ou crônica.
Doenças bucais comuns podem acarretar problemas e complicações à saúde geral dos pacientes. “Há estudos que comprovam que doenças periodontais e cáries são portas de entrada de bactérias na corrente sanguínea. Quando isso acontece, o paciente fica vulnerável a doenças pulmonares e cardíacas, complicações dos quadros de diabetes e aumento da incidência de nascimento de bebês prematuros ou com sobrepeso. “Tais bactérias apresentam alto grau de atividade e a probabilidade de que causem outros danos à saúde é considerável”, completa.
Para evitar as doenças bucais mais comuns, a Dra. Eliene da Silva Santos (periodontista da Sorridents) recomenda manter a higienização bucal em dia. Para isso, é necessário conhecer as técnicas adequadas para a escovação e uso do fio dental. As visitas periódicas ao dentista para manutenção da limpeza bucal são essenciais. (Fonte: Idéias & Efeito Assessoria de Comunicação/SIS.SAÚDE)

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

CONTÁGIO: AUTOCONTROLE


O autocontrole – ou a falta dele – pode ser “contagioso”, segundo pesquisadores da Universidade da Georgia, nos Estados Unidos.
Em uma série de estudos, envolvendo centenas de voluntários, os pesquisadores descobriram que observar ou simplesmente pensar em alguém com bom autocontrole pode fazer com que as pessoas fiquem mais propensas a exercer o autocontrole. E o contrário também ocorreria.
Publicados recentemente na revista científica Personality and Social Psychology Bulletin, os resultados apontam para um efeito tão forte que apenas o fato de ver o nome de alguém com bom ou mau autocontrole piscando em uma tela por apenas 10 milissegundos poderia modificar o comportamento dos voluntários.
Em um estudo, 71 voluntários assistiram outras pessoas exercerem o autocontrole ao escolher cenouras em lugar de biscoitos em pratos à sua frente, enquanto outros assistiam pessoas comendo os biscoitos ao invés das cenouras. E, em testes posteriores, os pesquisadores observaram que o comportamento do voluntário era diferente, dependendo de qual grupo ele havia observado anteriormente.
Outro estudo incluiu 112 voluntários, que tiveram de escrever sobre um amigo com bom autocontrole, sobre um amigo com autocontrole ruim ou sobre um amigo mais moderado. E, em testes posteriores, aqueles que escreveram sobre o amigo bem controlado tiveram melhores resultados, enquanto os voluntários que haviam caracterizado um amigo com autocontrole ruim tiveram pior desempenho. (Fonte: Personality and Social Psychology Bulletin/dezembro de 2009/SIS.SAÚDE).



MEDICAMENTOS DURANTE A GRAVIDEZ


Pesquisa da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto, da USP (Universidade de São Paulo) mostra que 60% das gestantes que utilizam medicamentos durante a gravidez não recebem informação sobre possíveis riscos para a saúde do feto.
O estudo, realizado com 699 mulheres com mais de 30 semanas de gestação no interior de São Paulo, ressalta a necessidade de orientação adequada sobre medicamentos muito utilizados, como os receitados para cólicas, mas que não possuem estudos aprofundados sobre seus efeitos.
"Durante a gestação, os medicamentos ingeridos pela mãe podem atravessar a placenta e provocar efeitos teratogênicos, como defeitos na formação do feto”, afirma a farmacêutica Andrea Fontoura, que realizou a pesquisa. Como ela explica, todo medicamento é lançado após exaustivos testes clínicos com seres humanos, mas como eles não podem ser realizados em gestantes, seus efeitos são conhecidos apenas quando já estão no mercado.
Das gestantes entrevistadas, 98% apontaram que usavam pelo menos um tipo de princípio ativo, com um número médio de sete princípios ativos por gestantes. Uma das mulheres revelou que usava 34 medicações diferentes.
Orientação
Embora 86,4% das gestantes utilizassem remédios com prescrição médica, 60% não receberam nenhuma orientação sobre a medicação utilizada.
De acordo com a pesquisadora, essa disparidade acontece porque em muitos casos os medicamentos são apenas entregues pelo farmacêutico com a apresentação da receita. “Na verdade, a medicação deveria ser dispensada, ou seja, no ato da entrega são fornecidas todas as informações necessárias para o usuário”, explica.
A pesquisadora recomenda a presença de farmacêuticos nas equipes de saúde que cuidam das gestantes durante o pré-natal. “Elas não devem utilizar medicamentos sem receberem informações adequadas sobre os possíveis efeitos negativos dos princípios ativos”, defende.
A farmacêutica também aponta que a realização de estudos farmacoepidemiológicos sobre a utilização de medicamentos ajuda a promover seu uso de forma mais racional. “De posse dessas informações, é possível deixar de prescrever medicação apenas por prescrever, sem consciência dos riscos para a gestação”.
(Fonte: Uol Ciência e Saúde)


REMÉDIO: DOSAGEM CORRETA!


