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quarta-feira, 16 de julho de 2014

DIABÉTICOS e NECESSIDADES PROFISSIONAIS

Pesquisa revela necessidades profissionais de diabéticos
A partir do momento em que a pessoa é diagnosticada com o Diabetes mellitus,ela passa a ter necessidades especiais. Necessita se adequar a novos hábitos, que envolvem alimentação saudável, prática de atividade física e uso de medicamentos. Para aquele que trabalha, receber o diagnóstico de diabetes resulta na necessidade de conciliar as ações de autocuidado com a rotina de trabalho. Com isso, muitos acabam enfrentando dificuldades e aposentando-se precocemente, em função das complicações crônicas, que podem acarretar deficiências.
Condições adequadas mantêm diabéticos no mercado de trabalho
Partindo desse pressuposto, pesquisa na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP, conduzida pela terapeuta ocupacional Beatriz Cardoso Lobato, com orientação da professora Carla Regina de Souza Teixeira, foi em busca de compreender as necessidades das pessoas com diabetes no trabalho, na perspectiva dos adoecidos e dos profissionais de saúde. O intuito foi mostrar quais são as condições adequadas para o autocuidado neste contexto, para mantê-los ativos no mercado de trabalho. “Os resultados da pesquisa apontam que tanto para os profissionais da saúde quanto para as pessoas com diabetes, há uma implicação recíproca entre diabetes e trabalho”, salienta Beatriz.
Segundo a pesquisadora, o diabetes pode comprometer o desempenho no trabalho com manifestação de sintomas agudos como sudorese, cansaço e sonolência. Assim como o trabalho pode interferir no controle glicêmico em função da rotina e ritmo imposto ao trabalhador. “O trabalhador com diabetes mostra-se incomodado com a percepção dos colegas de trabalho sobre os sintomas do diabetes, como o suor, por exemplo. Como optam por não contarem que têm diabetes, mudanças em seu comportamento e desempenho, em função de alterações da glicemia, podem ser interpretadas equivocadamente pelos empregadores e colegas de trabalho, podendo comprometer sua permanência no trabalho”.
A tese Sempre foi velado: um modelo teórico sobre os significados de ser trabalhador com diabetes na perspectiva do adoecido e dos profissionais de saúde, defendida em julho de 2014, conta com a percepção de 11 pessoas com diabetes inseridas no mercado de trabalho e de oito profissionais da saúde.
Mudanças
Após entrevistar trabalhadores com diabetes que realizam seguimento no Centro de Saúde Escola da Cuiabá, no Bairro Sumarezinho, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, Beatriz constatou que pessoas com esta condição crônica apresentam dificuldades em conciliar as ações de autocuidado orientadas pelos profissionais de saúde, com a rotina e ritmo imposto pelo mercado de trabalho.

“As pessoas com diabetes necessitam alimentar-se a cada três horas. Embora a pausa para o lanche seja prevista na legislação e no horário de trabalho, nem sempre a pausa acontece na prática. Aspecto que se agrava para a pessoa com diabetes, que embora reconheça sua necessidade, revela o receio de ser compreendida como menos produtiva ao realizar a pausa no trabalho” afirma a terapeuta ocupacional.
Segundo Beatriz, as adaptações no ambiente de trabalho são simples e baratas. “Para as pessoas com diabetes que utilizam insulina, há a necessidade de um refrigerador para armazenar o medicamento. Além disto, uma escala entre os funcionários pode viabilizar as pausas para a refeição”.
As mudanças propostas em sua pesquisa, diz Beatriz, se aderidas pela justiça, podem trazer melhoras significativas para o cotidiano das pessoas com diabetes. “Precisamos de leis trabalhistas que definam os direitos destas pessoas no contexto do trabalho, com o intuito de promover as condições necessárias para a realização de autocuidado e desenvolvimento profissional”.
Foto: Marcos Santos / USP Imagens
Mais informações: (35) 9732-0061 E-mailbeatrizlobato@yahoo.com.br
 Por Da Redação - agenusp@usp.br
Marcela Baggini, do Serviço de Comunicação Social da Prefeitura USP do Campus de Ribeirão Preto
imprensa.rp@usp.br

segunda-feira, 14 de julho de 2014

GLAUCOMA: SAIBA MAIS

Esclareça sete dúvidas sobre o glaucoma

Doença, que afeta cerca de 1,5 milhão de brasileiros, não apresenta sintomas em seu estágio inicial e, se não for controlada, pode levar à cegueira

