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domingo, 30 de dezembro de 2012

DOAÇÃO DE URINA

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PROGRAMA HCG
DOE SUA URINA – UM ATO DE AMOR
PROGRAMA HCG – DOAÇÃO DE URINA DE GESTANTES

Você está grávida ou conhece alguém que esteja?
Sabia que as mulheres grávidas podem doar sua urina e ajudar outras mulheres que têm dificuldade de engravidar a realizar o sonho de ser mãe?
Quem faz essa coleta é o Programa HCG - Hormônio Coriônico Gonadotrófico -, criado em 1986, com a missão de encontrar gestantes e incentivar a doação de urina até a 18ª semana de gestação.
O hormônio HCG está presente na urina nos primeiros meses de gravidez e funciona como um antiabortivo. Liberado pela placenta, mantém a gravidez no início do desenvolvimento do embrião.
Por suas características, o HCG tem sido usado como matéria-prima na produção de medicamentos prescritos em tratamentos de infertilidade.
Para participar a doadora precisa estar, no máximo, com 12 semanas de gestação, e a doação dura, aproximadamente, de 6 a 10 semanas.
Basta fazer o cadastro pelo telefone 0800 559022 ou através do site:http://www.programahcg.com.br/ 
Após o primeiro contato, que é feito pela equipe por telefone, para confirmar os dados, a coleta é realizada diretamente no local de preferência da doadora, a cada 4 dias, quando os agentes retornam para retirar a doação e encaminham os frascos com a urina coletada à empresa, onde são armazenados em um ambiente refrigerado e enviados à nossa área de produção.
Os frascos para coleta são lavados em um rigoroso processo de esterilização,eliminando qualquer risco de contaminação e possuem um líquido conservante,composto de ácido benzóico a 10% em álcool, produto que não faz nenhum mal à saúde e vai conservar a urina até o dia da coleta.
O número de doadoras atual é de aproximadamente 7.500 gestantes doando a urina semanalmente, número ainda pequeno, considerando-se a quantidade de gestantes e de mulheres que têm o sonho de ser mãe.
Se você se sensibilizou com essa causa e tiver um tempo disponível, participe, divulgue para os seus contatos e faça parte desse trabalho tão importante!
FONTE: http://renatazito.site.med.br/index.asp?PageName=Programa-20HCG

POSSÍVEIS SABOTADORES DE DIETAS



Confira 7 alimentos saudáveis que podem sabotar sua dieta.
Até mesmo as comidas consideradas "magras" precisam ser consumidas com moderação.
Redação Bonde
A mudança dos hábitos alimentares é um dos fatores principais para ter sucesso na dieta. Exige que você consuma mais frutas e legumes, priorize alimentos mais nutritivos e faça escolhas mais saudáveis, reduzindo o consumo de açúcares e gorduras. Os resultados são compensadores. Bastam pequenos ajustes para sentir a diferença no corpo, para as roupas ficarem mais largas e você sentir mais disposição. O esforço costuma surtir efeito na maioria dos casos, mas quando o ponteiro da balança emperra, as pessoas se indagam sobre o que estão fazendo de errado. Você já pensou que a resposta para a estagnação pode estar na listinha de compras do regime? Alimentos muitas vezes considerados saudáveis, e que normalmente fazem parte das dietas, podem passar de 'mocinhos' a 'vilões' e sabotar qualquer dieta. Fique de olho em sete desses alimentos e entenda porque eles devem ser consumidos com moderação. 
1. Granola 
Este mix de cereais, frutas secas e castanhas leva fibras e vitaminas que dão saciedade e energia, mas também contém açúcar. Invista na versão diet/light da mistura. De acordo com a nutricionista Rosana Farah, 100 g de granola tem 421 calorias. "O recomendado por dia é 25 gramas", diz a especialista. Prefira comer a granola no café da manhã para ganhar mais disposição e ainda ter um dia inteiro para gastar as calorias consumidas. 