Quando a tampa medidora que vem com o vidro de remédio fica toda grudenta e colada, a vontade é pegar uma colher na cozinha e tentar estimar o equivalente a uma colher de chá do remédio líquido. Isso não funciona muito bem.
Essa é a conclusão de pesquisadores que pediram a 195 alunos universitários que medissem uma colher de chá de remédio frio, usando uma variedade de colheres. Eles descobriram que a quantidade de líquido variava, dependendo do tamanho da colher: os estudantes dosavam a menos em colheres médias, e a mais em colheres maiores.
Mesmo assim, eles estavam bastante confiantes de que estavam dosando a quantidade correta, afirmou Brian Wansink, diretor do Laboratório de Alimentos e Marcas da Cornell University e um dos autores do estudo, que aparece na edição de 5 de janeiro da publicação "Annals of Internal Medicine".
Embora as diferenças fossem pequenas --os participantes dosaram 8% menos do que o prescrito em colheres médias, e 11,6% mais em colheres maiores--, elas poderiam se tornar um problema, sugeriu Wansink.
"Se o remédio é para um adulto, provavelmente não seria nada sério, mas se você está tomando remédio líquido seis vezes ao dia por três ou quatro dias seguidos, isso começa a somar", explicou. Crianças também podem ser mais sensíveis a dosagens incorretas, completou. (Fonte: Folha Online)

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

LUTA CONTRA A HANSENÍASE


A Semana Mundial de Luta contra a Hanseníase, de 25 a 31 de janeiro, será marcada por atividades em todo o país, todas objetivando alertar a sociedade sobre os sinais e sintomas e a busca ativa de novos casos da doença.
Em Brasília, será realizado no dia 28 de janeiro, às 10 horas, no Auditório Emílio Ribas (Edifício-Sede do Ministério da Saúde), o debate Hanseníase no Brasil: Avanços e Desafios, com a participação das coordenadoras do Programa Nacional de Controle da Hanseníase, Maria Aparecida de Faria Grossi, de Pesquisa e Processamento de Demandas do MS, Maria Augusta Assirati, e do Grupo de Apoio às Mulheres Atingidas pela Hanseníase (Gamah), Marly Marques.
“É importante que a mobilização envolva todo o país, para que a população saiba como reconhecer os sinais e sintomas da hanseníase e como desenvolver ações de prevenção”, afirma Aparecida Grossi.
(Fonte: Ministério da Saúde)




TÊNIS FUNCIONAIS


"Efeito Cangorra"
Trabalhar músculos, sem fazer grandes esforços ou sem necessidade de malhar em uma academia (só com uma caminhada "básica" com o cachorro ou num shopping), é o que oferece os chamados tênis funcionais. Isto é o que agora oferecem fabricantes de calçados esportivos.
O segredo para isto está na sensação de instabilidade corporal, provocada por um solado especial.
No modelo da Reebok (Easytone), peças especiais estão localizadas sob o calcanhar e parte dianteira do pé: é preciso achar um ponto de equilíbrio durante o caminhar. Isto tudo leva os músculos dos glúteos a trabalharem mais do que o normal, enquanto os das panturrilhas têm um rendimento extra.
No modelo da Skechers (o Shape-ups) há uma entressola ultramacia de borracha: a impressão é de caminhar com os pés descalços na areia. Isto facilitaria à tonificação de pernas, glúteos, abdome, costas, além de uma melhora na postura e na circulação sanguínea.
O Chapa Chili, da Masai Barefoot Technology (MBT) é outra modelo à disposição dos consumidores.
RECOMENDAÇÕES IMPORTANTES - Todo cuidado é pouco para não se lesionar
Eduardo Carrera, médico ortopedista, do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein, da capital paulista, diz que estes calçados podem ser bastante agradáveis e macios, mas como têm plataformas mais altas e instáveis, parecem gerar mais instabilidade nos tornozelos durante a caminhada. “Nesses casos, o risco de sofrer entorses é maior” adverte o especialista.
Keila Fontana, fisiologista do exercício e professora da Faculdade de Educação Física da Universidade de Brasília (UnB), recomenda que o melhor é inserir esses novos modelos no dia a dia de forma bem gradual. “A musculatura precisa se adaptar ao trabalho extra que eles exigem”, diz.
Outra recomendação é deixar o tênis no armário ao praticar atividades físicas muito intensas. “Nesse momento os músculos já são naturalmente forçados. O tênis só funcionaria como uma sobrecarga, aumentando as chances de lesões”, avalia Keila. (Fonte: IG)
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Então, para usufruir dos benefícios destes tênis-modelo funcionais, sem oferecer riscos às articulações, é preciso ser prudente. Ou aguardar novas recomendações de pesquisadores.
Alerta máximo, portanto. Todo cuidado com os modismos!
E com o oferecido "sucesso instantâneo"!

ABUSO!


EXEMPLO DE ABUSO PUBLICITÁRIO

Em dezembro, o Projeto Criança e Consumo denunciou a empresa Grendene S.A ao Procon por conta da divulgação de seis linhas de sandálias infantis – “Hello Kitty Fashion Time”, “Moranguinho Morangomix”, “Coleção Barbie”, “Ben 10 e Ben 10 Galaxy”, “ Power Rangers Action” e “Guga K. Power Games”. Durante 2009, campanhas publicitárias referentes a todos estes produtos foram veiculadas em TV, dirigindo-se às crianças.
O documento encaminhado ao órgão de defesa do consumidor também questiona o incentivo ao consumo desenfreado e a supervalorização da imagem nas campanhas, como é o caso da publicidade da linha “Coleção Barbie”, voltada ao público infantil feminino. A peça mostra meninas como pequenas celebridades, fazendo ensaios fotográficos e sendo assediadas por fãs. Ao fundo, a locutora diz: “Coleção Barbie 2009 – Um passo para o sucesso”.]
“Esse tipo mensagem reforça um valor distorcido de que é preciso ter para ser e insere a criança precocemente no mundo adulto”, explica Tamara Gonçalves, advogada do Criança e Consumo. “O mesmo se observa nas demais campanhas da empresa, inclusive nas direcionadas aos meninos”, comenta.
O Procon ainda não se manifestou sobre a denúncia. (Fonte: Instituto Alana)


