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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

PSORÍASE

DIA MUNDIAL DA PSORÍASE - 29 DE OUTUBRO
Saiba mais sobre psoríase
» Atinge 190 milhões de pessoas em todo o mundo
» É uma doença genética
» Pode ser transmitida de pai para filho
» Afeta principalmente a pele
» Aparece com maior freqüência nas regiões do corpo que sofrem atrito
» É uma doença crônica, com fases de melhora e outras de piora
Aprenda a identificar a psoríase
Como e quando suspeitar de Psoríase
» A psoríase afeta principalmente a pele
» É mais freqüente nas regiões do corpo que sofrem atrito
» Pode ter aparências diferentes (formas clínicas)
» Pode afetar as articulações
Opções de tratamento
Existem diferentes tratamentos para a psoríase:
» Psoríases menos intensas são tratadas com medicamentos no local das lesões (tópico)
» Psoríases mais graves são tratadas com remédios via oral ou injetáveis e em alguns casos associado à fototerapia
» Não é possível garantir a melhora com tratamentos sem comprovação científica
Dúvidas mais freqüentes
Fatores que melhoram a psoríase:
» Exposição solar controlada
» Banhos de imersão
» Uso de hidratantes
Fatores que pioram a psoríase:
» Estresse e outros fatores externos
» Alguns medicamentos
» Uso de álcool e cigarro
» Coçar as lesões
Mitos e verdades
A informação correta é a melhor forma de esclarecer os mitos sobre as doenças. Converse com o seu dermatologista! Ele é o seu maior aliado para o tratamento adeqüado da psoríase!
» Elimine qualquer preconceito: a psoríase não é contagiosa
» Psoríase pode ser confundida com outras doenças de pele
» Nem sempre a manifestação das lesões será igual
» É uma doença genética
» Pode ser transmitida de pai para filho
» É uma doença crônica com fases de melhora e outras de piora
» Tomar banho de sol melhora as lesões
» Vale a pena usar hidratantes
» Estresse pode desencadear a doença
» Álcool e cigarro pioram a psoriase
» Não existe restrição à alimentação
» Nunca pratique a auto-medicação
» Tratamentos alternativos sem comprovação científica não garantem resultados
» Vale a pena trocar experiências com outros portadores de psoríase
Opções de tratamento
Não é possível garantir a melhora com tratamentos sem comprovação científica
Outros profissionais (não médicos) podem oferecer tratamentos alternativos para a psoríase. É certo que estes tratamentos têm bons efeitos psicológicos sobre as pessoas, podendo produzir um alívio temporário. Porém, muitos deles não são comprovados cientificamente. (http://www.psoríaseonline.com.br/

quarta-feira, 7 de julho de 2010

PROGÉRIA

No Reino Unido, a família de uma criança que sofre de uma doença genética raríssima está fazendo um apelo para que médicos do mundo todo juntem esforços para descobrir uma cura.
O álbum de família mostra que a doença de Harry não era óbvia quando ele nasceu. Mas, com menos de um ano de idade, surgiram as primeiras manchas na pele. Aos 5, ele começou a sofrer de artrite, o cabelo ficou mais fino e cada vez mais ralo. Por fim, surgiram problemas cardíacos.
“Harry não crescia como outras crianças. Ele envelhecia”, diz a mãe. A uma velocidade assustadora: cinco vezes mais rápido. É o que acontece com quem tem essa doença rara e praticamente desconhecida chamada progéria.
O cérebro é de uma criança normal, de 11 anos de idade. O corpo, de um senhor de 55 anos. Apesar das dificuldades, Harry tem conseguido lidar com as diferenças em si mesmo. Enquanto isso, a Ciência tenta desvendar a doença e encontrar uma cura.
É por isso que a família faz questão de expor Harry e seu problema. Quer que outros doentes se descubram e façam contato, e que profissionais de outros países se interessem pelo assunto.
O médico inglês, que acompanha o menino, diz que primeiro é preciso entender os mecanismos dessa doença genética para tentar, então, parar o envelhecimento precoce.
“O que nos conforta é saber que no caso de Harry a progéria é atípica. Uma forma um pouco menos severa da doença”, diz a mãe.
O menino, por sua vez, esbanja otimismo. Diz que já tem uma namoradinha no colégio. E garante que vai se casar com ela um dia. Harry planeja ser um biólogo marinho quando crescer. Ele só lamenta não ter disposição física para praticar esportes como os coleguinhas.
“Me canso rapidamente e vivo com dores nas articulações. Sou obrigado a tomar analgésicos todos os dias”, conta Harry.
Irmão carinhoso, bom filho, aluno nota 10 e sonhador. Harry, um menino de olho no futuro, confiante na medicina.
No mundo todo, segundo os especialistas britânicos, há 63 doentes confirmados de progéria.
(Fonte: g1.globo.com)

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

LEUCODISTROFIAS


Zinedine Zidane, um dos maiores ídolos do futebol francês, cederá sua imagem para
 uma coleção de selos em benefício da Associação Europeia contra a Leucodistrofia (ELA).
As leucodistrofias são doenças geneticamente determinadas que afetam o sistema nervoso em decorrência de uma alteração progressiva da bainha de mielina, que é uma estrutura que reveste as células nervosas. Embora as leucodistrofias constituam um grupo heterogêneo de doenças, todas apresentam um padrão progressivo de manifestação, o que significa que a doença tende a piorar ao longo da vida do paciente. Atualmente, existem mais de 25 formas conhecidas de leucodistrofias e novas formas estão sempre sendo identificadas. Os sinais clínicos das diferentes leucodistrofias podem diferir muito, havendo também grande variabilidade com relação à idade de início de manifestação dos sintomas.
Em geral, os sinais clínicos se manifestam após um período de vida livre de qualquer sintoma. Nesses estágios iniciais, os sinais clínicos são pouco reconhecidos. As manifestações ocorrem de maneira gradual, sendo paulatinamente notadas como: mudança no tônus corporal e nos movimentos, alterações de marcha, fala, visão, audição, comportamento, memória e processos mentais.
O diagnóstico específico depende da realização de análises bioquímicas e de exames de imagem, como a ressonância magnética e a tomografia computadorizada, que permitem identificar muitas anormalidades sutis da bainha de mielina. Algumas dessas anormalidades já estão relacionadas a tipos específicos de leucodistrofias. Os exames que podem ser indicados incluem, por exemplo, a dosagem de ácidos graxos de cadeia muito longa (cujos níveis encontram-se elevados na leucodistrofia chamada de adrenoleucodistrofia ligada ao cromossomo X) e a determinação da atividade de algumas enzimas lisossomais (como a arilsulfatase A, que apresenta níveis anormais na leucodistrofia metacromática, e a galactocerebrosidase, alterada na doença de Krabbe).
Exemplos de leucodistrofias: Síndrome 18q com deficiência de proteína básica mielina; Adrenoleucodistrofia; Síndrome de Aicardi-Goutieres; Doença de Alexander; Doença de Canavan; Doença de Krabbe; Leucodistrofia metacromática; Doença de Pelizaeus Merzbacher (paraplegia espástica ligada ao X); Doença de Refsum; Adrenoleucodistrofia ligada ao X; Síndrome de Zellweger.  (Fonte: Centro de Estudo do Genoma Humano-USP)