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segunda-feira, 12 de março de 2012

SÍNDROME DA ANGÚSTIA RESPIRATÓRIA DO RECÉM-NASCIDO e o SURFAXIN

O Food and Drug Administration (FDA) aprovou o Surfaxin (lucinactante) para tratar a síndrome do desconforto respiratório (SDR), um distúrbio respiratório que afeta recém-nascidos prematuros.
Aproximadamente 0,5% a 1% dos nascidos vivos nos serviços de neonatologia apresentam a síndrome do desconforto respiratório (SDR), também conhecida como doença da membrana hialina ou síndrome da angústia respiratória do recém-nascido. A SDR caracteriza-se por insuficiência respiratória grave de início precoce, logo após o nascimento ou nas primeiras horas de vida, com piora progressiva, podendo levar ao óbito. Esses bebês não produzem surfactante suficiente para evitar o colabamento pulmonar, dessa forma precisam receber surfactante de maneira artificial.
O Surfaxin (lucinactante) é um surfactante sintético com adição de peptídeo que mimetiza a ação da proteína SP-B. Ele não traz risco de imunogenicidade ou transmissão de doenças, além de poder ser produzido em larga escala.
Surfaxin (lucinactante) é a quinta droga aprovada nos Estados Unidos para tratar a SDR em prematuros. Os outros tensoativos aprovados pelo FDA incluem Survanta (beractanto), Curosurf (poractante alfa), Infasurf (calfactante) e Exosurf (palmitato de colfoscerila), que já não é comercializado.
Um único estudo randomizado, controlado, envolvendo 1.294 recém-nascidos prematuros demonstrou a segurança e a eficácia de Surfaxin (lucinactante). Dentro de 30 minutos após o nascimento, os RN’s do estudo receberam Surfaxin, Exosurf ou Survanta. O Surfaxin demonstrou uma melhora significativa da SDR nas primeiras 24 horas de vida e na mortalidade relacionada à SDR nas primeiras duas semanas de vida, quando comparado ao Exosurf.
Os efeitos adversos mais comuns do Surfaxin são refluxo no tubo endotraqueal, palidez cutânea, obstrução do tubo endotraqueal e necessidade de interrupção da dose do surfactante.
Atualmente o uso de surfactante exógeno, tanto de origem natural quanto de origem sintética, vem sendo uma prática comum nas unidades de terapia intensiva neonatais, objetivando melhora na sobrevida e diminuição do número de complicações, contribuindo assim para a redução significativa das taxas de mortalidade de RN´s prematuros.
O Surfaxin é fabricado pelo Laboratories Inc. de Warrington.
Fonte: FDA
NEWS.MED.BR, 2012. FDA aprova Surfaxin para evitar a síndrome da angústia respiratória do recém-nascido. Disponível em: . Acesso em: 12 mar. 2012.

domingo, 11 de março de 2012

TATU-BOLA: MASCOTE DA COPA DO MUNDO NO BRASIL

Animal se curva quando ameaçado, parecendo uma bola de futebol

  • Animal se curva quando ameaçado, parecendo uma bola de futebol
O mascote da Copa do Mundo de 2014 será um Tatu, animal em extinção. O Comitê Organizador Local da Copa oficializará a escolha da Fifa em outubro. De acordo com a revistaVeja, antes de anunciarem o Tatu como mascote, será preciso registrar a marca na Europa.
A presença do Tatu, espécie Tatu-bola, como candidato a mascote teve influência da Associação Caatinga, ONG cearense voltada à preservação ambiental. A entidade promoveu campanha pleiteando a espécie como representante do Mundial, destacando que o animal se curva, “transformando-se em uma bola”, quando ameaçado de caça.
O Tatu derrotou o Saci, figura preferida do ministro do Esporte, Aldo Rebelo. A onça e a arara também agradavam o ministro como candidatos a mascote da Copa do Mundo.

sábado, 10 de março de 2012

ATIVIDADE ESPORTIVA TAMBÉM É SAUDE!