Vivian Carrer Elias
Glaucoma: Fator genético corresponde a 30% do risco da doença
Glaucoma: Fator genético corresponde a 30% do risco da doença (Getty Images/iStockphoto)
Uma das principais causas de cegueira no mundo se deve a uma doença silenciosa, sem cura e que com frequência é diagnosticada quando já está em fase avançada: o glaucoma. Estima-se que 60 milhões de pessoas no mundo tenham a condição, sendo 1,5 milhão no Brasil, e que 8 milhões de indivíduos não enxerguem devido a complicações do problema.

O glaucoma é caracterizado por uma lesão no nervo óptico provocada principalmente pelo aumento da pressão intraocular. O nervo óptico é o responsável por levar as imagens captadas pela retina ao cérebro. Por isso, a condição compromete a visão de forma progressiva e irreversível – e pode, em alguns casos, causar cegueira. De acordo com a Glaucoma Research Foundation, 10% das pessoas que recebem tratamento apropriado contra o problema perdem completamente a visão mesmo assim.

A fase inicial do glaucoma não tem sintomas. Quando o paciente começa a se queixar de problemas relacionados à perda da visão periférica – como esbarrar nas paredes ou tropeçar em degraus —, a doença já avançou. "Cerca de 80% dos pacientes brasileiros com glaucoma já chegam ao consultório com sintomas, ou seja, na fase mais avançada da doença", diz Francisco de Lima, presidente da Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG).

Cuidado — A doença pode ser diagnosticada em sua fase inicial e assintomática. Para isso, é necessário que os indivíduos, especialmente os que têm mais de 40 anos, mantenham uma rotina de ir ao oftalmologista pelo menos uma vez ao ano – mesmo se não se queixarem de nenhum problema ocular. "Qualquer consulta oftalmológica inclui exames de pressão ocular e de fundo de olho que podem acusar o glaucoma", diz Lima.

Esses exames também previnem o glaucoma, uma vez que a pressão alta pode ser controlada. Além disso, médicos recomendam hábitos saudáveis, como exercitar-se com frequência e evitar o cigarro, como forma de diminuir o risco da doença.

FONTE PARA A REPORTAGEM COMPLETA: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/esclareca-sete-duvidas-sobre-o-glaucoma

segunda-feira, 30 de junho de 2014

MORTALIDADE MATERNA

Gravidez

Redução da mortalidade materna no Brasil é uma das menores do mundo

Entre 2000 e 2013, taxa de mortes por complicações na gravidez e parto diminuiu 1,7% ao ano. Média de 75 países que fazem parte de plano de metas da ONU foi de 3,1%