PUBLICIDADE DIRIGIDA AO PÚBLICO INFANTIL


Mesmo com os intensos debates em torno da regulamentação de publicidade de alimentos no Brasil e no mundo, duas das principais redes de fast food continuam dirigindo suas campanhas ao público infantil.
Em janeiro, McDonald’s e Habib’s foram notificados pelo Projeto Criança e Consumo por divulgar promoções dos combos McLanche Feliz e Kit Habib’s, ambos com foco nas crianças e com brindes colecionáveis.
Grande parte das publicidades mostra as opções de combos compostos por produtos considerados mais saudáveis. No entanto, para o Criança e Consumo, não se trata apenas de restringir a publicidade de alimentos com alto teor de gordura, açúcar e sal. “É preciso que empresas com a relevância do McDonald’s e do Habib’s no setor alimentício incorporem, de fato, a preocupação com a proteção integral das crianças. Já estão comprovados os impactos negativos da publicidade dirigida ao público infantil”, diz Isabella Henriques, coordenadora geral do Criança e Consumo.
Pesquisas indicam que, antes dos oito anos, a maioria das crianças não consegue entender a diferença entre publicidade e programação de TV. Até aproximadamente os 12 anos, elas também não compreendem inteiramente o poder de persuasão da comunicação mercadológica. Ainda assim, mais de 50% das campanhas do setor alimentício veiculadas na TV são voltados para esse público.
No ano passado, 25 empresas da indústria brasileira de alimentos assumiram um compromisso público para restringir as estratégias de marketing infantil. O Habib’s não é signatário desse documento. Já o McDonald’s está entre os signatários, além de ter divulgado mundialmente um código de ética com relação à publicidade em 2007.
A coordenadora geral do Criança e Consumo reforça que a iniciativa das empresas assumirem compromissos público é louvável e muito importante, mas que é necessário verificar se essas ações representam a mudança necessária – a de não dirigir comunicação mercadológica para o público menor de 12 anos de idade. Segundo a legislação em vigor no Brasil, com base em artigos da Constituição Federal, do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e do Código de Defesa do Consumidor (CDC), a publicidade direcionada a crianças é abusiva, portanto ilegal. (Fonte: Instituto Alana)


quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

ACIDENTES DE TRÂNSITO: PEDESTRES


DESCUIDO QUASE FATAL!

Os pedestres são pouco incluídos nos estudos sobre acidentes de trânsito, apesar de serem os mais vulneráveis.
No Brasil, 30 a 46% dos pedestres mortos por atropelamento apresentam alcoolemias positivas, muitas vezes acima de 1 g/L.
Estudos indicam que esses pedestres atropelados apresentam maior permanência no hospital, ferimentos mais severos, maior número de complicações e maior freqüência de traumas na coluna e no tórax, em comparação com pedestres sóbrios. Vale ressaltar, também, que a maior prevalência de intoxicação alcoólica por pedestres é durante a noite. (Fonte: livro Álcool e suas conseqüências: uma abordagem multiconceitual/Editora Manole)


DRUNKOREXIA


Muitos veículos de comunicação têm abordado a “anorexia alcoólica”, “alcoolrexia” ou “drunkorexia” (junção da palavra drunk, que significa bêbado em inglês, e anorexia nervosa, um transtorno alimentar). Apesar deste termo ter se tornado popular, ele não é um termo médico oficial e não denomina uma doença ou síndrome específica.
Mas a que se refere a “drunkorexia”?
Geralmente, este termo é utilizado para indivíduos com transtornos alimentares que diminuem a ingestão de alimentos e fazem o uso nocivo do álcool. O que ocorre, muitas vezes, é que pessoas com transtornos relacionados ao uso de álcool (abuso e dependência) também apresentam transtornos alimentares, e vice-versa. (Fonte: http://www.cisa.org.br/)