Reprodução 

A dupla granola com açaí, tão apreciada pelos esportistas, é rica em calorias e deve ser consumida em pequenas quantidades diárias
2. Água com sabor 
Beber água para hidratar o corpo é essencial para a nossa sobrevivência e para a dieta. A água nutre as células, desintoxica o organismo, faz os rins e intestino trabalhar melhor. O ideal é beber até 2 litros de líquidos por dia. É pensando nisso que muita gente acaba abusando das águas de sabor. De limão, morango e até mesmo de maçã-verde e lichia, elas contém aditivos, adoçantes e, às vezes, até açúcar. Não deve ser consumida em grande quantidade, no máximo, dois copos por dia. 
3. Saladas perigosas 
A saladinha costuma ser uma opção leve e refrescante para os dias de verão, mas segundo a nutricionista Rosana Farah, aquelas temperadas com molhos prontos, azeite, queijos, azeitonas e croutons devem ser evitadas porque costumam carregar muitas calorias e gordurosas saturadas. Uma opção mais saudável é um prato de salada de folhas verdes, tomate, pepino e palmito, temperada com molho de iogurte desnatado e acompanhada de uma proteína mais leve, como o peito de frango ou peixe grelhado. 
4. Açaí 
A fruta da região amazônica faz sucesso, sobretudo entre praticantes de esportes que adoram se refrescar depois dos exercícios. Apesar de ser rico em nutrientes (principalmente: cálcio, ferro, vitamina B1), o principal problema do açaí é a quantidade de calorias do alimento, são 248 calorias em 100 gramas. Os complementos na hora de consumi-lo também costumam tornar ainda mais calórica a fruta, dentre eles: granola, banana picada e leite condensado. "O ideal é consumir o açaí puro e, se for substituir o lanche da manhã ou da tarde por ele, coma uma tacinha pequena de 50 gramas", explica a nutricionista Rosana Farah. 
5. Comida japonesa 
Um dos alimentos que as pessoas mais gostam da culinária japonesa é o sushi. Apesar de ser feito com alga, vegetais e frutos do mar, o alimento tem a base de arroz e, às vezes, recheios calóricos como o cream cheese. Sem contar as versões fritas. O sushi têm entre 20 e 45 calorias cada um, mas o problema é que come-se muitos de uma vez só. A recomendação da nutricionista é a seguinte: "No seu almoço ou jantar, limite o consumo até quatro unidades, assim você pode desfrutar do restante do cardápio oferecido no restaurante japonês", aponta Rosana.
6. Refrigerante light ou zero 
Os refrigerantes desse tipo não possuem calorias, mas um outro elemento do refrigerante causa preocupação nos especialistas: o adoçante. A nutricionista Rosana Farah ainda alerta que quanto maior for o consumo de adoçantes, maior fica o desejo por doces. "Estudos apontam o efeito do adoçante nas papilas gustativas fazendo com que fiquem mais receptivas ao sabor doce", diz ela.
7. Barrinhas de cereais 
As barrinhas de cereais são ótimas opções para os lanches intermediários, mas contêm, em média, 100 calorias, portanto não devem ser ingeridas à vontade. As que possuem cobertura de chocolate costumam ser as com mais calorias. (Fonte: Minha Vida, Saúde, Alimentação e Bem-estar)
FONTE: http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-27--167-20121228-201212301-1-357171

sábado, 29 de dezembro de 2012

ESQUIZOFRENIA e o CANABIDIOL



Cientistas estudam substância que pode ser usada no tratamento de esquizofrenia
Fernanda Cruz - Da Agência Brasil, em São Paulo