Mortalidade materna inclui mortes que ocorrem na gestação, no parto ou em decorrência de suas complicações
Mortalidade materna inclui mortes que ocorrem na gestação, no parto ou em decorrência de suas complicações(Thinkstock)
Um relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) que levou em consideração os dados de 75 países indicou que o Brasil teve a quarta mais lenta redução da mortalidade materna entre os anos de 200 e 2013. Nesse período, o desempenho brasileiro foi semelhante ao de Madagascar, com queda anual média de 1,7% na taxa de mortalidade relacionada à gravidez e ao parto. A marca está bem abaixo da média de todas as nações juntas, que foi de 3,1% ao ano.
Os dados fazem parte de um relatório divulgado nesta segunda-feira durante o fórum do grupo Parceria para a Saúde Materna, de Recém-Nascidos e Crianças (PMNCH). O documento levou em consideração países participantes do Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, um conjunto de metas propostas pela Organização das Nações Unidas (ONU) a serem cumpridas até 2015.
O novo mostra que poucos países vão atingir o compromisso de redução de mortalidade materna. No Brasil, por exemplo, a taxa de brasileiras que morreram na gestação, no parto ou em decorrência de suas complicações em 2013 foi equivalente a 69 a cada 100.000 nascimentos. Isso representa quase o dobro da meta assumida nos Objetivos do Milênio — chegar em 2015 com, no máximo, 35 mortes a cada 100.000 nascimentos. O Brasil já assumiu que não vai conseguir atingir a marca.
Comparação — Para se ter uma ideia, o risco de uma mulher morrer nos países avaliados por causas relacionadas ao parto e à gestação é de 1 para 66. Nos países com alto desenvolvimento, o risco é de 1 para 3.400. Dados da OMS divulgados no mês passado mostraram que, a cada hora, 33 mulheres morrem no mundo devido a complicações na gravidez. Embora seja considerado elevado, esse número é 45% menor do que há duas décadas.
Os únicos países que apresentaram uma redução da mortalidade materna menor do que a do Brasil foram Iraque, África do Sul e Guatemala. Já entre os países com as maiores reduções, estão Ruanda, Camboja, Lao e Guiné Equatorial.
Leia também:

Novas estratégias — O relatório alerta para a necessidade de se definir estratégias que acelerem avanços nas saúdes materna, infantil e neonatal. "Precisamos renovar e redobrar nossos esforços em áreas-chave, onde o progresso vem sendo menor", dizem os autores do documento. Eles reforçam a necessidade de se evitar que, esgotado o prazo definido nos Objetivos do Milênio, o ânimo para se alcançar as metas diminua. A mensagem é: o trabalho está inacabado, mas os objetivos são possíveis de serem alcançados.
Entre os pontos considerados essenciais pelos autores do trabalho estão a melhoria do acesso a métodos contraceptivos, fundamentais para garantir o planejamento familiar; a garantia da assistência, feita com profissionais preparados e equipados adequadamente, tanto na gestação quanto nas fases pré e pós-parto; a redução de índices de doenças como diarreia e pneumonia e o combate a altos índices de desnutrição.

Fatores importantes para uma gravidez saudável - para mais informações acesse:
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/reducao-da-mortalidade-materna-no-brasil-e-uma-das-menores-do-mundo

sábado, 28 de junho de 2014

GORDURA PARDA e DIABETES

Caminhar durante as manhãs de inverno ajuda no combate ao diabetes

Em Sydney

  • Thinkstock/Getty Images
Caminhar durante a manhã no inverno ajuda no combate ao diabetes e a obesidade porque ajuda a regenerar a gordura parda ou tecido adiposo marrom, segundo um estudo divulgado nesta segunda-feira (23) na Austrália.
Os pesquisadores viram que a gordura parda ou gordura de bebê, que ajuda os recém-nascidos a manter a temperatura corporal, pode queimar energia com maior rapidez do que a gordura comum ou branca, que armazena energia e provoca aumento da massa corporal.
Os cientistas descobriram que se uma pessoa é exposta a temperaturas de cerca de 19ºC, ela é capaz de regenerar a gordura parda em quatro semanas, segundo a emissora local "ABC".
O chefe da equipe investigadora, o endocrinologista australiano Paul Lee, disse que este descobrimento pode ser uma das chaves para combater a obesidade, que afeta grande parte da população.