terça-feira, 19 de janeiro de 2010

CARTILHA DA SAÚDE CARDÍACA



- Sinais ignorados - Os fatores de risco do infarto agem em silêncio. Os médicos advertem que, para prevenir o acidente cardíaco ou identificar seus sintomas, é necessário analisar um quadro completo;
- As idades do corpo - Para se manter jovem por mais tempo, é preciso levar em contra uma característica do relógio biológico: os órgão do corpo - inclusive o coração - não envelhecem todos no tempo ritmo;
- O bê-a-bá do coração saudável -  A vida sedentária, as dietas gordurosas, a obesidade e o stress estão fazendo com que males como a hipertensão, o colesterol alto e o diabetes comecem a manifestar-se ainda na infância;
- A paixão machuca - O fim de um romance intenso pode fazer o coração sofrer muito: uma síndrome identificada por médicos americanos;
- De olho no coração - Não fumar, não comer em excesso, não se entregar à vida sedentária e não se esquecer do exame cardiológico. Essas são as principais recomendações médicas para afastar os problemas cardíacos;
- Faz mal ao coração - Muitos medicamentos fazem mal ao coração. O consumo diário de 25 miligramas do Vioxx (tirado de circulação), por mais de dezoito meses, dobra os riscos de infartos e derrames, como demonstrado;
- Stress - Ninguém está a salvo desse mal moderno, mas é possível aprender a conviver com ele. Cada batida do coração com a pressão sanguínea acima do normal cobra um preço das artérias;
- Só para mulheres - A Associação Americana do Coração lançou cartilha de prevenção de doenças cardíacas endereçada exclusivamente ao sexo feminino;
- Com o coração nas mãos - Já é possível calcular com precisão o risco de uma pessoa ter problemas
cardíacos no prazo de dez anos. Isso é uma arma poderosa de prevenção;
- É preciso suar - Pesquisa de Harvard mostra que para a saúde do coração é melhor correr do que caminhar. Os pesquisadores concluíram que, para a caminhada surtir efeito, ela deve ser feita a uma velocidade de, no mínimo, 5 quilômetros por hora;
- Como ter um coração saudável - Os cardiologistas americanos acabam de divulgar sua nova cartilha de prevenção contra as doenças cardiovasculares. Os controles ficaram mais severos e o estilo de vida ganhou mais importância;
- O humor afasta doenças - A medicina agora está estudando a importância do bom humor e dos sentimentos positivos na prevenção e no tratamento de moléstias. Os males do coração também podem ser combatidos assim;
- O aviso às balzaquianas - Mulheres na faixa dos 30 anos devem se preocupar com a saúde do coração. Antes, o médicos costumavam dizer que a maioria das mulheres só precisaria se submeter a exames preventivos depois da menopausa;
- No ritmo certo - Fórmula de controle dos batimentos cardíacos usada como padrão no esporte está superada. Cada esportista deve, com a ajuda de seu médico, encontrar sua faixa de segurança de freqüência cardíaca;
- Overdose na veia - O uso da cocaína afeta tanto a composição do sangue quanto os vasos por onde ele circula, aumentando os riscos de formação de coágulos.
(Fonte: Veja on Line)

NOVO TRATAMENTO PARA DOENÇA CARDÍACA

 ARTÉRIA ESTREITADA (COM STENT)
Cientistas do renomado Massachusetts Institute of Technology (MIT) divulgaram uma nova tecnologia que pode revolucionar o tratamento de doenças cardíacas.
 A novidade é uma nanopartícula que é injetada na corrente sanguínea. Uma vez dentro do corpo, ela é capaz de tratar artérias danificadas sem a necessidade de uma intervenção cirúrgica.
Os inventores já começaram a testar os "nanocarrapichos" - como foi batizada a partícula - em ratos. A tecnologia consiste em esferas de 60 nanômetros - mais de 100 vezes menor que um glóbulo vermelho presente no sangue. Cada esfera contém fragmentos de proteínas que são capazes de colar a superfície danificada das artérias enrijecidas.
Segundo o estudo, essas pequenas esferas podem também combater o entupimento das artérias, aumentando a eficácia do tratamento de doenças que podem causar ataques cardíacos. Atualmente, o tratamento consiste na introdução de uma espécie de pequeno balão que força a reabertura dos vaso e então um tubo, chamado stent, é implantado na artéria para mantê-la desentupida.
No entanto, muitas vezes esse processo provoca um rápido crescimento do tecido ao redor do stent, o que pode levar a um novo bloqueio da artéria.
Segundo os cientistas, o avanço das novas cápsulas se dá porque elas identificam dentro do organismo o exato local que precisa ser tratado e possuem uma ação prolongada de até 12 dias.
Apesar das nanopartículas já terem sido desenvolvidas, especialistas advertem que ainda pode levar vários anos para que a técnica comece a ser testada efetivamente em pacientes humanos. A pesquisa foi publicada na última edição da revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.(Fonte: Veja.com)



CORRIDA FANTÁSTICA!


CORREDOR - 10 KM

Cientistas da universidade britânica de Cambridge apontam que a corrida pode também beneficiar o cérebro, aumentando a atividade cerebral e ativando a memória.
De acordo com um estudo, desenvolvido em parceria com o US National Institute on Ageing, correr leva à produção de centenas de milhares de novas células em uma região do cérebro ligada à formação e ao colecionamento de memórias. Assim, correr melhora a habilidade do cérebro de evocar memórias sem confundí-las, tarefa crucial para o aprendizado e demais atividades cognitivas.
Para a pesquisa, os cientistas de Cambridge usaram dois grupos de ratos, sendo que somente um deles tinha acesso irrestrito a uma roda que permitia o exercício físico. Durante o estudo, dois quadrados eram exibidos em uma tela de computador. Se tocassem com o nariz o quadrado da esquerda, os ratos recebiam um doce. Se tocassem o da direita, não recebiam nada. Depois dos treinamentos, as cobaias foram submetidas a testes de memória em que eram usados os mesmo quadrados com os quais já tinham tido contato. De acordo com os resultados, o grupo de ratos que corria na roda disponível pontuou duas vezes mais no teste de memória do que o outro grupo.
Os cientistas salientam que os dois quadrados eram muito parecidos e que, para distinguir um do outro, as novas células produzidas durante a corrida foram fundamentais. A descoberta, segundo especialistas, pode ajudar no tratamento da deterioração da habilidade mental que afeta muitos idosos. (Fonte: Veja.com)

ATIVIDADES FÍSICAS e GRAVIDEZ: ANIMAL!


