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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

UMA VEZ PILANTRA TOTAL, SEMPRE PILANTRA TOTAL!



ASSIM, ASSIM...A COISA APODRECE!
Prouni não garante mudanças estruturais no ensino superior
Prouni foi financeiramente vital para universidades privadas
Criado em 2005, durante o governo Lula, e sob coordenação do então ministro da educação, hoje prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, o Programa Universidade para Todos (Prouni) não teve como única motivação promover o acesso de jovens ao ensino superior, mas também, e principalmente, prestar auxílio econômico para instituições de ensino superior privadas com fins lucrativos, setor que passava por grave crise financeira na época.
É o que aponta a pesquisa de doutorado do sociólogo Wilson Mesquita de Almeida, Ampliação do acesso ao ensino superior privado lucrativo brasileiro: um estudo sociológico com bolsistas do Prouni na cidade de São Paulo, desenvolvido no departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.
Desde sua implantação, o Prouni cede bolsas a alunos aprovados no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), com renda per capita de até três salários mínimos, para que estudem em instituições privadas de ensino superior. Mais de um milhão de estudantes já foram contemplados com bolsas, sendo 67% delas integrais.
Durante 4 anos o pesquisador estudou a trajetória de 50 bolsistas por meio de entrevistas e aplicação de questionários, além de verificar pesquisas e dados existentes sobre o programa. A pesquisa dividiu os estudantes em três grupos: bacharelandos, licenciandos e tecnólogos. Vale ressaltar que a grande massa dos bolsistas, mais de 70%, está nos dois últimos grupos.
O estudo mostra a diferença de perfil entre os alunos destes grupos. Enquanto os bolsistas dos cursos de bacharelado estão em universidades mais conceituadas e possuem melhor formação cultural, os alunos dos cursos de licenciatura e formação tecnológica são alunos de faculdades de menor qualidade, possuem formação escolar muito inferior e são, em geral, de classes sociais mais desfavorecidas. “O Prouni funciona como acelerador do ingresso no nível superior para alunos de bacharelado que estão em instituições privadas mais tradicionais, e como único e exclusivo acesso para alunos das classes mais baixas que povoam os cursos tecnológicos e de licenciatura”, afirma Almeida.
O estudo demonstra que conceitos como democratização do acesso e mobilidade social devem ser relativizados e separados. “De fato o acesso foi ampliado, mas o mais importante é nos perguntarmos qual é a qualidade do ensino ofertado”, argumenta Almeida.
A necessidade de lucro leva a grande maioria das faculdades particulares a reduzir gastos com infraestrutura e pessoal, o que reflete diretamente na sua qualidade. “No fundo, as instituições de ensino superior privadas lucrativas são verdadeiras fábricas de diplomas”, afirma o sociólogo. A formação dos alunos é, portanto, precária, e a relevância, no mercado profissional, do título acadêmico de uma universidade de qualidade questionável é minimizada, tornando o plano de ascensão social um sonho mais distante para estes estudantes.
História
O pesquisador analisou a história das universidades privadas desde a reforma universitária de 1968, a qual possibilitou a partir de 1970, com o incentivo de total isenção de impostos e outros mecanismos de financiamento, oferecidos pelo governo militar, o estabelecimento do modelo de ensino superior voltado prioritariamente ao lucro. “A figura do dono de universidade, embora exista, é pouco expressiva em outros países, mesmo nos Estados Unidos. No Brasil, é tido como normal, natural. As instituições de ensino superior privado lucrativas, praticamente, só existem no nosso país”, afirma Almeida.

A Constituição brasileira de 1988 tentou regular esta situação, e instituiu a lei que condicionava a isenção de impostos àquelas universidades particulares que investissem o lucro obtido em sua própria infraestrutura, a fim de garantir a qualidade do ensino ofertado. Entretanto, a nova lei foi pouco efetiva por conta de uma série de subterfúgios, onde as faculdades particulares simulavam falsos investimentos.
Esta situação perdurou durante a década de 1990, e se agravou no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, quando houve um grande incentivo para a explosão de vagas nas universidades privadas. A expansão provocou outro problema para estas instituições: o alto número de inadimplência e evasão dos alunos levou as empresas de ensino superior privado a chegar a uma situação financeira crítica no início dos anos 2000.
Neste contexto, com Lula e Haddad, nasceu o Prouni. Com a intenção primeira de salvar estas empresas, e não promover a inclusão.
 “Antes de tudo, o Prouni foi um programa que garantiu a continuidade e fortaleceu o estabelecimento do ensino superior privado lucrativo brasileiro, que chegou às portas da falência”, diz Almeida. 
“É inegável que o programa promoveu avanços, e o diploma pode fazer com que trabalhadores de baixa renda passem a ganhar um pouco mais, entretanto, isso não significa nenhuma mudança estrutural. O investimento em educação básica de qualidade e no modelo de ensino superior público ampliado e diversificado, poderia ser um melhor caminho do que o modelo atual da graduação, baseado na hegemonia do setor privado com fins lucrativos e um setor universitário público restrito e ainda pouco permeável à massa de estudantes brasileiros”, conclui o sociólogo.
Imagem: Marcos Santos / USP Imagens
Mais informações: (11) 99203-0128, email wilmesq@hotmail.com, com Wilson Mesquita de Almeida
FONTE:  http://www.usp.br/agen/?p=124871