Conheça alguns mitos e verdades sobre diabetes 20 fotos

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Todo diabético precisa tomar insulina. MITO: para quem tem diabetes do tipo 1 não há mesmo escapatória, já que o pâncreas não é capaz de produzir insulina. Mas para os pacientes diabéticos do tipo 2, que são 90% dos casos, a insulina pode ser dispensada se a doença for detectada e tratada no início. "Um diabético pode passar a vida inteira sem nunca precisar de insulina. Mas se o pâncreas for sobrecarregado e começar a "falhar", a melhor solução é a insulina. Nesses casos, quanto antes, melhor", explica o endocrinologista Felipe Gaia Leia mais Thinkstock
"A gordura branca ordinária armazena energia, mas quando há muita, pode causar diabetes, pressão alta e uma série de desordens no metabolismo", disse Lee.
Por outro lado, "a gordura parda não armazena a energia, mas sim promove a queima, e é por essa razão que os animais que possuem muito gordura parda estão protegidos contra o diabetes, a obesidade e uma série de desordens metabólicos".
Para efeitos do estudo, Lee recrutou cinco homens em bom estado de saúde para que passeassem a cada noite, durante quatro meses, em um quarto na qual a temperatura era de 19ºC.
Durante esse período a quantidade de células de gordura parda aumentou em 40%, assim como o metabolismo também acelerou.
Mas quando estas pessoas foram expostas a uma temperatura de 27ºC, a quantidade de células de gordura parda diminuiu e o metabolismo ficou mais lento.
Apesar da temperatura representar uma chave no crescimento da gordura parda, esta por si só não garante a perda do sobrepeso já que requer um treino especial, explicou o médico.
"Se for colocada uma pessoa em um curto prazo em um ambiente frio sem ser aclimado, seu corpo deverá trabalhar com maior força e potencialmente estimulará o apetite para compensar o estresse produzido pelo frio", ressaltou o endocrinologista.
Lee recomendou sair para caminhar durante as manhãs de inverno com um traje mais leve que permita sentir o frio, mas sem sofrer, para motivar a regeneração do gordura parda, embora também lembrou que o ser humano está cada vez mais acostumado a ambientes mais quentes devido ao uso dos sistemas de calefação.
FONTE PARA A REPORTAGEM COMPLETA: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/efe/2014/06/25/caminhar-durante-as-manhas-de-inverno-ajuda-no-combate-ao-diabetes.htm

VITAMINA D e RISCO DE MORTE PREMATURA

Falta de vitamina D aumenta o risco de morte prematura

Nicholas Bakalar
Do The New York Times
Uma análise recente descobriu que pessoas que possuem níveis baixos de vitamina D no sangue estão mais propensas a morrer mais cedo que as que têm níveis normais da vitamina.


Estudos anteriores tinham sugerido uma associação entre níveis baixos dessa vitamina e um risco mais alto de câncer de mama e outros cânceres, além de doença arterial coronariana.Ainda não existe um consenso geral sobre o que constitui um nível ideal de vitamina D. Todavia, para realizar a análise atual, os pesquisadores reuniram dados de 32 estudos e descobriram que o risco de morte prematura quase dobrou para pessoas com nível inferior a 9 nanogramas por mililitro em comparação com as pessoas com nível acima de 50. Os níveis superiores a 50 não produziram benefícios extras. O estudo foi publicado online no periódico The American Journal of Public Health.
Todos os estudos levaram em conta a idade e alguns incluíram outras variáveis, como índice de massa corporal, atividade física, raça, tabagismo, entre outras. Um dos estudos incluiu outros 17 fatores de risco e a associação entre níveis baixos de vitamina D e morte prematura persistiu.As pessoas devem tomar suplementos para aumentar os níveis de vitamina D do sangue?Para Cedric F. Garland, principal autor e professor de medicina preventiva e de família da Universidade da Califórnia, em San Diego, há poucos riscos em tomar suplementos de vitamina D, "desde que a pessoa mantenha os níveis inferiores a 200 nanogramas por mililitro de sangue".
FONTE: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2014/06/25/falta-de-vitamina-d-aumenta-o-risco-de-morte-prematura.htm

quinta-feira, 19 de junho de 2014

TESTE DO CORAÇÃOZINHO: O QUE É

O que é Teste do Coraçãozinho?