GINÁSTICA PARA GESTANTE
Um zoológico na Alemanha colocou cinco das suas elefantas em uma rotina diária de exercícios para ajudá-las a ter uma gravidez e um parto mais saudáveis.
As cinco estão esperando filhotes para os meses que coincidem com a primavera e o verão do Hemisfério Norte e foram inseminadas pelo mesmo pai, o elefante Nikolai, que chegou ao Zoológico de Hannover há quase dois anos.
Para prepará-las melhor para dar à luz, os veterinários recomendaram de 5 a 7 km de caminhada diária e uma ginástica pré-natal que inclui ficar em um só pé, deitar e sentar. Mesmo agora, sob o rígido inverno alemão, as futuras mães não deixam de exercitar, e contam até com a companhia dos bebês elefantes Tarak e Shanti, filhos de Khaing Hnin Hnin, uma das grávidas.
"Para que o parto seja rápido e tranquilo, e não dure vários dias, as fêmeas precisam estar em forma", disse o veterinário Andreas Knieriem.  Rotina inclui até 7 km de caminhada.
A gestação de um elefante dura 22 meses - a mais longa entre os animais terrestres.
Como três das elefantas são mães de primeira viagem, elas serão ajudadas pelos tratadores durante o parto.
Segundo os veterinários de Hannover, na natureza, a mãe é acompanhada pelas fêmeas mais velhas, que as acalmam na hora do parto e protegem o filhote recém-nascido.
(Foto: Divulgação/Zoológico de Hannover/BBC))









ÁCAROS


Tapetes felpudos, carpetes, sofás de chenile, bichos de pelúcia, animais de estimação e edredons quentinhos são os lugares preferidos dos ácaros, que se instalam sem que a gente perceba e provocam reações alérgicas nas pessoas mais sensíveis.
“Os ácaros procuram no ambiente o abrigo e a proteção necessários para viverem. E nossa moradia configura o local perfeito para isso”, afirma o pesquisador Nicolau Maués Serra-Freire, do Laboratório de Biodiversidade Entomológica do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz).  Isso sem contar que encontram matéria orgânica como fungos, vegetais, excrementos de animais, descamações da pele, cabelos e restos de alimentos em quantidade para se alimentarem.
Para evitar o problema, o mais indicado é se livrar de todos os possíveis focos de ataque, optar por piso frio e trocar o estofamento por couro, o que nem sempre é possível. “A melhor maneira de conviver pacificamente com os ácaros é reduzir o alimento disponível para eles. Com menos alimento, a colônia cresce menos”, diz o pesquisador.
Veja como evitar a infestação de ácaros em casa
1- Mantenha portas e janelas abertas para arejar os ambientes; 2- Retire a poeira de colchões, carpetes, sofás, almofadas e cortinas. Ácaros adoram pó. Para garantir a limpeza, use um aspirador de pó com filtro hepa. “Ele garante a coleta de 99,97% da poeira e das micropartículsa alergênicas, como as caspas de gato, por exemplo, que medem cerca de 0,3 micrômetros. Em termos de comparação, um cabelo humano mede cerca de 100 micrômetros, o equivalente a 0,1 milímetro”, afirma Ângelo di Fraia, gerente da Arno. O aspirador pode limpar ainda e o que mais achar necessário; 3- Renove colchões e travesseiros após seis a dez anos de uso. Alguns modelos já vêm com proteção antiácaros. Quem não quiser mudar o colchão pode revesti-lo com capas protetoras com tratamento antimicrobiano que impede a passagem dos ácaros; 4- Faça uma higienização periódica em colchões, sofás, tapetes e carpetes. Em apenas um ano de uso, esses locais chegam armazenar quase cinco milhões de ácaros. Uma das opções é a higienização feita pela Hygienitech, que não utiliza componentes químicos. “É uma combinação de radiação, vibração e sucção”, diz Ricardo Rocco, dono da empresa; 5- Lave periodicamente cortinas e tapetes. Se estiverem tratados com algum produto antiácaro, não molhe ou use produtos químicos. Apenas passe o aspirador de pó uma a duas vezes por semana; 6- Troque a roupa de cama uma vez por semana. Em dias mais quentes e no verão, troque duas vezes por semana. Aproveite para virar o colchão de lado. Se possível, exponha-o ao sol; 7- Desumidificadores de ar ajudam bastante. “Ao procurar abrigo, o ácaro busca pouca luz, umidade acima dos 60% e calor abaixo dos 50ºC. Então, quando é instalado um, com capacidade volumétrica compatível com o volume do espaço, o abrigo deixa de ser ideal para os ácaros. Suas duas possibilidades imediatas são: morrer ou abandonar o ambiente, migrando para outro lugar (lembrando que toda a casa deve ser desumidificada)”, completa Serra-Freire; 8- Mantenha a disciplina: faça as refeições na cozinha ou sala de jantar (nada de sentar no sofá ou na cama); não troque de roupa em qualquer cômodo e não entre em casa com sapatos usados na rua; 9- Use acaricidas com cautela. “É recomendável seguir a indicação de um profissional habilitado para o uso. Para ambientes em que vivem animais, é bom consultar um veterinário”, diz o pesquisador; 10- Instale esterilizadores de ar. Eles puxam os ácaros do ambiente para dentro do aparelho que, com circuitos internos que esquentam a até 300ºC, elimina os microorganismos.(Fonte: IG/SP)


segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

ATIVIDADES FÍSICAS e GRAVIDEZ


Um estudo recente conduzido pela Norwegian School of Sports and Science apontou que mulheres que esperam seu primeiro filho e realizam exercícios físicos regularmente diminuem o risco de dar à luz um bebê com excesso de peso (acima de quatro quilos) – fator que pode contribuir, mais tarde, para a obesidade ou até mesmo para hemorragias durante a gravidez. Não há relevância na prática de exercícios físicos anteriormente ao período gestacional.
Nesse contexto, o exercício ajuda a manter os níveis de açúcar no sangue da mãe, colaborando para a manutenção saudável do peso do bebê. O estudo também revelou que altos índices de açúcar e diabetes que se desenvolvem temporariamente durante a gravidez são fatores de risco para reter um bebê grande.
Os pesquisadores avaliam que, entre os bons hábitos no período de gestação, devem ser priorizados os exercícios regulares com o propósito de prevenção.
Em resumo, o estudo mostra que a necessidade do exercício se torna indiscutível para evitar o risco de uma criança acima do peso.
Exercícios indicados
“Os benefícios são aparentes, inclusive no momento do parto, que é facilitado em virtude da musculatura abdominal e pélvica trabalhada previamente”,  afirma a profissional de educação física e especialista em atividades aquáticas, Daniele Perbiche.
As mulheres que nunca sofreram um aborto espontâneo e já praticavam exercícios podem dar continuidade à rotina, sempre com o aval médico. Já para as mulheres sedentárias, recomenda-se o início do programa após a décima segunda semana de gestação. Não havendo indícios de complicações, as atividades podem ser continuadas até o parto, no entanto, com a redução aos poucos da intensidade. “Nesse momento deve-se levar em conta a disposição da parturiente”, relata Daniele.
Dentre as atividades mais comuns, Daniele cita a caminhada, natação, hidroginástica, alongamento e musculação em menor intensidade. Ela explica que as vantagens de cada uma estão associadas ao controle da respiração e trabalho da musculatura.
“A caminhada favorece o encaixe do bebê na pelve da mãe. A natação, embora algumas modalidades estejam restritas nesse período, também trabalha bastante a musculatura. Mas o exercício certamente mais indicado é a hidroginástica, pela característica de baixo impacto e trabalho cardiorrespiratório. Nesse contexto não se deve esquecer a musculação, que também em intensidades mais baixas favorece o desenvolvimento da musculatura de suporte de grandes tensões”, diz.
Outro fator importante que deve estar aliado à prática dos exercícios é a alimentação. Uma dieta rica em frutas, legumes, verduras e fibras é a ideal, aliada à ingestão de líquidos como água e sucos naturais.
(Fonte: O que eu tenho?/SIS.SAÚDE)



LEI SECA: ALERTA GERAL


A maioria dos motoristas flagrados pela lei seca no ano passado, na capital de S.Paulo, tem entre 26 e 33 anos, segundo dados da Polícia Militar.
Entre janeiro e dezembro, 37,2% de um total de 3.464 pessoas nessa faixa etária foram flagradas embriagadas ao volante. Desses motoristas, 77,7% eram homens e 22,3%, mulheres.
Apesar de os homens liderarem o ranking nessa faixa etária, as mulheres mais multadas nos meses de abril, junho e dezembro de 2009 tinham entre 18 a 25 anos.
"É nessa fase que elas não têm noção dos seus limites. Essas motoristas, mesmo não sendo dependentes da bebida, precisam ficar alertas porque o álcool atrapalha o reflexo, o sono e a coordenação motora", diz a psiquiatra e diretora do Centro de Referência de Álcool, Tabaco e outras Drogas (Cratod), da Secretaria de Estado da Saúde, Luizemir Lago. (Fonte: Agora São Paulo)



O FUMAR e O SISTEMA DE DIGESTÃO


Os males causados pelo fumo são muito bem conhecidos por todos e exaustivamente divulgados pelos meios de comunicação. O que muitos não sabem é que o cigarro afeta e pode causar doenças gravíssimas em vários sistemas e órgãos, não só àqueles ligados à respiração. O aparelho digestivo é, com certeza, um dos mais prejudicados.
O esôfago é uma das principais vítimas. Entre ele e o estômago existe uma válvula muscular que impede que o líquido estomacal volte para o órgão anterior, o chamado refluxo. O uso do cigarro enfraquece esse músculo, o que facilita o contato do ácido gástrico com a mucosa esofágica por mais vezes e por um tempo prolongado, cujo resultado é extremamente negativo.
Há estudos que mostram que o tabagismo induz a ida de sais biliares do intestino para o estômago, tornando o suco deste ainda mais nocivo. Mas antes de tudo isso, a fumaça já está atacando diretamente a saúde da mucosa do esôfago, então ele recebe os golpes dos ácidos digestivos já enfraquecido.
O fumo também facilita a infecção do indivíduo pelas bactérias H. pylori, envolvidas em cerca de 95% dos casos de úlceras. Os fumantes apresentam maior dificuldade para cicatrização das feridas, que passam a aparecer com mais frequência. Além disso, a produção de ácido estomacal aumenta, induzido pelo fumo.
E não para por aí. O funcionamento do fígado se altera e ele encontra mais dificuldades em processar substâncias como álcool e drogas, entre outros elementos tóxicos.
Esses são alguns poucos exemplos de problemas que podem ocorrer em quem fuma. Por isso, a sugestão é a mesma de sempre para quem gosta de sim mesmo: não fume. (Fonte: Carlos A. Sabbag (CRM-PR 9950), Médico Cirurgião do Aparelho Digestivo/ABEAD).