domingo, 6 de janeiro de 2013

SOBREPESO e RISCO DE MORRER


Estudo vê risco menor de morrer para quem tem sobrepeso
Agência Estado
Pessoas com sobrepeso e grau 1 de obesidade têm risco de mortalidade inferior aos que apresentam peso normal, tendo como parâmetro o Índice de Massa Corporal (IMC) – que faz uma relação entre o peso e a altura. A conclusão é de um estudo, baseado na revisão de 100 pesquisas com a participação de 3 milhões de pessoas, publicado pelo respeitado Journal of the American Medical Association (Jama). 


Alguns médicos, porém, fazem ressalvas a algumas das conclusões, enquanto outros classificavam como "lixo" o levantamento. Isso porque o resultado do estudo contradiz pesquisas anteriores, que indicam ser melhor para a saúde ter o peso normal, de acordo com o IMC. 



Os autores, por sua vez, frisam que os dados deste levantamento indicam apenas haver menos risco de morte, mas não melhora na qualidade de vida. Não há, segundo eles, conclusões refutando outros levantamentos que associam obesidade a problemas cardíacos e diabete, responsáveis por grande parte das mortes no mundo desenvolvido. 



Ao todo, há 2,88 milhões de indivíduos e 270 mil mortes nas pesquisas citadas – que são majoritariamente nos EUA, Canadá e Europa, mas também incluem China, Japão, Brasil, Israel, Índia e México. A responsável é Katherine Flegal, do Centro Nacional de Estatísticas da Saúde e do Centro para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC, em inglês), que atuou com dezenas de colegas para coletar e analisar todos os dados. 



Risco de morte. Os pesquisadores, de acordo com o Jama, verificaram um risco de morte 6% inferior para as pessoas com sobrepeso quando comparadas às de peso normal. As com grau de obesidade 1 correriam risco 5% menor. Para os graus 2 e 3 de obesidade o risco de morte dispara, sendo 29% superior ao dos indivíduos com peso normal. 



O uso do Índice de Massa Corporal (IMC) como base do estudo alimentou ainda mais a polêmica (mais informações nesta página). O IMC considerado normal varia entre 18,5 e 24,9. O sobrepeso vai de 25 a 29,9. A obesidade de grau 1 é observada entre os valores 30 e 34,9. Acima disso, passa a ser obesidade de grau 2 (35 a 39,9) e 3 (40 ou mais). 



Explicações. Segundo o estudo, portanto, o sobrepeso e a obesidade de grau 1 teriam vantagens. Mas o IMC muito alto, refletindo obesidade de grau 2 ou 3, aumentaria o risco de morte quando comparado ao de pessoas de peso normal. 



"Possíveis explicações para o resultado incluem o comparecimento de pacientes pesados a médicos com antecedência, recebendo tratamento, efeitos metabólicos e benefícios de reservas energéticas", dizem os autores do estudo. Eles acrescentam que "nem todos os pacientes classificados com sobrepeso ou tendo grau 1 de obesidade requerem tratamento para perda de peso. Estabelecer o IMC é apenas um passo em uma avaliação médica". 



Médicos consultados pelo Estado alertaram, porém, que doenças como a diabete e problemas no coração estão associados à obesidade e as pessoas devem buscar ter um peso normal. 



Também advertiram que o IMC não é a única forma de medir a obesidade de uma pessoa. Atletas fortes podem ter peso maior por causa dos músculos e serem classificados como com sobrepeso. A localização da gordura também é importante. Próxima ao abdome, oferece mais riscos cardiovasculares. Além disso, o histórico familiar também influencia. 



