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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

APOSENTADORIA PRECOCE AFETA A MEMÓRIA

APOSENTADORIA PRECOCE COMPENSA?
Dados dos Estados Unidos, Inglaterra e outros 11 países europeus sugerem que quanto mais cedo uma pessoa se aposenta, mais rápido sua memória é afetada. A informação foi publicada no site do jornal "The New York Times".
Os pesquisadores descobriram uma associação linear entre o percentual de pessoas entre 60 e 64 anos que trabalham e o desempenho em testes de memória.
Quanto mais tempo as pessoas continuam no emprego, melhor se saem nos exames, o que é considerado um indicador da função cognitiva global.
Os americanos obtiveram melhor pontuação do que os europeus. A grande maioria dos residentes nos EUA na faixa dos 60 anos ainda trabalha, ao contrário dos idosos que moram na Europa.
A implicação é que realmente parece haver relação entre "use ou perca", ou seja, se as pessoas querem preservar a capacidade de memória e habilidade de raciocínio, devem mantê-las ativas.
Os investigadores estão animados com os resultados, mas ainda não conseguiram identificar a causa da relação. Eles não sabem se o trabalho mantém as pessoas vivas ou simplesmente as impede de fazer coisas que as tornam estúpidas, como passar o dia todo na frente da TV.
O estudo foi conduzido pelo Centro de Longevidade da Universidade de Stanford e publicado recentemente no "Journal of Economic Perspectives".(Fonte: folha.com/educacaofisica.com.br)

domingo, 14 de março de 2010

HABILIDADES COGNITIVAS e TERCEIRA IDADE

ATIVIDADE FÍSICA IMPRESCINDÍVEL
Envelhecer não implica necessariamente na perda da função cognitiva. Um novo estudo, publicado na edição de junho/09 da Neurology®, revelou que características e hábitos de vida e cuidados com a saúde estão fortemente associados à manutenção das capacidades intelectuais de idosos.
Durante oito anos pesquisadores acompanharam 2.500 pessoas com idades entre 70 e 79 anos, e as submeteram a vários testes de habilidades cognitivas, sendo que muitos dos participantes já apresentavam declínio na função cognitiva.
Durante a pesquisa, 53% dos voluntários apresentaram declínio considerado normal conforme envelheciam e 16% mostraram prejuízo cognitivo mais acentuado. No entanto, 30% dos participantes não apresentaram mudanças em seu desempenho nos testes ao longo dos anos. Os pesquisadores examinaram então quais fatores diferenciam as pessoas que mantiveram as habilidades cognitivas das que perderam algumas habilidades.
Idosos que se exercitam pelo menos uma vez na semana, possuem no mínimo ensino médio completo, um bom nível de instrução, não fumam e levam uma vida social ativa são mais propensos a manter a função cognitiva na velhice.
Para a autora do estudo Alexandra Fiocco, da Universidade da Califórnia, em São Francisco, muitos dos hábitos prejudiciais podem ser mudados. Segundo ela, descobrir fatores associados à manutenção da cognição que favorecem ou retardam o início da demência faz com que as próprias pessoas se responsabilizem, ao menos em parte, pela qualidade de seu processo de envelhecimento.
“Além disso, esses resultados podem ajudar a entender os mecanismos envolvidos no envelhecimento saudável”, afirma a pesquisadora. (Fonte: menteecérebro)