DOR LOMBAR e TABAGISMO


Para saber se o tabagismo aumenta a incidência de dores nas costas, um tema ainda controverso, cientistas do Finnish Institute of Occupational Health revisaram 40 estudos de várias partes do mundo que envolveram dores lombares e fumantes, ex-fumantes e pessoas que nunca fumaram, feitos entre 1966 e 2009.
Eles concluíram que, apesar de os dados não provarem que o tabagismo leva à dor nas costas, as pesquisas sugerem uma associação entre o fumo e a dor - que se mostrou mais forte nos casos em que a dor era crônica ou debilitante.
Não se sabe qual é a relação entre os dois fatos, mas as hipóteses incluem uma redução do fornecimento de sangue para a espinha dorsal, um risco mais alto de osteoporose e a circulação aumentada de substâncias relacionadas à dor no organismo dos fumantes. Os adolescentes também são mais vulneráveis à dor que os adultos.
A conclusão é de uma metanálise publicada na edição de janeiro do "American Journal of Medicine". (Fonte: ABEAD)

ALERTA: RISCO DE SUICÍDIO!


Em análises a partir de grupos focais de pais e jovens vivendo em áreas urbanas, suburbanas e rurais dos EUA, os pesquisadores descobriram que ambos os grupos conseguem identificar os principais fatores de risco para o suicídio – incluindo depressão, abuso de álcool e drogas e problemas de relacionamento –, mas tendem a subestimar os riscos de ocorrência em sua comunidade.
A pesquisa mostrou que, no ano de 2006, 1.771 crianças e jovens com idades entre 10 e 19 anos acabaram com a própria vida nos Estados Unidos. Entre eles, o suicídio era quatro vezes mais comum entre os homens em comparação às mulheres adolescentes. E os jovens gays e bissexuais, segundo os autores, estariam particularmente sob maior risco, com uma pesquisa indicando tentativa de suicídio, entre esses grupos, de 28% dos garotos e 20% das garotas.
De acordo com os autores, muitos dos pais que participaram expressaram frustração em distinguir entre os verdadeiros sinais de alerta para o suicídio e a angústia normal apresentada pelos jovens.
Eles reconheceram que armas e medicamentos potencialmente letais devem ser mantidos em locais seguros ou removidos das casas de jovens que apresentam risco de suicídio; porém muitos participantes admitiram sentir dificuldade em identificar esses jovens. Por isso, pais e jovens têm a necessidade de ter mais informações sobre como identificar esses fatores de risco.
A Academia Americana de Pediatria destaca que os pediatras podem ajudar os pais de crianças mais velhas e adolescentes a identificar aqueles com depressão e outros problemas psicológicos que aumentam os riscos de suicídio. Para isso é recomendado perguntar aos pacientes sobre transtornos de humor, pensamentos suicidas e outros fatores de risco, incluindo a orientação sexual.
Entre os sinais de alerta, a AAP destaca uma mudança drástica na personalidade; problemas de relacionamento, principalmente com um parceiro; queda no rendimento escolar; abuso de álcool e drogas; mudança no apetite ou nos hábitos de sono; problemas de concentração; e o hábito de escrever sobre a morte ou de falar sobre suicídio, mesmo de brincadeira.
Em caso de suspeita de que os jovens estão com pensamentos suicidas, os especialistas recomendam: agir o mais rápido possível; falar com o jovem sobre o assunto, sem medo da palavra "suicídio", para mostrar que alguém entendeu seu "pedido" por ajuda; reafirmar ao adolescente que o ama e ter certeza de que ele sabe que não importa o quão difícil pareçam os problemas, pois eles podem lidar com isso; encorajá-lo a falar sobre os problemas e ouvir cuidadosamente; remover de casa todos os "instrumentos" potencialmente letais, incluindo armas, remédios, utensílios de cozinha e cordas; e procurar ajuda profissional. (Fonte: Pediatrics. Edição prévia de fevereiro de 2010/ABEAD).









NUNCA EXPERIMENTE O CRACK


Nunca experimente o crack é o slogan da campanha inédita do Ministério da Saúde lançada há pouco.
A droga, que vem sendo usada por um número crescente de brasileiros de todas as classes sociais, é feita a partir do cloridrato de cocaína com bicarbonato de sódio e ingredientes cada vez mais incertos e tóxicos como gasolina, querosene e até água de bateria.
Estudo recente realizado em Salvador, São Paulo, Porto Alegre e no Rio de Janeiro detectou um aumento do número de usuários de crack em tratamento ou internados em clínicas para atendimento a dependentes de álcool e drogas. Eles respondem por 40% a 50% dos indivíduos em tratamento, dependendo da clínica e de sua localização.
A idade média dos usuários de crack (31 anos) é inferior à dos demais pacientes em tratamento (42 anos). Entre os dependentes desta droga, 52% são desempregados.
Foram criadas peças para a internet, rádio, TV, mídia impressa, mobiliário urbano e intervenções urbanas.