Redação do Diário da Saúde

O que é Teste do Coraçãozinho?
Realização do Teste do Coraçãozinho: O sensor colocado no pé da criança indica o resultado no visor do oxímetro. [Imagem: Cortesia Sociedade Brasileira de Pediatria]
Oximetria de pulso
O Ministério da Saúde incluiu nesta semana a oximetria de pulso, mais conhecida como teste do coraçãozinho, como parte dos exames neonatais realizados de forma padrão pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
O exame é capaz de detectar precocemente cardiopatias graves e diminui o percentual de recém-nascidos que recebem alta sem o diagnóstico de problemas que podem levar ao óbito ainda no primeiro mês de vida.
Apesar de avaliar o funcionamento do coração do bebê, o exame é simples, rápido e indolor - e não envolve diretamente o coração.
Um aparelho digital, chamado oxímetro, usa um sensor para medir a saturação periférica de oxigênio, ou seja, o nível de oxigênio do sangue nas extremidades do corpo, longe do coração.
Para isso, o sensor do oxímetro é colocado sobre a pele, na mão e no pé do recém-nascido, e a leitura é feita imediatamente no visor do aparelho.
Se a concentração de oxigênio no sangue for menor do que 95%, ou se houver uma diferença maior do que 3% entre a medida feita na mão e aquela feita no pé, tem-se uma suspeita de cardiopatia. Nesses casos é realizado um exame mais detalhado, chamado ecocardiograma, para que o diagnóstico final seja feito.
Importância do teste do coraçãozinho
O teste do coraçãozinho deve ser realizado entre 24 e 48h após o nascimento.
"Muitas vezes a criança nasce aparentemente com normalidade, mas, no final da primeira semana ou do primeiro mês de vida, desenvolve um quadro de choque ou de hipóxia, falta de oxigênio, e não há tempo hábil para o atendimento," explica o Dr. Jorge Afiune, da Sociedade Brasileira de Pediatria (SPB).
"Auscultar o bebê pode não ser o bastante. Sabemos que de 30 a 40 % dos que têm problemas cardíacos graves recebem alta das maternidades sem o diagnóstico. Temos que descobri-los no berçário e o primeiro passo é, sem dúvida, a oximetria," complementa.
O exame do coraçãozinho não é perfeito. Ele apresenta uma sensibilidade de 75% (capacidade do exame de identificar indivíduos verdadeiramente positivos, ou seja, de diagnosticar corretamente a doença) e uma especificidade de 99% (capacidade do exame de identificar os verdadeiros negativos, ou seja, diagnosticar corretamente os indivíduos sadios).
Ele não é capaz, por exemplo, de detectar alguns problemas do coração, como a coartação da aorta. Assim, mesmo realizando o teste do coraçãozinho, os pediatras deverão continuar realizando um exame físico minucioso em todos os bebês antes da alta da maternidade.
Cardiopatias e cardiopatias graves
Dados da SBP indicam que, em cada 1.000 bebês nascidos vivos, de oito a dez podem apresentar má-formações congênitas. Contudo, entre estes, apenas um ou dois vão podem apresentar cardiopatias graves, em que há a necessidade de intervenção médica rápida.
Estima-se que cerca de 30% daqueles bebês que apresentam as cardiopatias graves recebam alta da maternidade sem o diagnóstico. Com a oximetria de pulso, a intenção é que esse número tenda a zero.
FONTE: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=o-que-e-teste-coracaozinho&id=9820