Um grupo de cientistas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto investiga o uso de canabidiol contra a esquizofrenia. Essa doença, que distancia o paciente da realidade, tem as causas desconhecidas pelos cientistas, o que a torna, na visão da maioria dos médicos, uma patologia de difícil tratamento. Canabidiol é considerada um canabinóide, ou seja, faz parte dos 80 componentes presentes na planta Cannabis sativa (maconha). No entanto, diferente do canabinóide Delta 9Tetrahidrocanabinol (THC), que é o responsável pelos efeitos típicos da planta – alucinógenos e estimulantes – o canabidiol não produz essas sensações.
De acordo com Antonio Waldo Zuardi, professor titular de psiquiatria da Faculdade de Medicina de Ribeirão da Universidade de São Paulo (USP), o canabidiol foi usado em diversos estudos com animais e humanos, os quais sugeriram que a substância pode atenuar sintomas psicóticos.
Zuardi, que é coordenador da pesquisa desenvolvida pelo seu grupo, conta que começou a estudar a substância em 1976, durante o doutorado que fez na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). "Desde então, essas pesquisas são feitas na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, onde estou desde 1982", disse.
O estudioso explica que o canabidiol é alvo de pesquisas de muitos cientistas brasileiros e também do exterior. "Este ano, foi publicado um estudo realizado por um grupo de pesquisadores alemães, que mostra que o canabidiol diminuiu os sintomas de pacientes esquizofrênicos de forma semelhante a outro antipsicótico já conhecido", disse.
Segundo o pesquisador, a substância tem a vantagem, em relação ao medicamento já existente, de apresentar baixa propensão a produzir efeitos colaterais indesejáveis. Além de apresentar sinais de eficácia na redução de sintomas psicóticos, a utilização do canabidiol é estudada em outros quadros, como transtornos de ansiedade, doença de Parkinson, sono, abstinência de drogas e como anti-inflamatório.
O pesquisador alerta, porém, que outros componentes da Cannabis sativa, como o THC, podem ser maléficos. "Eles podem produzir sintomas psicóticos em indivíduos saudáveis e agravar os sintomas da esquizofrenia", explica Zuardi. Por isso, o THC é visto como um componente psicotomimético, ou seja, produz sintomas semelhantes aos observados nas psicoses. "O THC em doses elevadas produz esses sintomas, mas o mesmo não ocorre com o canabidiol. Por isso, ele é considerado não psicotomimético", disse.
A combinação do canabidiol com o THC, explica Zuardi, é liberada em diversos países para uso em pacientes com esclerose múltipla, com a função de diminuir a espasticidade (distúrbio motor caracterizado pelo aumento do tônus muscular). Para as outras indicações, como a esquizofrenia, porém, o desenvolvimento de um medicamento necessita de mais estudos que comprovem os seus efeitos. "Embora animadoras, as evidências ainda são insuficientes para que o canabidiol possa ser utilizado na clínica. Para isso, serão necessários estudos com número muito maior de pacientes", acrescenta.
FONTE: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2012/12/24/cientistas-estudam-substancia-que-pode-ser-usada-no-tratamento-de-esquizofrenia.htm

