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sábado, 3 de março de 2012

PAN CHILE - 2012

VII Campeonato Panamericano
Início: 10/03/2012 - Término: 17/03/2012
Cidade: Puerto Montt - Chile
É com a maior satisfação que registro que uma delegação brasileira de basqueteiros, chefiada pelo Sr. Carlos Alberto Medeiros Galvão, Presidente da FBBM - Federação Brasileira de Basquetebol Master, participará do 7º CAMPEONATO PANAMERICANO (PAN 2012), a ser realizado na belíssima e turística cidade de PUERTO MONTT,  localizada na região dos lagos, sul do Chile, no período de 10 a 17 de março.
Quero confessar que não tenho a relação de todos os participantes, homens e mulheres, mas com honra e orgulho (pois dela estou fazendo parte) divulgo a seleção brasileira do BASQUETE MASTER +60, composta por ícones do basquetebol brasileiro de todos os tempos:
- ANÍBAL COSTA (PORCÃO) – SALVADOR - BA
- CARLOS ALBERTO MEDEIROS GALVÃO – NATAL – RN
- DÉCIO CECÍLIO SILVA JR (DECITO) – SÃO PAULO – SP
- IRAN JUNQUEIRA DE CASTRO – BRASÍLIA – DF
- JOÃO LEITE (JOÃO BARBA) – SÃO PAULO – SP
- JONI SILVA CORREIA – CORNÉLIO PROCÓPIO – PR
- LUIZ FELIPE FREIRE REYS – NITERÓI – RJ
- MARCOS ABDALLA LEITE (MARQUINHOS) – SÃO PAULO – SP
- MILTON SETRINI (CARIOQUINHA) – BRASÍLIA – DF
- OTÁVIO ROSA BORGES – RECIFE – PE
- SÉRGIO DE CASTRO MAIA (VINAGRE) – NITERÓI – RJ
- URBANO SIDNEY DO SACRAMENTO – SÃO PAULO – SP
- WASHINGTON M. ABREU – CURITIBA - PR
E para que esta minha alegria e honra fiquem muito bem registradas, posto aqui a seguinte correspondência recebida:

Natal, 06 de fevereiro de 2012.

REF:- Convocação para o 7° Campeonato Pan Americano do Chile

Ao atleta Joni Silva Correia

A Federação Brasileira de Basquetebol Master – FBBM estará representando o Brasil no 7° Campeonato Pan Americano do Chile a ser realizado de 10 a 17 de março de 2012, na cidade de Puerto Montt, Chile.
Vimos através desta convocar V.Sa. a integrar a Seleção Brasileira de Basquetebol Master 60 + e assim ajudar nosso país a conquistar um número expressivo de títulos e consolidar nossa posição no ranking da Federação Internacional, conforme disponibilizado no site da FIMBA – Federação Internacional de Maxibasquetebol, http://www.fimba.net/.
Informamos ainda que qualquer dúvida entre em contato conosco para tomar ciência das normas vigentes para participação nesse campeonato Pan Americano no Chile.
Certo de que contaremos com sua presença em nosso selecionado,
Atenciosamente,
Décio Cecílio 
Coordenador equipe BRASIL +60

(Fonte: www.fbbm.org)

TATUAGENS: PROPÓSITOS MÉDICOS

Um pequeno número de norte-americanos começa a usar tatuagens para propósitos médicos que não têm nada a ver com estética ou moda: servem para fornecer informações sobre as condições médicas da pessoa em caso de socorro.
As tatuagens podem indicar alergias, doenças crônicas e orientações caso a pessoa morra (como a doação de órgãos no pós-morte).
O patologista Ed Friedlander, 60, da cidade de Kansas, tem escrito bem no meio de seu peito "no CPR". A inscrição indica que ele não deseja receber ressuscitação cardiopulmonar por um paramédico se seu coração parar de bater.