Alguns médicos criticaram duramente o estudo. Walter Willet, da Escola de Saúde Pública de Harvard, disse que a pesquisa "é um monte de lixo". As informações são do jornal O Estado de São Paulo.
FONTE: 

GATO-AVIÃO

Presos usam gato para transportar celular e serra em AL
O gato "avião" de Alagoas
Apreensões de celulares e outros objetos proibidos são rotina nos presídios brasileiros. Mas, em Alagoas, presos tentaram introduzir um aparelho, duas serras e duas brocas utilizando um meio inusitado: um gato. O felino foi capturado quando tentava entrar no Presídio Desembargador Luiz de Oliveira Souza, em Arapiraca, no agreste alagoano, com os objetos presos com fita adesiva junto ao corpo.
Além das serras, do celular e das brocas, o gato carregava um fone de ouvido, um cartão de memória, três baterias e um carregador de celular. Segundo a Secretaria de Estado da Defesa Social, o animal havia sido criado e treinado como “avião” pelos internos da unidade. Capturado, o gato foi encaminhado para o Centro de Controle de Zoonoses.
FONTE: http://veja.abril.com.br/blog/politica/uncategorized/o-gato-aviao-em-alagoas/

sábado, 5 de janeiro de 2013

RELÓGIO ALIMENTAR


Comer durante a noite pode desregular o 'relógio alimentar'

Pesquisa mostra que uma proteína denominada quinase C exerce um papel importante na programação do relógio alimentar, que controla os períodos em que o corpo se prepara para se alimentar

Relógio alimentar
Pesquisadores descobriram que a proteina quinase C está relacionada a alterações no relógio alimentar (Thinkstock)
Durante as férias e festas de fim de ano, é comum comer mais tarde do que o usual, ou mesmo no meio da noite. Estudos mostram que essas atitudes podem desregular o 'relógio alimentar' presente no organismo, que controla os períodos em que o corpo se prepara para se alimentar.
CONHEÇA A PESQUISA
Onde foi divulgada: periódico Proceedings of the National Academy of Sciences
Quem fez: Luoying Zhanga, Diya Abrahama, Shu-Ting Lina, Henrik Osterb, Gregor Eicheleb, Ying-Hui Fua e Louis J. Ptáček
Instituição: Universidade da Califórnia, em São Francisco, nos EUA

Resultado: Camundongos que receberam alimentos apenas durante as horas em que costumavam dormir ajustaram seu relógio alimentar e passaram a acordar no novo horário das refeições. Já aqueles que não possuíam o gene que sintetiza a proteína quinase C não responderam à mudança de horários - e continuaram dormindo normalmente.
Uma pesquisa desenvolvida na Universidade da Califórnia, em São Francisco, ajuda a entender como esse relógio funciona em nível molecular. O estudo, publicado na edição de dezembro do periódico Proceedings of the National Academy of Sciences, mostra que uma proteína denominada quinase C exerce um papel importante na reprogramação do relógio alimentar.
Em lugar de engrenagens e peças metálicas, esse relógio é composto pela interação de genes e moléculas, que mantêm o organismo em um nível metabólico estável. Esse mecanismo controla os genes relacionados a todo o processo de aproveitamento dos nutrientes ingeridos, desde a absorção no sistema digestivo até sua distribuição na corrente sanguínea. Ele também é capaz de antecipar nossos hábitos alimentares, o que explica porque é normal sentir fome perto da hora do almoço.
Esse não é o único relógio biológico presente no organismo dos seres humanos, animais e até plantas. Todos eles são governados pelo relógio biológico principal, o ritmo circadiano, que controla diversos processos biológicos durante as 24 horas do dia, como a renovação das células e o estado de sono e vigília. "É claro que às vezes nós não damos atenção a esse relógio. Nós programamos alarmes e acordamos mais cedo do que o nosso organismo gostaria, ou ficamos acordados até mais tarde. O relógio circadiano é algo em que nós podemos interferir, mas ele está sempre em funcionamento, dizendo quando devemos estar cansados e quando devemos despertar" afirma Louis Ptáček, um dos pesquisadores do grupo, ao site de VEJA.
Reprogramando o relógio alimentar – Diversos estudos mostram que o 'relógio alimentar' pode ser reprogramado quando um indivíduo muda seus hábitos alimentares, principalmente no que se refere ao horário das refeições. 
Durante o estudo, camundongos que receberam alimentos apenas durante algumas horas, no período em que costumavam dormir, acabaram ajustando seu relógio alimentar, e passaram a acordar no novo horário das refeições. Mas os roedores que não possuíam o gene que sintetiza a proteína quinase C não responderam à mudança de horários — e continuaram dormindo normalmente, perdendo a chance de se alimentar. Isso demonstra a importância dessa proteína na regulação do relógio, embora os pesquisadores ainda não saibam com precisão como ocorre todo o processo.
Herança ancestral – A programação do 'relógio alimentar' para os horários em que as pessoas costumam fazer as refeições vem da época dos homens das cavernas, que só se alimentavam durante o dia, quando era possível caçar. "Se nós acordamos no meio da noite e vamos para a cozinha comer, podemos afetar o equilíbrio do nosso 'relógio alimentar' e dizer a ele que a comida está disponível em um horário incomum", explica Ptáček.
Inversão de horários  Pessoas que comem durante a noite têm em média um risco maior de desenvolverem obesidade e diabetes. "Se eu comer durante a noite a mesma quantidade que uma pessoa come durante o dia, meu risco de desenvolver obesidade é maior", afirma Ptáček.
Mas isso não significa que comer durante a noite algumas vezes seja prejudicial. "A saúde é a soma do nosso comportamento durante longos períodos. Você pode ficar acordado até mais tarde ou comer tarde, em uma festa, quando sentir vontade, mas de forma geral é mais saudável manter um padrão", diz.
Quem trabalha no período noturno também tende a ganhar mais peso. No entanto, Ptáček explica que isso acontece porque a maioria das pessoas mantém os hábitos 'diurnos' mesmo trabalhando à noite por um longo período. Isso é o que faz com que eles continuem sentindo sono à noite, embora precisem ficar acordados por causa do trabalho. No entanto, se essas pessoas mudarem completamente sua rotina, é possível reajustar o relógio completamente e, dessa forma, seu risco de desenvolver doenças como a obesidade passa a ser o mesmo que o dos demais.
Tratamento – Para os pesquisadores, essa descoberta pode ajudar no entendimento das bases moleculares de doenças como diabetes, obesidade e outras síndromes metabólicas. Além disso, entender como ingerir alimentos nos horários 'errados' do dia pode dessincronizar o relógio alimentar é essencial para o desenvolvimento de tratamentos melhores para pacientes com síndrome alimentar noturna e também para sintomas do jet lag.
"Nós sabemos que podemos reajustar relógios por meio dos botões que eles possuem, então se em algum momento no futuro o conhecimento que nós e outros pesquisadores tivermos sobre o 'relógio alimentar' nos permitir ajustá-lo de modo que eu não tenha vontade de comer no meio da noite, isso pode ajudar a tratar a obesidade", afirma Ptáček.
FONTE: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/comer-durante-a-noite-pode-desregular-o-relogio-alimentar