LIMPEZA DE HOTÉIS


Por  em 21.06.2012 as 14:49
Antes de você ler esse artigo e decidir nunca mais entrar em um hotel na sua vida, já lhe aviso que isso não vai adiantar. Isso porque o teclado do seu computador, que você provavelmente está tocando agora mesmo, já é até cinco vezes mais sujo do que o assento de um vaso sanitário comum (não de beira de estrada, claro).
Isso porque restos de comida, germes e poeira podem estar nas profundezas do seu teclado. Muitas pessoas não lavam as mãos depois de irem ao banheiro e usam o teclado, ou comem enquanto estão digitando, além, é claro, da oleosidade natural de nossas mãos, que torna o teclado um verdadeiro banquete para germes e bactérias. E elas podem causar intoxicação alimentar, vômito, diarreia…
Outro grande problema é o apartamento do seu melhor amigo ou do seu namoradoUm estudo indicou que o apartamento de um único homem solteiro tem 15 vezes mais bactérias do que a casa de várias meninas solteiras.
Minha intenção não é te assustar. Mas surgem cada vez mais pesquisas do tipo, que mostram que as pessoas são bem menos higiênicas do que se fazem passar.
Por exemplo, um estudo de 2011 descobriu os oito lugares mais sujos e contaminados dos shoppings: a pia do banheiro, as mesas de alimentação, o corrimão de escada rolante, os teclados (qualquer tela ou teclado que várias pessoas tenham que tocar, como de caixas eletrônicos e de máquinas de cartão de crédito), as lojas de brinquedo, os provadores, as lojas de dispositivos eletrônicos e as amostras de maquiagem.
Já um estudo feito pela Kimberly-Clark Professional em 4.800 escritórios descobriu que os locais mais sujos no trabalho são as maçanetas de torneiras, os puxadores de micro-ondas, os teclados de computador, as maçanetas de geladeiras, os botões de bebedouros e as máquinas de vender alimentos.
O que esperar dos hotéis, então? Segundo Jay Neal, microbiologista da Universidade de Houston (EUA) e autor do novo estudo, há certamente espaço para melhorias na limpeza dos hotéis.
Eles analisaram nove quartos de hotel em cada um desses três estados americanos: Texas, Indiana e Carolina do Norte. Os locais mais sujos foram os controles remotos e as tomadas (em especial as que acendem a luz de abajures).
Nem adianta aconselhar as pessoas a ficar longe desses lugares, afinal, se você não puder acender a luz ou ver TV em um hotel, certamente nem pisará em um.
O estudo apurou que os empregados do hotel gastam cerca de 30 minutos limpando cada quarto. Os pesquisadores disseram que, se pudessem identificar as partes mais contaminadas do quarto, o processo de limpeza poderia ser mais eficaz.
Os mais altos níveis de contaminação foram encontrados nos carrinhos de limpeza, especificamente nos panos. Isso é um problema, porque significa que as bactérias estão sendo carregadas de quarto para quarto. A sugestão dos cientistas é reduzir essa contaminação cruzada substituindo os líquidos de limpeza durante os turnos.
Os níveis mais baixos de bactérias foram encontrados na cabeceira da cama, nas hastes da cortina e na maçaneta da porta do banheiro.
Mesmo assim, os testes mostraram que os níveis de bactérias nos quartos de hotel são entre 2 a 10 vezes maiores do que os níveis aceitos nos hospitais. Mas calma; a presença de bactérias não significa necessariamente que as pessoas vão ficar doentes, apenas que a probabilidade é maior (como se isso fosse reconfortante).
Por outro lado, é cada vez mais aceito na medicina que nosso sistema imunológico “evolui” a medida que é exposto a parasitas. Então, é só olhar para o lado bom da sujeira: ela nos torna mais resistentes e menos suscetíveis a doenças.[LiveScience]
FONTE: http://hypescience.com/quais-sao-as-areas-mais-contaminadas-em-um-quarto-de-hotel/

QUAL É O LUGAR MAIS SUJO DE UMA CASA?


Por  em 27.12.2012 as 12:00
NÃO É ESTE, NÃO!
Se as pessoas tivessem que adivinhar qual o lugar mais sujo de suas casas, diriam normalmente “o vaso sanitário” ou pelo menos algum outro item do banheiro, não é mesmo?
Apesar de qualquer coisa que tenha a ver com evacuação levar fama de “suja”, sinto-lhe informar que é mais seguro cortar seus legumes em um assento de vaso sanitário do que em uma tábua de cortar alimentos (utensílio de cozinha), já que a segunda tem 200 vezes mais bactérias fecais.
Quem chegou a essa conclusão foi o Dr. Chuck Gerba, professor de microbiologia da Universidade do Arizona (EUA), que estuda como as doenças são transferidas através do ambiente.
Seu trabalho envolve medir quantas bactérias são encontradas em utensílios domésticos, e de que tipos são. Ele particularmente procura por bactérias fecais, tais como a E. coli e a Staphylococcus aureus.
Em seus estudos, Gerba descobriu que no assento de toalete médio há cerca de 50 bactérias a cada 2,54 centímetros quadrados.
“É uma das coisas mais limpas da casa, em termos de micro-organismos”, diz. “É um padrão de ouro, não há muitas coisas mais limpas do que um assento de vaso sanitário quando se trata de germes”.
Isso pode ser porque todos temem que o banheiro fique sujo, então o limpam mais regularmente do que outras coisas, deixando-o sempre impecável.
O mesmo não é verdade para outros itens domésticos, no entanto. Bactérias vêm para a cozinha, por exemplo, por meio de produtos de carne crua ou vísceras de animais, onde um monte de bactérias fecais se origina.
E qual o item mais sujo em nossas casas? A esponja ou pano de cozinha. De acordo com Gerba, existem cerca de 10 milhões de bactérias por 2,54 centímetros quadrados em uma esponja, e um milhão em um pano de prato.