Charlie Riedel - 29.set.11/Associated Press
Ed Friedlander tem tatuado "no CPR" no peito, indicando que não quer ser ressuscitado em caso de parada cardíaca
Ed Friedlander tem tatuado "no CPR" no peito, indicando que não quer ser ressuscitado em caso de parada cardíaca
Ele não é o único. Melissa Boyer, 31, de Nashville, usou durante anos um bracelete para identicá-la como diabética. Agora, ela porta uma pequena tatuagem no antebraço esquerdo como tendo diabetes do tipo 1. A inscrição também indica que ela é alérgica à penicilina e aspirina.
A Associação Médica Americana não cita em suas orientações as tatuagens como fonte médica. Mas o endocrinologista Saleh Aldasouqi, da Universidade do Estado de Michigan, espera que isso mude no futuro.
Para ele, seria importante padronizar o local onde as tatuagens devem ser feitas, de forma que os médicos possam procurar as informações sobre o paciente com facilidade. 
(Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1054041-nos-eua-tatuagem-comeca-a-ser-usada-para-fornecer-dados-medicos.shtml)

DIABETES e as ESTATINAS

As estatinas, remédios usados para baixar os níveis de colesterol, foram ligadas a um risco de causar diabetes tipo 2, problemas cognitivos e dores musculares.
Essa é a conclusão da FDA (agência que regula fármacos e alimentos nos Estados Unidos), que incluiu novos alertas de segurança na bula desses medicamentos.
Nos Estados Unidos, as marcas mais populares são Lípitor, Crestor e Zocor. No Brasil, eles também são muito prescritos, e há versões genéricas para todos eles.
O aumento do risco, ainda que pequeno, foi observado em pacientes que usaram as estatinas. O alerta também se baseou em estudos dessa classe de medicamentos.

Editoria de arte/Folhapress
Segundo especialistas, a ligação do remédio com o diabetes e as dores musculares já era conhecida.
"Estudos já demonstraram esse risco, mas os mais predispostos eram os que já tinham uma chance maior de ter a doença, com ou sem estatina. O que ela pode fazer é dar um empurrãozinho", afirma Raul Dias dos Santos, diretor da unidade clínica de lípides do Instituto do Coração.
O risco de ter diabetes tipo 2 é maior para quem é obeso e tem pressão, triglicérides e glicose mais altas.
Uma das possíveis explicações para a relação entre estatinas e diabetes é que o remédio dificulta a ação da insulina e aumenta os níveis de glicose no sangue.
Mas, segundo Santos, o novo alerta não será um impedimento para a prescrição dos medicamentos.
"Paradoxalmente, os que mais se beneficiam das estatinas são os que têm maior chance de ficar diabéticos."
Uma saída para diminuir esse risco é aderir ao conhecido pacote de mudanças de estilo de vida, que inclui perder peso e fazer exercícios.
As dores musculares também são comuns -aliás, segundo Daniel Magnoni, cardiologista do Hospital do Coração, essa é a maior queixa de quem toma as estatinas.
SEM MEMÓRIA
Segundo a FDA, perda de memória e confusão foram observados após o uso de todos os tipos de estatina e em pacientes de todas as idades. Mas a agência afirmou que as reações desaparecem assim que o uso é interrompido.
"Estranho um pouco esse alerta porque os estudos não relataram efeitos positivos ou negativos na cognição", afirma Santos.
Segundo Amy Egan, diretora do departamento de segurança da divisão de metabolismo da FDA, o benefício desses medicamentos é indiscutível, mas eles precisam ser usados com consciência de seus efeitos colaterais.
Santos afirma ainda que é importante não desestimular o uso dos remédios por causa dos novos riscos.
"Outros remédios para pressão alta aumentam o risco de diabetes, mas nem por isso não são prescritos. É preciso pesar os benefícios."
Para Magnoni, as sociedades médicas devem começar a considerar esses dados em suas recomendações.
Com "The New York Times"
(Fonte:  http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1055133-estatinas-podem-aumentar-risco-para-diabetes-diz-fda.shtml)

