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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

DIABETES: COMO ENCARAR ESTA DOENÇA!


Como prevenir e tratar o diabetes

ASSUNTOS: Boa forma

doença já atinge 10 milhões de brasileiros

Por Renata Demôro
Segundo dados da International Diabetes Federation  (IDF), o diabetes já atinge 10 milhões de brasileiros. Em todo o mundo, a doença afeta mais de 300 milhões de pessoas. De 8 a 14 de novembro, a Sociedade Brasileira de Diabetes celebra o Dia Mundial do Diabetes, com campanha visando a prevenção da doença, caracterizada por altas taxas de açúcar no sangue. Mas você saberia reconhecer os sintomas do diabetes? E como se prevenir?


  • Insulina é necessária para tratar diabetes tipo 1
    De acordo com a endocrinologista Rosane Kupfer, membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), o diabetes tipo 1 é considerada doença autoimune e que não pode ser evitada. “Os principais sintomas são sede e vontade de urinar em excesso, quando a pessoa precisa acordar no meio da noite para ir ao banheiro ou beber água. A incidência é maior em crianças e adolescentes, o que não descarta a possibilidade de ser detectada em adultos e idosos”, diz a médica. A perda brusca de peso, apesar de uma alimentação nutritiva, também está entre os sintomas, segundo a endocrinologista. Segundo Rosane, a doença é controlada através de injeções de insulina.  
  • 2
    Diabetes tipo 2: doença pode ser evitada
    O diabetes tipo 2 pode ser evitado, já que está relacionado com o excesso de peso, a vida sedentária e alimentação desequilibrada. De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, 90% dos casos de diabetes são do tipo 2. A instituição reforça a necessidade de prevenção, já que, se não houver tratamento, a doença pode matar. Rosane Kupfer explica que no início o diabetes tipo 2 não apresenta sintomas. “Geralmente, o diabetes tipo 2 é descoberto em exames de sangue rotineiros”, diz a endocrinologista. Ela explica que o tratamento inclui remédios via oral e mudança no estilo de vida. “É preciso fazer exercícios e seguir um programa alimentar saudável”, orienta a médica.     
  • 3
    Forma gestacional da doença pode atingir 20% das grávidas
    De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, o diabetes gestacional acontece quando a doença é detectada durante a gestação. Geralmente, o problema ocorre quando a gestante ganha muito peso antes ou durante a gestação. “O diabetes gestacional é mais comum do que imaginamos. Estudos recentes apontam que aproximadamente 20% das grávidas sofra com a doença. Inicialmente, tratamento é feito  apenas com dieta, mas se a gestante não alcançar a taxa de glicose considerada ideal, a insulina pode ser necessária”, explica a médica.    

  • 4
    Falta de tratamento tem consequências graves
    A Sociedade Brasileira de Diabetes alerta que as consequências mais graves do diabetes podem ser evitadas. Problemas cardiovasculares, como infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral, são as maiores causas de mortalidade entre os diabéticos. “Se não for tratada, a doença pode comprometer a microcirculação, afetando coração, cérebro, extremidades do corpo e vasos da retina, levando a amputação de membros e cegueira”, diz a endocrinologista Rosane Kupfer. 

    FONTE: http://gnt.globo.com/bem-estar/noticias/Como-prevenir-e-tratar-o-diabetes.shtml

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

DISTRAÇÃO AO VOLANTE


Fernando Calmon

COLUNA ALTA RODA

Distração ao volante pode matar, e a cada dia há mais distrações.