Em outras palavras, uma esponja de cozinha é 200.000 vezes mais suja do que um assento de vaso sanitário, e um pano de prato é 20.000 vezes mais sujo.
E é assim no mundo todo. “Sempre a coisa mais suja, de longe, é a esponja de cozinha”, diz John Oxford, professor de virologia da Universidade de Londres (Reino Unido) e presidente do Conselho de Higiene, um organismo internacional que compara os padrões de higiene em todo o mundo.
Seu mais recente estudo examinou amostras de casas em nove países diferentes, e descobriu que 21% dos panos de cozinha “visivelmente limpos” continham, na verdade, níveis elevados de contaminação. Os panos também falharam no teste bacteriano que procura por E.coli.
O estudo internacional também identifica bactérias fecais em outros lugares ao redor da casa. Essas já variam mais de um país para outro.
A Arábia Saudita tem os mais sujos frigoríficos, com 95% dos frigoríficos no estudo falhando no teste de bacteriologia para E.coli. Na África do Sul, o mais sujo item é a selagem em banheiros, com quase dois terços com níveis insatisfatórios de E. coli.
Embora seja indelicado dizer quais países são mais “sujos”, Oxford afirmou que países como Austrália e Canadá estão particularmente no topo da lista de higiene, enquanto países mais abaixo nessa lista são rotineiramente Índia e Malásia.
Se a sua própria casa é suja, imagine outros locais. O escritório é um deles. O telefone, que as pessoas usam bastante, colocam perto da boca e não limpam com frequência, pode ser particularmente sujo.
Segundo Gerba, o ambiente de trabalho médio tem 400 vezes mais bactérias do que um assento sanitário.
O supermercado é outro local bastante sujo. Carrinhos de compras são especialmente ruins. E cerca de metade dos sacos de compras reutilizáveis têm bactérias fecais. Alguns têm mais bactérias fecais que roupas íntimas, porque estas são lavadas frequentemente, enquanto as sacolas não.
E o que tudo isso significa para nós, em termos de riscos para a saúde?
A E. coli é uma bactéria indicadora. Ela pode não causar, por si só, alguma doença horrível, mas indica que há fezes por perto, e ela pode conter outros organismos, como Salmonella e Shigella, que são muito virulentos.
Mas também não há razão para pânico, visto que todos nós tocamos essas coisas surpreendentemente sujas todos os dias, e no geral não ficamos constantemente doentes.
“Temos sorte que, como evoluímos mais de dois milhões de anos atrás, temos todo um conjunto de genes cuja única função é fazer com que o sistema imunológico entre em ação”, diz Oxford.
Porém, não fique tão dependente da sorte. Levante-se agora mesmo, esterilize-se sua tábua de cortar alimentos, troque sua esponja de lavar louça e lave sua sacola de compras.[BBC]
FONTE: NATASHA ROMANZOTI - http://hypescience.com/o-assento-do-vaso-sanitario-e-mesmo-o-local-mais-sujo-da-casa/