MORTE DE BEBÊS APÓS NASCIMENTO


A publicação de um artigo controverso a favor da morte de bebês após o nascimento colocou os nomes dos acadêmicos Francesca Minerva e Alberto Giubilini em evidência mundial. Os dois assinam o texto na revista médica "British Medical Journal". Nele, defendem que os médicos deveriam ter o direito de matar recém-nascidos não desejados pelas mães ou que apresentassem algum problema de saúde.
A reação foi imediata. Francesca, que é pesquisadora associada à Universidade Oxford e desenvolve seus estudos no Centro para Bioética Humana da Universidade Monash, em Melbourne (Austrália), recebeu ameaças de morte desde que o artigo veio à tona, assinado em coautoria com Alberto Giubilini, do Departamento de Filosofia da Universidade de Milão (Itália).
O artigo é intitulado "After-Birth Abortion: Why Should the Baby Live?" ("Aborto Pós-Nascimento: Por que o Bebê Deve Viver?", em tradução livre).
A morte de um feto e de um recém-nascido, defendem os autores do artigo, se justifica por eles "serem certamente seres humanos e pessoas em potencial", mas nenhum é uma "pessoa" no sentido de ter o "direito moral à vida."
Segundo o texto, não há diferenças entre matar um bebê que acabou de nascer e a prática do aborto.
A dupla diz ainda que os pais deveriam ter a opção de escolher se querem seu bebê morto, citando como exemplo que somente 64% dos casos de síndrome de Down na Europa são diagnosticados em testes de pré-natal.
Uma vez que essa criança nasça, não há "escolha para os pais a não ser mantê-la", escreveram.
Depois das ameaças de morte e mensagens raivosas, Francesca deu uma entrevista a um site. Ela disse que o assunto é "puramente acadêmico, uma discussão teórica" e não uma proposta de lei, e gostaria de explicar isso. 
(Fonte:  http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1056316-academicos-defendem-morte-de-bebes-depois-do-nascimento.shtml)

PROBLEMAS PARA DORMIR?

Sono melhora com a idade, diz estudo.

Pesquisa americana com mais de 150 mil adultos contraria a crença comum de que o sono pioraria com a idade.

As consequências dos problemas do sono são menos percebidas pelos adultos mais velhos As consequências dos problemas do sono são menos percebidas pelos adultos mais velhos (Thinkstock)
Dificuldade para dormir pode não estar associada à idade, segundo pesquisa da Universidade de Pensilvânia, nos Estados Unidos, publicada na edição de março da revista Sleep. Na verdade, a qualidade do sono parece melhorar ao longo da vida. Entre os participantes do estudo, os adultos na faixa dos 80 anos foram os que menos se queixaram.

Opinião do especialista

Dalva Poyares Dalva Poyares
Neurologista e coordenadora do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)

"Já se sabe que os distúrbios do sono trazem menos consequências diurnas aos idosos do que aos jovens. Por exemplo, um idoso que sofre de insônia reclama menos do que um jovem com o mesmo problema. Isso acontece porque, com o envelhecimento, sofremos uma alteração da regulação do sono e da vigília. Essa alteração faz com que os idosos reclamem menos, porque as consequências dos distúrbios durante o dia são menores do que nos jovens.
Não significa que os idosos não possuem problemas em dormir, eles possuem, mas sentem menos. E como a pesquisa contou com entrevistas, ou seja, atingiu a percepção subjetiva do indivíduo, os resultados mostraram o que os participantes sentem, e não o que sofrem de verdade. Mas o estudo é importante, pois faz com que os médicos se atentem aos problemas de sono dos adultos mais velhos. Não é porque eles não reclamam que não sofrem."
Em pesquisa telefônica aleatória, 155.877 adultos de diversos estados dos EUA foram questionados sobre distúrbios do sono e cansaço diurno. Foram relatados ainda outros fatores, como tipo de pele, renda, educação, humor, saúde e data do último exame médico. Todos os dados foram analisados posteriormente pelos pesquisadores.
Problemas de saúde e depressão foram claramente associados ao sono ruim, e as mulheres de todas as idades relataram mais distúrbios do sono e cansaço do que os homens. Foi observado ainda um pequeno aumento de problemas em dormir durante a meia idade — mais por parte das mulheres do que pelos homens. Mas exceto isso, a qualidade do sono melhorou consistentemente ao longo da vida. Ou pelo menos foi assim que as pessoas relataram.
O maior número de reclamações veio por parte de jovens entre 18 e 24 anos. Cerca de 25% das mulheres e 18% dos homens dessa faixa etária afirmaram ter problemas para dormir. Já os entrevistados mais idosos — mulheres com mais de 80 anos e homens entre 70 e 74 anos — foram os que apresentaram menos queixas. Nessa faixa etária, 17% das mulheres e 15% dos homens reclamaram de algum distúrbio do sono.
Segundo Michael Grandner, coordenador da pesquisa, o objetivo inicial do estudo era confirmar, entrevistando um número grande de pessoas, que os problemas do sono estão associados à idade. Mas os resultados derrubaram a teoria e comprovaram que a dificuldade em dormir é menos percebida em adultos mais velhos. "Isso é uma resposta à prática clínica de ignorar as queixas de sono dos idosos, considerando ser parte normal do envelhecimento", diz Grandner.
(Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/sono-melhora-com-a-idade-diz-estudo)

CONHECER PARA GOSTAR!