terça-feira, 17 de junho de 2014

RESFRIADO e ATIVIDADE FÍSICA




Atividade física reduz o risco de pegar resfriado

Segundo um estudo, se exercitar pode ajudar as pessoas a não ficarem resfriadas. A pesquisa mostrou que quem se exercita cinco ou mais vezes por semana pega menos resfriados severos do que aqueles que malham uma ou menos vezes por semana. 
Depois de observar a dieta, o estresse mental, o peso, os níveis de educação, o gênero, entre outras coisas, os pesquisadores perceberam que o estilo de vida, a atividade física, é que fazia a diferença. 
Os pesquisadores acompanharam a saúde respiratória de 1.000 pessoas, entre 18 e 85 anos, por 12 semanas durante o outono e o inverno. Eles fizeram perguntas sobre quantas vezes os participantes do estudo se exercitaram e o quanto em forma eles se sentiam. 
Os resultados mostram que a duração dos sintomas de resfriado foi 43 a 46% menor nas pessoas que se exercitavam cinco ou mais vezes por semana, em comparação com pessoas que se exercitavam uma vez por semana ou nunca. 
As pessoas que se sentiam mais em forma tiveram sintomas de resfriado 41% menos severos do que as pessoas que se sentiam menos aptas. 
Ou seja, a dica dos pesquisadores durante as estações frias é sair de casa e se exercitar – pelo menos, fazer uma caminhada de 30 minutos – em uma base quase diária. 
O que faz o exercício físico ser tão eficiente é que ele estimula a circulação das células imunológicas em todo o corpo cerca de três horas depois de um treino ou exercício. Quanto mais vezes uma pessoa se exercita, mais frequentemente as suas células imunológicas estarão em alerta para invasão de patógenos. Essa frequência das células de movimento é o que fornece a proteção de nível superior do corpo. 
Outra conclusão do estudo é que as pessoas mais velhas e casadas têm menos probabilidade de pegar resfriado do que os jovens e solteiros. Segundo os pesquisadores, pode ser que as pessoas mais velhas tenham mais anticorpos do que os jovens, e que os casados saiam menos de casa e se exponham menos a outras pessoas e seus germes. 
Esta não é a primeira pesquisa sobre o assunto. Segundo os pesquisadores, hoje há provas suficientes da eficácia do exercício. Estudos anteriores já sugeriam uma ligação entre a atividade física e o sistema imunológico reforçado. 
Em 2002, um estudo mostrou que a atividade física moderada reduz o risco de infecção do trato respiratório superior em 23%, em comparação com baixos níveis de atividade física. 
Em 2006, uma pesquisa descobriu que um regime de exercícios moderados durante um ano pode reduzir a incidência de resfriados em mulheres na pós-menopausa com sobrepeso ou obesas. [LiveScience

FONTE: http://hypescience.com/atividade-fisica-reduz-o-risco-de-pegar-resfriado/

segunda-feira, 16 de junho de 2014

CAMINHADA PARA PROTEGER OS JOELHOS

Dar mais de 6.000 passos por dia evita problemas no joelho, aponta estudo

Do UOL, em São Paulo
  • Thinkstock
    Segundo estudo, mais de 6.000 passos por dia contribui para evitar dores nos joelhos
    Segundo estudo, mais de 6.000 passos por dia contribui para evitar dores nos joelhos
Um novo estudo mostrou que a caminhada reduz o risco de limitação nos pacientes com osteoartrose do joelho. A pesquisa, publicada na revistaArthritis Care & Research,  revelou ainda que dar mais de 6.000 passos por dia contribui para evitar problemas no joelho no futuro, como dificuldades de levantar da cadeira ou subir escadas.
Os cientistas mediram os passos diários de 1.788 pessoas com ou sem risco de desenvolver osteoartrose do joelho. A caminhada foi medida por monitores e os pesquisadores avaliaram as limitações funcionais no joelho depois de dois anos.
Os voluntários que andaram mais de 6.000 passos por dia reduziram as limitações do joelho entre 16% a 18% em comparação a quem andou menos.
"Caminhar é uma atividade de baixo custo e, apesar da indicação comum ser andar 10.000 passos por dia, o nosso estudo revela que apenas 6.000 passos são necessários para obter benefícios. Nós encorajamos as pessoas com ou sem risco de desenvolver problemas no joelho a caminhar para minimizar o risco de ter dificuldade para andar", conclui Daniel White, pesquisador da Universidade de Boston e autor do estudo.
Pesquisas anteriores relatam que osteoartrose do joelho é a principal causa de limitações para se locomover, além de outras dificuldades no dia a dia, como andar e subir e descer escadas.
FONTE PARA A REPORTAGEM COMPLETA: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2014/06/13/dar-mais-de-6000-passos-por-dia-evita-problemas-no-joelho-revela-estudo.htm