TESTE PARA AVALIAR RISCO DE MORTALIDADE: TSL


De forma simples, teste físico é capaz de avaliar risco de mortalidade


Elena Mandarim
 Divulgaçao/UGF
        
    O paciente inicia o Teste de Sentar-Levantar com 10 pontos
    e, a cada apoio usado, o médico avaliador diminui a pontuação 
Já imaginou um teste físico capaz de avaliar o nível de condicionamento muscular, revelando suas chances de mortalidade, e sem exigir qualquer equipamento? É o que promete o Teste de Sentar-Levantar (TSL), desenvolvido em 1999 pelo doutor Claudio Gil Araújo, professor da Universidade Gama Filho e diretor da Clínica de Medicina do Exercício (Clinimex). O paciente começa o teste com um total de 10 pontos, cinco para sentar-se e outros cinco para levantar-se do chão, usando o mínimo de apoio necessário e sem se preocupar com a velocidade de execução do movimento. Subtraindo um ponto para cada suporte usado, que podem ser as mãos, o joelho ou a parte lateral da perna, e diminuindo também meio ponto se houver perda de equilíbrio, o teste busca relacionar a pontuação obtida com o risco de mortalidade do indivíduo. Para comprovar sua tese, o médico avaliou 2,2 mil adultos entre 51 e 80 anos. "Concluímos que os pacientes com pior desempenho, aqueles que apresentam notas entre 0 e 3, têm 5,4 vezes mais chances de morrer por todas as causas. Os resultados foram publicados, em dezembro deste ano, em uma das revistas mais conceituadas da área, a European Journal of Preventive Cardiology, editado pela Sociedade Europeia de Cardiologia", conta Araújo, que é Cientista do Nosso Estado da FAPERJ e pesquisador 1A do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
"Este estudo, parcialmente financiado pela FAPERJ e que contou com o apoio da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, fez parte da dissertação de mestrado do aluno Leonardo Barbosa Brito. No acompanhamento de cerca de seis anos, de acordo com dados da pesquisa, 159 pacientes morreram. Entre aqueles que haviam apresentado pior desempenho no teste, 19,2% faleceram enquanto no grupo que teve boa pontuação, com notas entre 8 a 10, esse índice foi de apenas 3,6%", relata o pesquisador. Ele acrescenta que os resultados estão sendo difundidos por todo o mundo. "Já   fizemos uma busca rápida na internet e observamos mais de 400 reportagens publicadas, em mais de 60 países, entre eles Estados Unidos, França e Alemanha."
Araújo ressalta que a pontuação não é uma condenação nem um prognóstico de vida longa, visto que pode melhorar ou piorar de acordo com os hábitos adquiridos pelo paciente. O próximo passo do estudo é reavaliar os participantes para observar como mudanças no estilo de vida e de alimentação podem influenciar na nota inicial. "Para aqueles com idade avançada, manter uma alta pontuação já obtida é uma  boa notícia", lembra.
Simplicidade e efetividade
 Divulgação/UGF
     
 Claudio Gil Araújo criou um teste físico para      
 ver as chances de mortalidade do paciente  
Segundo Araújo, que é cardiologista especializado em medicina do esporte, o TSL foi pensado ao observar que potência muscular, flexibilidade, equilíbrio e coordenação motora também podem ser relacionados a fatores de risco cardiovascular. "Desde que o teste foi desenvolvido, já o aplicamos em cerca de cinco mil pessoas de diferentes idades e já publicamos inúmeros artigos com os resultados obtidos. Dessa forma, já sabemos avaliar o que é uma pontuação ruim ou boa, para cada faixa etária", explica o pesquisador. Ele ressalta que, para todos os estudos, excluem-se indivíduos amputados, com deficiências físicas e motoras, com doenças osteomusculares avançadas e mulheres gestantes.
O TSL pode ser executado em qualquer ambiente sem a necessidade de aparelhagem específica, nem contato físico entre médico e paciente. Araújo aconselha o uso de roupas confortáveis que não limitem os movimentos de braços e pernas e a utilização de um tapete antiderrapante, para evitar principalmente que pessoas idosas escorreguem. Outro ponto positivo, destacado pelo pesquisador, é que tanto o sistema de pontuação do teste quanto o significado dos resultados são facilmente compreendido pelas pessoas. O vídeo que acompanha o artigo e mostra o passa a passo do TSL já foi visualizado por mais de 130 mil pessoas, apenas nos primeiros dez dias e pode ser visto no Youtube, no endereço: http://www.youtube.com/watch?v=MCQ2WA2T2oA