Alimentação infantil: crianças tendem a preferir alimentos com os quais estão familiarizadas
Alimentação infantil: crianças tendem a preferir alimentos com os quais estão familiarizadas (ThinkStock)

Familiarizar as crianças com vegetais é a melhor forma de tornar a alimentação mais saudável. Não adianta 'esconder' vegetais na refeição dos filhos. Para transformar a alimentação saudável em hábito, as crianças precisam conhecer o que estão comendo.Para fazer com que seus filhos sigam uma alimentação saudável, os pais desenvolvem as mais diferentes estratégias, como por exemplo, acrescentar alguns vegetais nos lanches das crianças sem que elas percebam. No entanto, segundo concluíram pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, essa técnica nem sempre é eficaz, já que os jovens não sabem que estão consumindo esse tipo de alimento e, portanto, não desenvolvem o hábito ao longo da vida. A aceitação dos filhos em relação a uma comida saudável, então, não depende de eles serem avisados ou não da presença de verduras e legumes no prato, mas sim da frequência com que esses alimentos são expostos às crianças. Esses resultados foram publicados na edição deste mês do periódico Journal of Nutrition Education and Behavior.O estudo se baseou nos dados de 68 crianças matriculadas no ensino médio ou no fundamental. Elas experimentaram alimentos semelhantes de duas amostras diferentes, sendo que, em um grupo, os produtos eram rotulados com a presença de algum vegetal, como 'biscoito de chocolate com grão de bico', por exemplo, e o outro somente como ‘biscoito de chocolate’. Os jovens não sabiam que todos os alimentos de ambos os grupos continham algum vegetal nutritivo. As crianças relataram se o sabor das comidas das duas amostras era semelhante ou se elas haviam preferido um alimento ao outro.

Os pesquisadores descobriram que a preferência pelo sabor não mudou com os diferentes rótulos para alimentos como pão de chocolate com abobrinha ou bolo de brócolis com gengibre. Entretanto, as crianças preferiram os biscoitos que não haviam sido rotulados com a presença de grão de bico, e escolheram os 'biscoitos de chocolate' em vez dos 'biscoitos de chocolate com grão de bico'. Também foi observado que o grão de bico foi o vegetal menos consumido pelos jovens em comparação com brócolis e abobrinha: 81% não havia provado o alimento no último ano.
Segundo Lizzy Pope, coordenadora do estudo, esses resultados reforçam a ideia de que as crianças são menos aptas a gostar dos alimentos com os quais são menos familiarizadas. "Como os participantes da pesquisa estavam mais acostumados com brócolis e abobrinha do que com grão de bico, o sabor sentido pelas crianças não mudou com os diferentes rótulos", afirma a pesquisadora. Ela também diz que as conclusões do levantamento mostram que a familiaridade com alimentos saudáveis é mais importante na melhora da alimentação infantil do que a introdução de vegetais no dia-a-dia da criança sem que ela saiba.
"Estudos anteriores mostraram que o rótulo dos alimentos, ou seja, o conhecimento da criança sobre a presença ou não de um vegetal na comida, pode influenciar em suas preferências. No entanto, pouco se sabe sobre como esse quadro muda quando o jovem está familiarizado com o alimento presente no rótulo", diz Randi Wolf, outro autor do estudo. "Essa pesquisa é importante pois pode contribuir para novas maneiras eficazes de promover o consumo de vegetais entre as crianças."
 CONHEÇA A PESQUISA: Título original: The Influence of Labeling the Vegetable Content of Snack Food on Children's Taste Preferences: A Pilot Study
Onde foi divulgada: periódico Journal of Nutrition Education and Behavior
Quem fez: Lizzy Pope e Randi L. Wolf
Instituição: Universidade de Columbia, Estados Unidos
Dados de amostragem: 68 crianças matriculadas no Ensino Médio ou no Fundamental
Resultado: Preferência de crianças por determinados alimentos não necessariamente muda se elas sabem ou não da presença de vegetais neles, e sim varia conforme a familiaridade que elas têm com alimentos saudáveis.
(Fonte:  http://veja.abril.com.br/noticia/saude/familiaridade-com-vegetais-e-a-melhor-maneira-de-melhorar-alimentacao-das-criancas)

IDSUS 2012: coisa feia! (e ainda Mãedilma mandou cortar 5 bilhões do orçamento p/saúde)

Governo dá nota de 5,47 para saúde pública do Brasil. 93,8 % do brasileiros têm avaliação abaixo da média, definida como 7.