Estou postando este texto diretamente de Puerto Montt, Região dos Lagos, sul do Chile. Participarei do 7.Campeonato Panamericano de Basquetebol pela Seleção Brasileira Master, Categoria 60+
A delegação brasileira é composta de mais de 150 pessoas e o ambiente é saudável. 

Miro, Urbano, Joni, Fernando no saguão do Aeroporto de Santiago-Chile

terça-feira, 6 de março de 2012

CALOR, FUTEBOL e a "CERVEJINHA"

O calor está aí e muitos organizam as peladas de final de dia e em seguida a cervejinha com os amigos para jogar conversa fora. Sem dúvida este comportamento tem um papel lúdico e social muito importante. Porém o consumo de cerveja logo após uma atividade física não é recomendado. Os fatores que não recomendam este comportamento estão relacionados à reposição hídrica fundamental após uma atividade física.

A celebração com os amigos tomando uma cerveja após o certame faz com que nosso organismo seja obrigado a perder mais água do que já havia feito durante o jogo. Isto porque o álcool contido na cerveja estimula a atividade renal a eliminar água através do aumento de hormônios que controlam o funcionamento destes órgãos.

Quando então você joga futebol, 70% da energia gasta no jogo resulta em produção de calor. Somente 30% representa a energia gasta com a contração muscular. Para manter a temperatura constante nosso organismo perde água pela sudorese. Ao final da partida então o corpo apresenta menor quantidade de água que no início do futebol. Se então você adicionar qualquer bebida alcoólica (a cerveja inclusive) irá perde mais água ainda. O resultado desta história pode ser um mal estar transitório até uma complicação mais grave por alteração da funcionalidade do sistema cardiovascular.
Por isso lembre-se, a atividade física próxima do consumo de bebida alcoólica não é recomendada e ao contrário do que algumas pessoas acreditam o suor não ajudará a eliminar o álcool pelo contrário pode aumentar sua toxicidade.
Para hidratar após o esforço o melhor então é água.
Referência:
PEREIRA-LANCHA, L.O. ; MARQUEZI, M. L. ; LANCHA JR, Antonio Herbert . Reposição Hidrica. In: Lancha jr, AH; Pereira-Lancha, LO. (Org.). Nutrição e Metabolismo Aplicados à atividade Motora. 2 ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2012, v. , p. 131-154.

Por Luciana O. P. Lancha às 10h11 - http://biomenu.zip.net/arch2012-03-04_2012-03-10.html

domingo, 4 de março de 2012

SÍFILIS e GRAVIDEZ

A sífilis é uma doença sexualmente transmissível (DST) de fácil transmissão. Se uma mulher portadora de sífilis está grávida e não se submete a nenhum tratamento, a doença pode levar a um aborto, parto prematuro com baixo peso ou a morte do bebê após o nascimento. Esta é a razão da morte de 400 mil crianças por ano apenas na África.
Mas esse índice poderia ser significativamente reduzido ao custo de 1 libra esterlina (o equivalente atual a R$ 2,73): um simples teste de diagnóstico da doença.
A Parceria Global de Sífilis Congênita é uma das entidades que apoia o acesso a este teste para as regiões mais pobres e remotas do planeta. Além de barato, o teste é fácil de se aplicar, e sua execução leva menos de 15 minutos. Uma vez diagnosticada, a sífilis pode ser combatida com uma simples e também barata injeção de penicilina.
Uma mulher gestante tem enormes chances de salvar o bebê e garantir sua saúde se for curada da doença até a 28ª semana de gestação, aproximadamente até o final do sétimo mês. A sífilis pode ser transmitida tanto por relações sexuais quanto pela própria genética, de forma que o bebê pode já nascer com sífilis.
A doença atinge, segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde, entre 3% e 15% das gestantes do mundo. A cada ano, um milhão de mulheres no planeta (metade do total de infectadas) passam sífilis a seus bebês.
No ano de 2000, metas foram traçadas para 2015 no que diz respeito à melhora de vários índices sociais e humanos, incluindo o combate à sífilis. Os especialistas apontam para a necessidade de acelerar o processo de diagnósticos e tratamento em países remotos para que os números previstos possam se concretizar até lá. (Fonte: Dalane Santos - http://hypescience.com/um-milhao-de-bebes-poderiam-ser-salvos-com-um-simples-teste/)