© FAPERJ – Todas as matérias poderão ser reproduzidas, desde que citada a fonte.
http://www.faperj.br/boletim_interna.phtml?obj_id=8748

DIABETES e HOSPITALIZAÇÃO PROVOCADA POR FRATURAS


Adultos diagnosticados com diabetes têm um risco significativamente aumentado de hospitalização causada por fraturas, segundo os resultados de uma análise de dados de um grande estudo de base comunitária.
As novas descobertas, oriundas do estudo denominado  Atherosclerosis Risk in Communities (ARIC) Study, foram publicadas on-line no dia 17 de dezembro em Diabetes Care, por Andrea LC Schneider, PhD, do Departamento de Epidemiologia da Bloomberg School of Public Health, da Universidade Johns Hopkins, em Baltimore, Maryland, e colegas.
"Nossos resultados apoiam as recomendações da Associação Americana de Diabetes para a avaliação do risco de fratura e implementação de adequadas estratégias de prevenção primária e secundária das populações de doentes", escrevem os autores.
A incidência de hospitalização por fratura foi maior entre aqueles com diagnóstico de diabetes em comparação com aqueles sem diabetes para todas as faixas etárias. No entanto, o risco de fratura não foi maior entre aqueles com diabetes não diagnosticada em comparação com aqueles sem diabetes, os autores observam.
Após o ajuste para  co-variáveis ​​, diabetes diagnosticado ainda estava associado a um risco significativamente aumentado para internação por fratura, com uma taxa de risco (HR) de 1,74 (95% CI, 1,42-2,14).
O estudo apresentou uma relação significativa da hospitalização por fratura com o controle glicêmico. Após ajustes, as pessoas com diagnóstico de diabetes que tiveram os valores de hemoglobina A1c de 8% ou mais apresentaram um risco significativamente maior de hospitalização por fratura do que aqueles com valores de A1c menos de 8% (HR, 1,63, 95% CI, 1,09-2,44). Após ajuste para o uso de medicamentos de diabetes,  o risco foi ligeiramente atenuado (HR, 1,50, 95% CI, 0,97 - 2,32).
Além de avaliar o risco de fratura entre todos os pacientes com diabetes, "Nosso estudo também sugere que as pessoas com controle glicêmico inadequado (definidos por [níveis de hemoglobina A1c] ≥ 8% ou o uso de insulina) podem se beneficiar particularmente por esforços agressivos de prevenção, independentemente de idade ", disseram  Dr. Schneider e colaboradores.
Algumas evidências sugerem que programas de exercícios podem reduzir o risco de fraturas em pacientes com diabetes, os autores acrescentam. "Mais estudos são necessários para entender se as intervenções de exercícios ou estratégias para melhorar o controle glicêmico, minimizando episódios de hipoglicemia podem prevenir fraturas em pessoas com diabetes."
FONTE: por  Miriam E. Tucker  -  para o texto completo - http://www.medscape.com/viewarticle/776738?src=nldne

PEDRA DA ONDA



Por  em 29.12.2012 as 10:32

A Pedra da Onda é uma formação natural que se parece com uma grande onda de 14 metros de altura e 110m de comprimento a ponto de quebrar. Fica em Hyden, Austrália. A singular estrutura foi formada no cretáceo entre 100 a 130 milhões de anos atrás.

Ela tem significado especial para os aborígenes e é visitada por mais de 140 mil pessoas todo ano. Anualmente o local é sede de um festival de rock. [Wikipedia]
FONTE: http://hypescience.com/uma-gigantesca-onda-petrificada/