ALERTA e PREVENÇÃO: USO DO CRACK

(Fonte:ABEAD/Min.Saúde)



ALCOOLISMO e TABAGISMO


Alcoolismo e tabagismo são dependências que andam de mãos dadas. A maioria dos fumantes ingere álcool e estes têm tendência a fumar mais do que os que não bebem.
É muito difícil, também, encontrar um alcoolista que não fume – cerca de 70% dos dependentes são considerados fumantes pesados (fumam mais de 30 cigarros ao dia).
As duas dependências são tão próximas por agir de modo sinérgico: o álcool é um depressor e o fumo, estimulante, portanto o efeito de um é utilizado para compensar o do outro. Os riscos para a saúde são também muito mais graves para aqueles que fumam e bebem. “Os riscos do uso de cada droga independentemente não são apenas somados – eles são somados e aumentados em 50%”, explica Danilo Baltieri, psiquiatra do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da USP. Algumas doenças graves, como o câncer de laringe e de boca, são um perigo maior para essa população.
Segundo Mayuri Hassano, psiquiatra do Hospital Universitário (HU) da USP e coordenadora do Centro Universitário de Intervenção em Drogas e Álcool (Cuida) do HU, o uso concomitante das duas drogas aponta ainda para uma maior dificuldade de parar. “Os estudos mostram que os alcoolistas fumantes têm, na verdade, mais dificuldade para parar de fumar e, quando param, recaem com mais frequência. Alguns estudos indicam ainda uma tendência de se buscar outras drogas quando se para de fumar”, explica ela.
O resultado de pesquisa sobre tratamento da dependência alcoólica, realizada pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), da qual participou Baltieri, encontrou inesperadamente uma medicação que auxilia na redução do alcoolismo e do tabagismo ao mesmo tempo. O topiramato atua como um diminuidor da ansiedade e impulsividade, diminuindo consecutivamente o desejo de fumar e beber.
A pesquisa analisou ainda se a preferência por certo tipo de bebida alcoólica influencia na aderência a tratamentos. A maioria dos pacientes tinha preferência pela ingestão de cerveja ou cachaça. Destes, os que preferiam a bebida destilada apresentavam um quadro clínico mais grave, e para eles, o tratamento foi menos eficiente.
Esses resultados, segundo Baltieri, estão ligados a outros fatores que não só o tipo de bebida. Uma grande quantidade dos dependentes de álcool que preferiam a pinga já havia passado por algum serviço público de saúde, e apresentava um menor nível socioeconômico. A falência de múltiplos tratamentos anteriores, a não aceitação da sociedade e os problemas profissionais e familiares decorrentes do vício acabavam por agravar a doença desse indivíduo e tornar mais difícil seu tratamento.
“A sociedade encara de forma diferente o consumo de cerveja e de pinga, e isso afeta a percepção dos pacientes acerca de sua doença. Se você passa num bar numa sexta-feira à tarde e vê dez garrafas de cerveja sobre a mesa, aquilo é normal. É normal tomar um chopp depois do trabalho. Mas não é a mesma coisa ver um sujeito com um litro de cachaça na mão. Cerveja é happy hour, pinga é perdição”, explica o psiquiatra.
Mayuri Hassano relata que o estigma social da dependência química é percebido mesmo nos próprios pacientes: “Nos grupos antitabagismo, nem sempre o paciente admite num primeiro momento a dependência de álcool ou de outras drogas. É frequente ele negar ou minimizar o uso de outras drogas, normalmente por vergonha, medo de julgamento moral ou discriminação”.
Outra característica decorrente da maior aceitação social do consumo de cerveja é que os dependentes alcoólicos com preferência pela bebida fermentada têm maior resistência a aceitar que possuem uma doença. “É bem mais difícil esses pacientes procurarem um tratamento específico. A cerveja pode ser e é um problema sério para muitas pessoas”, adverte Baltieri.
O tratamento, segundo o psiquiatra, é muito difícil, mas sem segredos. “Três fatores são fundamentais. Primeiro vem a vontade do indivíduo de parar. Muitas vezes o indivíduo não tem essa vontade, mas a desenvolve, e nós, médicos, temos que ajudá-lo a desenvolver essa vontade. O segundo, e essencial, é a família. Um tratamento no qual não se inclua o apoio dos familiares está fadado a ter um sucesso muito menor. O terceiro é ter uma equipe especializada disposta a ajudar. É preciso avaliar cada caso e oferecer apoio específico para cada um, é preciso analisar os pormenores da doença do indivíduo, da sua vida.”
“Muitas vezes a família abandona seu parente, não entende seu problema como doença, encara como falta de caráter, como um cara vagabundo. Mas é necessário entender que é uma doença mental e que a pessoa precisa ser tratada. Há doenças mentais em torno das quais precisamos diminuir os estigmas existentes, e uma delas é o alcoolismo”, elenca. “Dez por cento da população brasileira é dependente de álcool. Precisamos trabalhar primordialmente com o esclarecimento e prevenção.”
Para as pessoas que fumam e bebem, e que pretendem parar, é consenso entre os médicos que o ideal é procurar tratamento para os dois vícios, e conquistar de uma só vez uma vida mais saudável.
(Fonte: Agência USP de notícias/ABEAD)

domingo, 17 de janeiro de 2010

RESPIRAÇÃO CALMANTE (indução ao sono)

Indicada pela instrutora de ioga Mariana Leal, induz ao relaxamento físico e mental e deve ser feita na cama. Sente-se com as costas eretas, apoiadas na cabeceira, e pouse as mãos nas coxas unindo a ponta dos dedos médio e polegar – na tradição iogue, esse mudra (gesto) combate emoções negativas, como ansiedade, impaciência e irritação. De olhos fechados, 1 - inspire devagar e profundamente pelo nariz, de modo que costelas e abdome se expandam de leve enquanto o peito se enche de ar; 2 - prenda a respiração por alguns segundos; 3 - solte o ar bem devagar pelo nariz, demorando o dobro do tempo que levou para inspirá-lo; 4 -  prenda a respiração por alguns segundos e repita o exercício. “É importante que o exercício seja feito sem esforço, para não causar tensão. Com a prática diária, traz resultados cada vez melhores”, afirma Mariana.
(Fonte:www.claudia.abril.com.br)