Fernando Calmon - Colunista do UOL

  • Reprodução
Já se sabe, há muito, que distrações ao volante são causas de acidentes, algumas vezes fatais. As estatísticas no Brasil, pouco confiáveis, não chegam a captar corretamente esse problema. Mas, no exterior, em especial nos Estados Unidos, os estudos se aprofundam.
A Administração Nacional de Segurança de Tráfego em Rodovias (NHTSA, em inglês) informou que mais de 900 mil colisões envolvendo distração dos motoristas foram reportadas pelos policiais em 2011. Destas, 26 mil ocorreram em razão de ajuste em dispositivos portáteis ou controles nos veículos. Mais de 5 mil pessoas morreram por falta de atenção, em torno de 15% das fatalidades totais.
Distrações têm várias origens e causas: cansaço, sonolência, conversa com ocupantes, estresse, doenças, idade, entre outras. Mais recentemente, o uso de equipamentos instalados a bordo ou embarcados -- celulares, tabletes, tocadores de áudio e vídeo, navegadores, telefones inteligentes (e sua frenética troca de textos) -- passaram a ser fontes de preocupação.
No passado, motoristas se limitavam a mudar estação de rádio ou faixa musical, ajustar temperatura do ar-condicionado, ligar faróis ou limpadores. Agora, a corrida tecnológica envolve produtores de automóveis e compradores, principalmente os jovens, e exige conectividade total.
Aperfeiçoar a interface homem-máquina pode ser uma saída para gerenciar esses riscos ao unir segurança e conveniência. A tendência é programar os dispositivos para utilização em condições favoráveis, como baixas velocidades no trânsito e paradas em semáforos ou congestionamentos. Condições meteorológicas, visibilidade (à noite, em particular) e até traçado do percurso (via GPS) levariam a restrições voluntárias, adotadas pelos próprios fabricantes.
Pesquisas apontam outras soluções, além das tradicionais teclas no volante: ativação direta por voz em vários idiomas, botões que indiquem sensação tátil para não deixar o motorista em dúvida e tela de toque com sensibilidade adequada e fácil entendimento.
A empresa Seeing Machines propõe tecnologia de reconhecimento do rosto ou de movimentos dos olhos. Sua câmera avisa ao motorista quando ele não está suficientemente atento ao dirigir e pode ativar alarmes luminosos e sonoros ou restringir a conectividade.
DOIS SEGUNDOS, E SÓ
O tempo para dar uma espiada no painel ou no sistema de áudio não deve passar de dois segundos. Mudar o tipo e o tamanho da fonte das letras permite ganho de 11% na leitura. Essa pequena diferença, em velocidade típica de rodovias, abrevia em cerca de 20 metros a distância percorrida em que o motorista deixou de fixar o olhar no caminho à frente.
Os produtores de celulares ajudariam se mudassem a tipologia de mensagens e comandos, pois alguns modelos de carros de maior preço permitem replicá-los na tela multimídia do veículo. Outra forma, mais difundida, é aperfeiçoar sistemas de conversão de texto para voz e vice-versa. Para os viciados em troca de mensagens e torpedos seria uma ajuda ao reduzir possibilidades de distração.
Embora a NHTSA não tenha chegado ao ponto de se preocupar com a tipologia nas telas, incentiva qualquer inovação que permita diminuir o intervalo de tempo em que os motoristas tiram os olhos da estrada.
FONTE: http://carros.uol.com.br/colunas/alta-roda/2013/01/01/distracao-ao-volante-pode-matar-e-a-cada-dia-ha-mais-distracoes.htm

AH! SE A MODA PEGA! Prisão livre do fumo!

PRISÃO DE GUERNSEY
Na prisão de Guernsey, ilha localizada no Canal da Mancha (entre a França e Inglaterra) é proibido fumar o tabaco. Todos os produtos do tabaco foram proibidos na prisão de Guernsey, tornando a ilha a segunda jurisdição Europeia a proibir o fumo em qualquer lugar nos domínios da prisão.
Guernsey seguiu a liderança da Ilha de Man na implementação do movimento, que permite que prisioneiros utilizem cigarros eletrônicos como um substituto do tabaco. 
A proibição de fumar, que visa reduzir os efeitos do tabagismo passivo, foi apoiada pelo Departamento de Guernsey Home.  
Fonte: BBC News, 2 de janeiro de 2013
Link: http://bbc.in/Vt2djf

VINHO e seus CONSUMIDORES

Estudo mostra personalidade de consumidores de acordo com o tipo de vinho preferido.

19/Dezembro/2012


Um estudo feito pelo French Wine With Style mostrou que a escolha do vinho pode mostrar a personalidade do consumidor.  Segundo a pesquisa, consumidores de vinhos brancos, tintos e rosé têm personalidades muito diferentes.
divulgação


"Bebedores de vinho tinto são mais descontraídos em relação aos outros fãs de vinho. Enquanto os fãs de rosés são gostam de mudança", disse Gerard Basset, porta-voz da empresa.
O estudo descobriu que os consumidores de tinto são, em sua maioria, formados, casados, bebem com mais frequencia, e gostam de se descrever como confiantes, fortes e inteligentes. Os fãs de vinho branco são mais ligados a posição no trabalho, tem interesse em subir na carreira e se classificam como práticos, brilhantes, tímidos quietos. Os consumidores de rosé se acham mais barulhentos, calorosos e charmosos.
Os resultados também mostraram que existem diferenças entre a renda de cada tipo de consumidor: os de vinho tinto ganham aproximadamente entre 64 e 72 mil dólares por ano, o vinho branco entre 40 e 48 mil dólares e rosé cerca de 48 mil.
FONTE: http://revistaadega.uol.com.br/Edicoes/0/Artigo275624-1.asp

