Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador infecções. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador infecções. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

INFECÇÕES DO SÍTIO CIRÚRGICO (ISC)

Infecções do Sítio Cirúrgico (ISC) iniciadas durante procedimentos invasivos podem necessitar de tratamento adicional e/ou prolongado. Apesar dos melhores esforços das instituições para serviços de saúde para manter os ambientes cirúrgicos seguros, as infecções do sítio cirúrgico resultam em custos de tratamento de até $10 bilhões de dólares todos os anos somente nos EUA.
Aproximadamente 780.000 de 30 milhões de procedimentos cirúrgicos realizados anualmente nos EUA resultam em ILC.(1)
No Reino Unido, os custos diretos estimados para um paciente que desenvolveu uma infecção do sítio cirúrgico são entre €2,265 e €2,518.(2)
De acordo com um estudo realizado na Holanda, as ILCs resultam entre 5.8 e 17 dias extras de hospitalização.(3)
Na França, aproximadamente 11% dos pacientes cirúrgicos adquirem uma infecção do sítio cirúrgico.(4)
Alguns casos comuns de ISC são:
- Complicações de hipotermia cirúrgica;
- Contaminação da área de incisão pela flora cutânea;
- Contaminação cruzada bacteriana;
- Contaminação por instrumento cirúrgico;
Referências:
- 1 Cook, R. "Hospitals learn simple, cheap steps can prevent infections," San Francisco Chronicle, 18 mai 2004; F1.;
- 2 Coello R, Glenister H, Fereres J, Bartlett C, Leigh D, Sedgwick J, e outros. The cost of infection in surgical patients: a case-control study. J Hosp Infect 1993; 24(4):239-50., and Plowman R, Graves N, Griffin MA, Roberts JA, Swan AV, Cookson, B, e outros. The rate and cost of hospital-acquired infections occurring in patients admitted to selected specialties of a district general hospital in England and the national burden imposed. J Hosp Infect 2001; 47(3):198-209.
- 3 Geubbels EL, Mintjes-de Groot AJ, Van den Berg JM, de Boer AS. An operating surveillance system of surgical site infections in the Netherlands: results of the PREZIES national surveillance network. Preventie van Ziekenhuisinfecties door Surveillance. Infect Control Hosp Epidemiol 2000; 21 (5): 107.
- 4 Fonte: Prevalence of nosocomial infections in France; results of the nationwide survey in 1996. Journal of Hospital Infection. 2000; 46:186-193

PNEUMONIA ASSOCIADA À VENTILAÇÃO MECÂNICA (VAP)

Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica (VAP) é uma das três principais infecções que mais preocupam os clínicos atualmente; ela pode ser responsável por até 60% de todas as mortes causadas por infecções associadas aos cuidados da saúde (IACS) nos EUA.(1)
Outras estatísticas importantes dos EUA incluem:
- aproximadamente de 8 a 28% dos pacientes de cuidados intensivos desenvolvem VAP(2);
- pacientes com pneumonia associada aos cuidados da saúde têm uma taxa de mortalidade de 20% a 33%1
- a VAP aumenta o tempo que os pacientes passam na UTI em 4 a 6 dias(1);
- para cada incidência de VAP estima-se um aumento de custos de $20.000 a $40.000(1);
- a VAP é um problema mundial. Na Alemanha, entre 2001 e 2005, 5,72% dos pacientes de UTI desenvolveram VAP.(3) De acordo com estatísticas recentes, 9,2% dos pacientes de UTI na França desenvolvem pneumonia adquirida em UTIs.(4) No Reino Unido, as infecções das vias respiratórias inferiores adquiridas em hospitais acrescentam uma média de 12 dias de hospitalização, com uma média de custos adicionais de $4.149 por paciente.(5);
- o Sistema Nacional de Vigilância de Infecções Nosocomiais (NNIS) do CDC relatou que em 2002, os pacientes que recebiam ventilação mecânica contínua tinham entre 6 e 21 vezes mais riscos de desenvolver pneumonia associada à ventilação mecânica quando comparados a pacientes que não recebiam ventilação mecânica. Por causa deste enorme risco, nas últimas duas décadas, a maioria das pesquisas sobre pneumonia associada aos cuidados da saúde esteve focada em VAP.(6)
Referências:
1.CDC. Guidelines for Preventing Healthcare-Associated Pneumonia, 2003. Recommendations of the CDC and the Healthcare Infection Control Practices Advisory Committee. MMWR 2004; 53 (No. RR-3).
2.Chastre J, Fagon J. Ventilator-associated pneumonia. Crit Care Med. 2002; 165:867-903.
3.Fonte: KISS Krankenhaus-Infektions-Surveillance-System. Modul ITS-KISS. http://www.nrz-hygiene.de/dwnld/ITS_reference_200512.pdf
4.Fonte: HELICS Implementation Phase II, Final Report, março de 2005
5.The Socio-economic Burden of Hospital Acquired Infection. Sumário Executivo. Public Health Laboratory Service. 1999
(Fonte: pt.haiwatch.com/VAP.aspx

sábado, 24 de julho de 2010

VISUALIZAÇÃO DE VEIAS

CHEGA DE ESPETADAS EXTRAS!
Bebês, pessoas obesas e indivíduos com veias muito finas e de difícil visualização no momento de serem medicados pelos profissionais de saúde não precisam mais sofrer com um número excessivo de picadas na busca por um acesso venoso para a aplicação de medicações, injeções ou soros.
Chega ao Hospital A.Einstein um novo equipamento – o Vein Viewer - que, por meio de emissão de luz infravermelha, ajuda na visualização das veias, principalmente das mãos e dos braços e, além de garantir qualidade, segurança e conforto ao paciente, traz maior facilidade à equipe de saúde na hora de tratar pacientes com soros e medicações venosas. Esta é uma solução que evita as desagradáveis manchas roxas deixadas pelas inúmeras tentativas de acesso às veias, dentre outros benefícios.
"Esse equipamento permite encontrarmos pequenos vasos através da pele, facilitando a visualização das veias. Ele oferece menos dor aos nossos pacientes e é mais seguro porque, com menos picadas, menores são as chances de infecções", explica Dr. Eduardo Cordioli coordenador da Maternidade do Hospital Israelita Albert Einstein.
Os Vein Viewers já estão disponíveis nos laboratórios de Medicina Diagnóstica e Preventiva (MDP) do Einstein. Em breve, serão utilizados também no serviço de pronto atendimento do hospital.
(Fonte: ww.einstein.br)