O ministro Alexandre Padilha durante o lançamento do Índice do Desempenho do SUS 2012 (IDSUS) O ministro Alexandre Padilha durante o lançamento do Índice do Desempenho do SUS 2012 (IDSUS) (Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil)
Um índice criado pelo governo deu nota de 5,47 para a saúde pública brasileira — em uma avaliação que vai de 0 a 10. O Índice de Desempenho do SUS (IDSUS), apresentado nesta quinta-feira pelo Ministério da Saúde, mostra um quadro desastroso.
O levantamento aponta que 93,8% dos municípios tiveram nota abaixo da média, estabelecida como 7. A maior parte dos 5.563 dos municípios brasileiros ficou abaixo do regular: 2,4% (132 municípios) tiveram notas variando de 0 a 3,9; 18,3% (1.018) ganharam de 4 a 4,9; 47% (2.616) receberam de 5 a 5,9; 26,1% (1.450) de 6 a 6,9; 6,1% (341) de 7 a 7,9. Apenas seis municípios ficaram com nota acima de 8. São eles: Barueri (SP), Rosana (SP), Arco-Íris (SP), Pinhal (RS), Paulo Bento (RS) e Cássia dos Coqueiros (SP). 
Das capitais brasileiras, a única que teve considerado desempenho satisfatório foi Vitória, com 7,08. As capitais que têm a pior saúde pública são Maceió, Belém e Rio de Janeiro.

Grupo 1 - 10 municípios melhores pontuados

 Município UF Nota IDSUS População Região
Vitória ES 7,08 325.453 SE
Curitiba PR 6,96 1.746.896 S
Ribeirão Preto SP 6,69 605.114 SE
Florianópolis SC 6,67 421.203 S
São José do Rio Preto SP 6,55 408.435 SE
Porto Alegre RS 6,51 1.409.939 S
Goiânia GO 6,48 1.301.892 CO
Campinas SP 6,41 1.080.999 SE
Belo Horizonte MG 6,40 2.375.444 SE
São Paulo SP 6,21 11.244.369 SE

10 municípios piores pontuados

Município UF Nota IDSUS População Região
Rio de Janeiro RJ 4,33 6.323.037 SE
Belém PA 4,57 1.392.031 N
Maceió AL 5,04 932.608 NE
Brasília DF 5,09 2.562.963 CO
Fortaleza CE 5,18 2.447.409 NE
João Pessoa PB 5,33 723.514 NE
Uberlândia MG 5,33 600.285 SE
Juiz de Fora MG 5,36 517.872 SE
Santos SP 5,47 419.757 SE
Cuiabá MT 5,55 551.350 CO