MENOR FRAÇÃO DE TEMPO POSSÍVEL

O seu nome popular é “milésimo”, e todo mundo pensa nele como a menor fração de tempo de um cronômetro. Pode parecer um espaço de tempo curtíssimo, mas engenheiros do Google descobriram que não é tanto assim: em um estudo que quer dar um jeito de deixar a internet rápida ainda mais rápida, os pesquisadores concluíram que 400 milissegundos (ou 4 décimos) já são uma espera impaciente para quem está em frente a um computador.
Estes 400 milissegundos são o tempo necessário para um piscar de olhos. E um cientista da Microsoft, Harry Shum, afirma: uma diferença de apenas 250 milissegundos (pouco mais do que a metade, portanto) entre a velocidade de um site e outro já é suficiente para que o usuário visite o site mais rápido com maior frequência.
Esta nova busca desenfreada pela rapidez, verificada em testes com usuários e com as empresas de internet, dá origem a novos nichos de mercado. Uma das maiores especialidades da Akamai Technologies (empresa americana de computação), atualmente, é procurar justamente aumentar a velocidade do acesso aos sites de seus clientes.
Uma pesquisa de 2009, por exemplo, foi focada em um fator exclusivamente mercadológico: sites de compra pela internet. Eles descobriram que os compradores online esperam, em média, não mais do que dois segundos para que os dados do produto apareçam na tela. Se a demora for superior a três segundos, a tendência é que o cliente feche o site e desista da compra.
No mundo dos smartphones e tablets, já está em curso uma verdadeira guerra pela maior velocidade. As empresas se preocupam com a velocidade específica de cada recurso da internet, por razões óbvias: o tempo de espera para uma pesquisa no google será sempre menor do que para um vídeo carregando, por exemplo.
Embora pareça que os engenheiros e cientistas da computação estão empolgados com esta nova cruzada em busca da internet rápida, alguns acham que isso chega a ser um exagero. Thomas Kurtz, um dos inventores da linguagem de programação BASIC, pioneira em vários aspectos, afirma que “os computadores e a internet de hoje em dia já estão rápidos o bastante” para seu gosto. [TheNewYorkTimes]
(Fonte: Dalane Santos -  http://hypescience.com/impaciencia-quando-250-milissegundos-e-tempo-demais/)

AH! SE A MODA PEGA! ÁLCOOL SÓ EM AMBIENTE FECHADO!

Depois de proibir o fumo em ambientes fechados no Estado, a Assembleia Legislativa deve apresentar na próxima semana um novo projeto de lei que já tem causado polêmica em São Paulo. Agora, os deputados vão discutir a proibição da venda e do consumo de álcool nos espaços abertos.
Caso o projeto de autoria de Campos Machado (PTB) seja aprovado e sancionado por Geraldo Alckmin (PSDB), ficarão proibidos a venda e o consumo de bebida alcoólica em ambientes públicos, como praias, calçadas, postos de gasolina e estádios, entre outros lugares.
Como ocorre em províncias canadenses e Estados americanos, ainda haverá restrição ao porte de bebida nas ruas. Carregar garrafas só será permitido em público com embalagens que escondam o rótulo.
Campos tem corrido atrás de apoio. Ele mandou cartas para senadores e deputados de todo o Brasil. "Queremos criar um clima de apoio na sociedade antes de aprovar o projeto. Vereadores e deputados de outros Estados já entraram em contato para apresentar projetos semelhantes", disse o deputado.
O debate em torno do tema começou desde que o deputado fez os primeiros discursos em defesa do projeto na Assembleia, na semana passada. Na quarta-feira, um grupo de jovens criou no Facebook a página Sampa Pró-Fun, atualmente com 71 integrantes, que passou a discutir algumas das restrições já existentes em São Paulo.
A empresária Mariana Moretti, dona do Ô de Casa Hostel, na Vila Madalena, na zona oeste, foi uma das criadoras do grupo. Ela também é integrante do bloco carnavalesco João Capota na Alves, que sai há cinco anos pelas ruas do bairro. No sábado de carnaval, cerca de 2,5 mil pessoas estavam presentes, mas o bloco foi impedido de seguir. "São Paulo está ficando restritiva àqueles que usam as ruas da cidade. Lutamos para reverter esse quadro."
Entidades e associações de bares e restaurantes, além de grupos que atuam para restringir o uso de álcool e drogas, por outro lado, defendem o projeto. "O primeiro passo importante foi a proibição de venda de álcool para menores de 18 anos. A restrição de venda e consumo em espaços públicos é outro avanço", defende o advogado Cid Vieira de Souza Filho, presidente do Comitê Estadual sobre Educação e Prevenção de Drogas e Afins da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP). "Não creio que a medida atinja os direitos individuais. Trata-se de um tema para ser avaliado pelo Supremo Tribunal Federal caso seja aprovado." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
(Fonte:  http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2012/03/04/apos-fumo-projeto-veta-alcool-na-rua.htm)

