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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

EXERCÍCIOS DE IOGA COMBATEM A FIBROMIALGIA

IOGA
Exercícios de ioga combatem a fibromialgia, uma desordem médica caracterizada por uma dor crônica generalizada.
A conclusão é de uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Oregon, nos Estados Unidos, e que acaba de ser publicada na revista Pain.
"Pesquisas anteriores sugerem que o tratamento mais bem-sucedido para a fibromialgia envolve uma combinação de medicamentos, exercícios físicos e desenvolvimento de habilidades de enfrentamento," explica o Dr. James Carson. "Aqui, nós nos voltamos especificamente para a ioga para determinar se ela deve ser considerada como um tratamento e em que medida ela pode ser bem-sucedida."
Ioga contra a fibromialgia
Neste estudo, os pesquisadores acompanharam 53 mulheres previamente diagnosticadas com fibromialgia.
As mulheres foram divididas aleatoriamente em dois grupos. O primeiro grupo participou de um programa de ioga de oito semanas, que incluía posições suaves, meditação, exercícios respiratórios e discussões em grupo. O segundo grupo - o grupo de controle - recebeu a medicação padrão usada nos tratamentos da fibromialgia.
A comparação dos dados dos dois grupos revelou que a ioga ajuda a combater vários sintomas da fibromialgia mais grave, incluindo dor, fadiga, rigidez, problemas de sono, depressão, memória fraca, ansiedade e falta de equilíbrio.
Todas essas melhorias se mostraram não apenas estatisticamente importantes, mas também clinicamente significativas, ou seja, as mudanças foram grandes o suficiente para terem um impacto prático sobre o bem-estar diário.
Por exemplo, no grupo da ioga, a dor foi reduzida por uma média de 24 por cento, a fadiga em 30 por cento e a depressão em 42 por cento.
"Uma provável razão para o aparente sucesso dessa terapia foi o forte empenho demonstrado pelas participantes. Não apenas a presenças nas aulas foi boa, como também a vontade de praticar ioga em casa," acrescenta Carson.
Sobre a fibromialgia
Fibromialgia é uma síndrome caracterizada predominantemente por dor muscular e fadiga.
A condição pode causar problemas de sono, cansaço e estresse psicológico. Outros sintomas incluem frequentemente: rigidez matinal, formigamento ou dormência nas extremidades, dores de cabeça, problemas de memória. (Fonte: Jim Newman  - diariodasaude.com.br)

quinta-feira, 6 de maio de 2010

ASMA e EXERCÍCIOS FÍSICOS

Na asma, expirar é mais difícil do que inspirar. O ar aprisionado nos pulmões provoca a sensação de falta de ar. Essa sensação de falta de ar, associados a chiados, tosses e sensação de "aperto no peito" são os principais sintomas que podem aparecer a qualquer hora do dia, entretanto, é mais freqüente a noite, de madrugada ou o início da manhã.
Às vezes, a pessoa que sofre da doença pode apresentar somente tosse seca. Em alguns casos, os sintomas aparecem exclusivamente quando o indivíduo faz algum exercício físico ou até mesmo quando ri muito. É importante salientar que a ausência de sintomas não significa que o asmático esteja sem a presença de obstrução ou inflamação em seus brônquios.
Os exercícios respiratórios recomendados para esses pacientes têm por objetivo melhorar as funções ventilatória e respiratória.
As atividades físicas motoras são importantes para a saúde física e mental dos pacientes de todas as idades, mas o asmático muitas vezes se sente menos capaz por falta de prática e não por incapacidade física.
Os exercícios são essenciais para as crianças, pois proporcionam as experiências básicas de movimento, importantes no seu desenvolvimento. Na adolescência, geralmente as atividades esportivas são mais intensas e competitivas e para a terceira idade recomenda-se a dança e esportes de menor impacto.
A participação regular em programas de atividades físicas pode aumentar a tolerância ao exercício e a capacidade de trabalho, com menor desconforto, redução de broncoespasmo e uma melhor qualidade de vida.
A orientação adequada proporciona também uma série de benefícios, entre eles a melhora da mecânica respiratória, prevenção e correção de alterações posturais, melhora da condição física geral e prevenção de outras complicações pulmonares.
A medicação e os cuidados com o ambiente também devem ser realizados. Isso vale principalmente para as crianças, pois caso elas não tenham a doença controlada, não serão capazes de acompanhar e se beneficiar de um programa de exercícios físicos. (Fonte: Adriana Marques Battagin é fisioterapeuta, especialista em fisioterapia cardiorrespiratória, mestre em geriatria e gerontologia e docente do curso de Fisioterapia da UNINOVE/minhavida.com.br)