ALIMENTAÇÃO FORA DO LAR e OBESIDADE


Alimentação fora do lar contribui com a obesidade
Sobrepeso nos que se alimentaram fora em São Paulo supera média nacional
Bartira procurou mapear a situação da alimentação fora do lar, e gerar estatísticas sobre a quantidade de pessoas que fazem ao menos uma das três principais refeições (café da manhã, almoço e jantar) fora de casa, quais as diferenças qualitativas entre comer dentro e fora do lar e que tipo de alimento é consumido em ambientes externos as residências. A coleta de dados durou um ano, e se deu por meio de 834 entrevistas realizadas em domicílios por toda a cidade, a fim de garantir a representatividade de todas as regiões. Além de colher informações sobre hábitos de vida em geral e condições sociais, as perguntas procuravam saber o quê e onde as pessoas realizaram suas refeições nas ultimas 24 horas.
Do total de entrevistados, mais da metade, 482 pessoas, afirmaram ter se alimentado fora de suas casas. Entretanto, quase metade deste número corresponde ao consumo de lanches, ou seja, o que se come entre as refeições. Apenas 55% havia realizado de fato uma das principais refeições fora do lar. Destes, 15% correspondem ao café da manhã, 30% ao almoço, e 10% ao jantar.
No café da manhã, 80% dos alimentos consumidos foram pães, torradas, manteiga, margarina, café e leite integral. Já no almoço, 70% do consumo correspondeu a arroz, feijão, carne bovina, verduras, legumes, refrigerantes e aves. Enquanto isso, no jantar, os dados apontam também na casa dos 70% para o consumo de salgados, sanduíches, arroz, verduras, legumes, carne bovina, aves, refrigerante e suco de frutas.
Equivalência
A pesquisa apontou que 59% das pessoas que afirmaram ter se alimentado fora de casa têm sobrepeso, número acima da média geral brasileira, a qual ultrapassa os 50%. Como fora constatado na coleta de dados, em comparação ao que se come dentro do lar, não há grandes diferenças entre os alimentos consumidos fora. “Não encontramos muitas diferenças entre o que se come dentro e fora de casa”, afirma Bartira. Os maus hábitos alimentares independem do local em que se realizam as refeições: “o refrigerante, por exemplo, é consumido com maior frequência fora de casa, mas quando o consumo ocorre dentro de casa corresponde a uma quantidade muito maior, o que torna o impacto equivalente”, garante a nutricionista.

A única diferença sensível constatada na pesquisa, e que pode explicar o maior número de pessoas com sobrepeso que comem fora de casa é o maior consumo de gorduras totais e saturadas nas refeições realizadas fora, o que pode ser atribuído a frituras e carnes em geral. “Em um restaurante ‘self-service’, proporcionalmente, consumir carnes é mais barato do que dentro de casa”, afirma.
Apesar disto, para Bartira, a conscientização sobre a necessidade da mudança de hábitos alimentares têm de ser geral, uma vez que o problema está em todos os lugares: “as pessoas comem mal independente do local em que se realizam as refeições, como o consumo de frutas, por exemplo, que é baixo tanto dentro, quanto fora de casa”.
Metrópole
Maior cidade do Brasil, não apenas em extensão geográfica, mas também em número de habitantes, São Paulo é o grande polo da economia nacional. Trânsito, trabalho, escola, e outras tantas responsabilidades, fazem da vida do paulistano uma eterna corrida contra o tempo. E nesta corrida, é cada vez menor a quantidade de horas que sua população passa dentro de casa. Aos poucos, as residências tornam-se simples dormitórios, e os espaços de convivência cada vez mais são as ruas da metrópole, e tudo o que ela pode oferecer. Neste cenário, realizar todas as refeições em casa, mais do que um luxo, é quase uma missão impossível.

Entretanto, a alimentação é fator de extrema relevância para a saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) a considera como um dos principais fatores de risco modificáveis para doenças crônicas não-transmissíveis, ou seja, um elemento gerador de doenças que pode ser alterado a partir de uma mudança de hábitos.
Foto: Cecília Bastos / USP Imagens
Mais informações: (11) 97970-2254, emailbartira.gorgulho@gmail.com, com Bartira Mendes Gorgulho
FONTE:  http://www.usp.br/agen/?p=124527

FRUTOSE e AUMENTO DO APETITE

REFRIGERANTE: FONTE ABSURDA DE FRUTOSE!
Frutose pode estar ligada ao aumento do apetite, diz estudo

Pesquisa mostrou que, ao contrário da glicose, esse tipo de açúcar não reduz a atividade cerebral ligada ao controle da fome quando é ingerido

Abusar do consumo de produtos ricos em frutose, como o xarope de milho enriquecido, pode causar danos ao coração
Xarope de milho enriquecido é um dos produtos ricos em frutose (Thinkstock)
A frutose, açúcar frequentemente utilizado como adoçante em alimentos industrializados, parece estimular regiões do cérebro ligadas à fome, em vez de aumentar a saciedade, como ocorre com a ingestão de glicose. Essa é a conclusão de um estudo que buscou entender de que maneira o consumo de açúcar está associado ao ganho de peso. A pesquisa, feita na Universidade Yale, nos Estados Unidos, foi publicada nesta terça-feira no periódico The Journal of The American Association (JAMA).