NOVO REMÉDIO CONTRA TUBERCULOSE: SIRTURO (BEDAQUILINE)


FDA aprova medicamento da J&J contra tuberculose multirresistente

FDA aprova medicamento da J&J contra tuberculose multirresistente

Food and Drug Administration (FDA) aprovou uma nova medicação da Johnson & Johnson para tratar uma forma de tuberculose resistente, incomum nos EUA, mas que está crescendo globalmente, principalmente em países subdesenvolvidos. O medicamento é conhecido como Sirturo e irá tratar pacientes com tuberculose multirresistente, ou MDR-TB.
tuberculose multirresistente, ou MDR-TB, é uma doença fatal que afeta cerca de 630.000 pessoas em todo o mundo e que não pode ser curada com as terapias já existentes. A tuberculose é uma infecção bacteriana que envolve principalmente os pulmões.
O Sirturo, também conhecido como bedaquiline, não deve gerar muitos lucros para a Johnson & Johnson, uma vez que a doença é predominante em países pobres incapazes de suportarem os preços elevados do tratamento. O medicamento faz parte de um compromisso da empresa de avançar em medicamentos inovadores que ajudem a tratar graves problemas de saúde pública.
Os riscos potenciais da medicação incluem um aumento do risco de morte, o que levantou preocupações entre alguns membros do FDA. A agência vai exigir que seja colocado um aviso em destaque, informando os consumidores que as estatísticas indicam que os pacientes que tomaram o Sirturo mostraram um aumento das taxas de mortes em ensaios clínicos. Cerca de 11,4% dos pacientes que usaram a medicação morreram durante os ensaios clínicos, em comparação com 2,5% que receberam placebo.
O FDA concedeu a aprovação do Sirturo de forma acelerada. Este é um tipo de aprovação temporária liberada para doenças que não têm opções viáveis de tratamento. A aprovação foi baseada em dados de dois estudos nos quais os doentes no grupo de tratamento apresentaram 77,6% de sucesso terapêutico após 24 semanas, em comparação com 57,6% dos indivíduos no grupo de placebo.
Ainda não está claro, porém, se o Sirturo causou aumento da taxa de mortalidade. Parece mais provável que esta tenha sido apenas uma coincidência ruim, disse Mel Spigelman, executiva da Global Alliance for TB Drug Development.
tuberculose é geralmente tratada com uma combinação de quatro drogas por pelo menos seis meses, de acordo com o National Heart, Lung and Blood Institute. Algumas formas de tuberculose, no entanto, não podem ser tratadas com os medicamentos atualmente disponíveis. O Sirturo age inibindo uma enzima necessária para que a Mycobacterium tuberculosisbactéria causadora da tuberculose, se replique e se espalhe pelo organismo e deve ser usado em combinação com outros fármacos utilizados para tratar a doença. Como o medicamento também traz alguns riscos, os médicos devem se certificar de usá-lo de forma adequada e apenas em pacientes que não tenham outras opções de tratamento.
Fonte: FDA
NEWS.MED.BR, 2013. FDA aprova medicamento da J&J contra tuberculose multirresistente. Disponível em: . Acesso em: 5 jan. 2013.