sábado, 3 de março de 2012

AH! SE A MODA PEGA! DEIXE DE SER TABAGISTA e CURTA A VIDA BOA!!

 
02/03/2012 - Cearense diz ter juntado R$ 30 mil em moedas que gastaria com cigarros

Comerciante decidiu economizar com o fim do vício há sete anos. 
Com o dinheiro, ele comprou carro, notebooks, bicicletas e fez viagens.

Do G1 CE, com informações da TV Verdes Mares

 
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Um comerciante de Fortaleza decidiu economizar o dinheiro que gastava comprando cigarros para financiar uma rotina de esportes e vida saudável. Nos últimos seis anos, Nilo Veloso disse ter juntado quase R$ 30.000,00 depositando em um cofre a quantia equivalente a cada carteira de cigarro que deixou de comprar. Antes de largar o cigarro, ele afirma que gastava cerca de R$ 15,00 ao consumir três carteiras por dia.
O dinheiro usado para financiar o vício passou a ser guardado em um cofre, de onde saiu a verba para a compra de um carro, três notebooks, três câmeras digitais e viagens para Aracaju e Buenos Aires. O comerciante usou o dinheiro também para adquirir duas bicicletas e ter uma vida saudável.”Eu rejuvenesci. Tudo melhorou: a pele, o gosto da água, a qualidade de vida, a convivência”, afirma Nilo.
 
Sete anos após juntar dinheiro que gastava com cigarro, Nilo comprou carro, notebooks e bicicletas, além de ter emagrecido 22 quilos.  (Foto: TV Verdes Mares/ Reprodução)
Sete anos após juntar dinheiro que gastava com cigarro, Nilo comprou carro, notebooks e bicicletas, além de ter emagrecido 22 quilos. (Foto: TV Verdes Mares/ Reprodução)
O personal trainer Rodrigo Veloso, filho do comerciante acompanhou a mudança na rotina pai e sente orgulho da evolução. “Agora, ele tem uma qualidade de vida bem melhor. Ele está fazendo uma atividade física e procurando se alimentar melhor. Isso só traz o melhor para ele e também para os amigos”, diz.
Nilo começou a fumar com 18 anos. Segundo o Ministério da Saúde, 78% da população fumante começam antes dos 20 e, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, 10% das mortes são causadas pelo cigarro. “Fiquei muito orgulhosa quando ele começou a juntar as moedinhas. Ele deu um cofrinho para cada filho e também nos incentivou a ajudar”, explica Nilane Veloso, filha do comerciante.
Sete anos após mudar a rotina, Nilo emagreceu 22kg e diz que consegue percorrer mais de 40 quilômetros nas pedaladas que faz todo domingo com outros ciclistas. Ele continua juntando o dinheiro equivalente às carteiras de cigarro que comprava e pretende usá-lo para fazer outra viagem.
(Fonte: Rede ACT)