Saiba mais

FRUTOSE
Açúcar obtido de frutas, mel, de alguns cereais e vegetais e do xarope de milho. A frutose é metabolizada diretamente no fígado, não precisando de insulina para sua quebra primária. Por ter um gosto mais doce, vem sendo usada como adoçante em alimentos industrializados. Seu consumo excessivo pode sobrecarregar o fígado, levando ao acúmulo de gordura no órgão e à hepatite não-alcoólica.
No estudo, 20 adultos saudáveis com idade média de 31 anos passaram por dois exames de ressonância magnética — um após ingerirem, em jejum, uma bebida adocicada com glicose e outro, após tomarem uma bebida contendo frutose. De acordo com os resultados, a ingestão de glicose reduz a atividade do hipotálamo, área do cérebro ligada ao controle do apetite, mandando a mensagem de que aquele consumo de calorias foi o suficiente e provocando saciedade. Essa diminuição não ocorreu, porém, quando os participantes ingeriram a frutose e, em alguns casos, a atividade do hipotálamo aumentou. 
A frutose, portanto, não provoca saciedade e pode até aumentar a fome, segundo as conclusões da pesquisa. Sabe-se que esse açúcar, que tem um sabor mais doce do que a glicose, como é metabolizado diretamente no fígado, sem passar pela quebra primária feita pela insulina, pode sobrecarregar o órgão e causar doenças. “O consumo desse açúcar também pode provocar resistência à insulina e aumentar o risco de diabetes”, escrevem os autores. Para eles, se os resultados desse estudo forem confirmados, eles reforçarão a ideia de que boa parte da epidemia de obesidade que o mundo vive hoje se deve ao consumo elevado de alimentos com esse açúcar.
FONTE: para reportagem completa - http://veja.abril.com.br/noticia/saude/frutose-pode-estar-ligada-ao-aumento-do-apetite-diz-estudo

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

HIPERTROFIA MUSCULAR

Hipertrofia: quanto tempo é necessário para ganhar músculos?

(Foto: Thinkstock)
Sempre que o verão se aproxima, as academias são invadidas por pessoas que buscam resultados estéticos para exibir um corpo mais esbelto e torneado no verão. Mas quanto tempo, afinal, é necessário para desenvolver os músculos?
Para encontrar a resposta, é preciso esclarecer que o resultado estético é conseqüência de duas transformações:
- Diminuição da porcentagem de gordura corporal. Chegada vem abordando frequentemente este assunto; e
- Aumento da massa muscular, um processo tecnicamente chamado de hipertrofia.
O aumento da massa muscular é uma defesa do corpo contra as constantes microlesões e processos inflamatórios gerados pelos exercícios. Por isso é comum ficar dolorido um ou dois dias após ter treinado na sala de musculação. A dor muscular tardia indica que houve danos nos tecidos. Como resposta, o corpo repara as microlesões e produz mais tecido muscular para suportar novas sobrecargas.
Apesar da dor chegar logo no dia seguinte ao primeiro treino, é importante destacar que os ganhos estéticos começam a ficar evidentes apenas na terceira ou quarta semana de malhação regular. O praticante começa a ganhar força logo no começo das sessões, por melhorar mecanismos de coordenação e ativação muscular comandados pelo sistema nervoso central. O iniciante literalmente aprende a fazer força, sincronizando cada vez melhor o disparo das fibras musculares.
O gráfico abaixo foi tirado de um importante estudo, publicado no Journal of Applied Physiology:
Os pesquisados fizeram musculação e foram avaliados a cada cinco dias. Pelo gráfico, é possível notar que a hipertrofia começa a acontecer após 10 dias, mas com resultado ainda imperceptível (cerca de 1,2%). Só depois de 35 dias o aumento de massa muscular tornou-se expressivo (cerca de 7,7%), apesar do ganho de força ter sido em torno de 38% (mecanismos neurais).
Em termos práticos, quem começou a malhar no início de dezembro na academia, já poderá desfilar um corpinho mais em forma nas primeiras semanas de janeiro. Mas se você pretende começar agora, é bom saber, só vai ter algo pra mostrar lá pelo carnaval.
Fonte: O. R. Seynnes, M. de Boer, and M. V. Narici. Early skeletal muscle hypertrophy and architectural changes in response to high-intensity resistance training. J Appl Physiol 102: 368–373, 2007.
FONTE: Por Renato Dutra - http://veja.abril.com.br/blog/saude-chegada/

FELIZ 2013!

FELIZ ANO NOVO!
SAÚDE PARA DAR e VENDER!