PROJETO BEIRA DE LEITO


Hospital inicia administração eletrônica de medicamentos
O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP) da USP acaba de iniciar o Projeto Beira de Leito, que melhora o processo de segurança dos pacientes e funcionários e controla a validade e a rastreabilidade dos medicamentos. A iniciativa utiliza um sistema de informação para controlar a entrada, dispensação e distribuição, além da administração de medicamentos, hemoterápicos, nutrição parenteral, dieta enteral e coleta de exames laboratoriais à beira de leito do paciente.
Leitura da pulseira do paciente indica medicamentos que serão administrados
A logística funciona da seguinte maneira: um notebook instalado em um carrinho é levado à beira do leito do paciente. Por meio de um leitor de código de barras a enfermagem faz a leitura na pulseira do paciente dos medicamentos que serão administrados. Além de registrar os gastos para fins de faturamento, o sistema emite alertas de inconsistências, como por exemplo, medicamentos não prescritos para o paciente ou fora do prazo de validade.
Na Farmácia do Hospital, o sistema permite total rastreabilidade dos medicamentos no processo de dispensação através de um código de barras bidimensional que é colocado no medicamento pela equipe da farmácia. Este código é capaz de armazenar várias informações sobre o medicamento como origem, fornecedor, lote e validade.
Reformulação
Para viabilizar a implantação do Projeto Beira de Leito, o Sistema de Fracionamento e Etiquetagem de Medicamentos da Divisão de Assistência Farmacêutica do HCFMRP foi totalmente reformulado. Foram adquiridos equipamentos que permitem a embalagem e rotulagem individual de vários itens, capaz de embalar 35 unidades por minuto.

O sistema de código de identificação criado além de permitir a rastreabilidade dos medicamentos também é usado para se unificar as unidades empacotadas e criação de kits.
O sistema, projetado e desenvolvido pelo Centro de Informações e Análises em parceria com a Divisão de Assistência Farmacêutica e Divisão de Enfermagem, teve início no 4º e 9º andar e se estenderá progressivamente para outras áreas da instituição.
Para a expansão do Beira de Leito já estão sendo feitos investimentos numa parceria entre a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) e o HCFMRP para implantação de uma rede sem fio que deve abranger todas as áreas assistenciais e de ensino e pesquisa. O Hospital é a primeira instituição pública do Estado de São Paulo a implantar o projeto.
Foto: Divulgação HCFMRP
Mais informações: (16) 3602-2612
FONTE:  http://www.usp.br/agen/?p=124689

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

ALGO DE DECÊNCIA AINDA SOBROU!


04/01/2013
 às 16:00 \ Câmara dos DeputadosJulgamento do mensalão

Mensalão: petista critica condenados com mandato

Nem todos os petistas participaram do teatro que tentou dar um ar de normalidade à posse na Câmara de José Genoino, condenado como corrupto pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento do mensalão. O deputado Domingos Dutra (PT-MA) diz que, se fosse o colega, não assumiria o cargo.

Mesmo evitando fazer críticas diretas a Genoino, Dutra concorda que o caso é constrangedor. “Abstraindo se tem petista ou não, a situação é muito desconfortável”, afirmou o parlamentar.
“É contraditório ser condenado criminalmente e exercer o mandato. O processo legislativo brasileiro é totalmente imoral.”
Não é a primeira vez que Dutra vai na contramão do partido. Em 2010, ele chegou a fazer greve de fome para protestar contra uma aliança do PT com o grupo político de José Sarney no Maranhão.
(Gabriel Castro, de Brasília)
FONTE: http://veja.abril.com.br/blog/politica/camara-dos-deputados/mensalao-petista-critica-condenados-com-mandato/

SUCESSO!


Sabe o que é sucesso?
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FONTE: internet (autoria desconhecida, por enquanto)