O IDSUS é uma ferramenta que pretende avaliar o desempenho dos serviços públicos de saúde no Brasil, no que diz respeito à qualidade de atendimento prestado ao paciente. Questões estruturais, como ausência de aparelhagem, não entram diretamente na conta. A avaliação foi feita com dados de 2008 a 2010. As notas são definidas a partir de 24 indicadores. Entre eles estão oferta de serviços, cobertura de vacinação tretavalente, média de população atendida e e efetividade. A intenção é atualizar o resultado a cada 3 anos.
Entre os estados, o de Santa Catarina tem a melhor oferta de serviços pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O estado conta com o melhor acesso e o melhor desempenho do SUS. De zero a 10, a pontuação de SC ficou em 6,29 – a média brasileira é de 5,47. São Paulo, que está na sétima colocação, ganhou nota 5,77. Em último lugar está o Pará (4,17). O Rio de Janeiro teve a terceira pior nota estadual, com 4,58. "A nota media é a 5. De 4,5 a 5,5 consideramos dentro da média. De 6 até 8, é considerado regular. Acima de 8, bom", afirma Teixeira.
Estratificação — De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil teve de ser dividido em seis grupos homogêneos, dada a disparidade do território nacional, para que pudesse haver um parâmetro de comparação. Nesses grupos, as cidades foram agrupadas por similaridade: aquelas com uma melhor estrutura, como presença de aparelhos para ressonância magnética ou de hospitais de alta complexidade, ficaram juntas – e são comparadas entre si. "Os grupos 1 e 2 são aqueles que tem uma melhor estrutura, sendo o grupo 1 um pouco mais rico que o 2", diz Afonso Teixeira dos Reis.
"O IDSUS 2012 é uma ferramenta que passa a ser incorporada na análise, a ser feita pelos gestores do Sistema Único de Saúde, para detectar falhas e pontos positivos na oferta de serviços e atendimento ao usuário", diz o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Isso significa que todas as cidades, em especial aquelas que receberam nota baixa, deverão passar por medidas corretivas e novos programas para tentar melhorar o quadro geral. "Tudo isso será feito dentro de um contrato organizativo da ação pública, regulamento por decreto presidencial ano passado", diz Afonso Teixeira dos Reis.

Índice dos Estados

Unidades Federativas IDSUS
Santa Catarina 6,29
Paraná 6,23
Rio Grande do Sul 5,90
Minas Gerais 5,87
Espírito Santo 5,79
Tocantins 5,78
São Paulo 5,77
Mato Grosso do Sul 5,64
Roraima 5,62
Acre 5,44
Alagoas 5,43
Rio Grande do Norte 5,42
Bahia 5,39
Sergipe 5,36
Piauí 5,34
Pernambuco 5,29
Goiás 5,26
Maranhão 5,20
Ceará 5,14
Distrito Federal 5,09
Mato Grosso 5,08
Amapá 5,05
Amazonas 5,03
Paraíba 5,00
Rio de Janeiro 4,58
Rondônia 4,49
Pará 4,17
Brasil 5,47
Fonte: SUS
(FONTE:  http://veja.abril.com.br/noticia/saude/governo-cria-indice-para-avaliar-o-desempenho-do-sus)

sexta-feira, 2 de março de 2012

AQUI, REALMENTE, É A CASA-DA-MÃE-JOANA (apelido Mãedilma)

Empresa seguiu recomendação de agência britânica que cuida da qualidade dos alimentos
O braço da Nestlé no Reino Unido anunciou ter removido totalmente cores, sabores e preservativos artificiais de seus doces, entre os quais barras de chocolate e balas.
Em comunicado, a empresa anunciou que promoverá a mesma mudança em países europeus e no Canadá, mas não menciona o Brasil.
Segundo jornais britânicos, a Nestlé seria a primeira grande empresa de produtos alimentícios a retirar todos os componentes artificiais de toda sua linha de doces.
A companhia, que produz marcas populares no Brasil como Nescau, Chokito e Tostines, eliminou mais de 80 ingredientes não naturais das receitas de 79 produtos vendidos no Reino Unido.
Os químicos foram substituídos por alternativas naturais vindas de concentrados de frutas, legumes e plantas comestíveis, como cenoura, hibisco, cártamo, rabanete e limão.
A barra de chocolate Crunch foi o último dos itens da companhia a ter a fórmula modificada. Há seis anos a empresa vem promovendo as mudanças.
A Food Standards Agency, que cuida da qualidade dos alimentos no país, havia recomendado fabricantes de alimentos a eliminarem ingredientes químicos.
Um estudo da ONG britânica Grupo de Apoio a Crianças Hiperativas mostra que de um total de 357 crianças hiperativas examinadas 87% apresentaram agravamento do seu quadro devido a colorantes artificiais na comida, enquanto 72% reagiram a preservantes.
De acordo com comunicado da Nestlé, as mudanças foram feitas em resposta a pesquisa da empresa Health Focus International que mostra que 74% dos consumidores buscam produtos naturais nas prateleiras de supermercados.
A Health Focus International tem entre seus clientes grandes empresas do ramo de alimentação, incluindo a própria Nestlé.
(Fonte:  http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/bbc/2012/03/02/nestle-elimina-ingredientes-artificiais-de-todos-os-seus-doces-na-gra-bretanha.jhtm)