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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

AZAR MASCULINO OU DETERMINISMO?

BÊBADO, NÃO! "LIBERADOR DE DOPAMINA"
Pesquisadores americanos descobriram por que os homens têm duas vezes mais chances de se viciar em álcool do que as mulheres. Segundo o estudo, eles sentem mais satisfação com a bebida do que elas. A razão para isso é um hormônio chamado dopamina.
Os cientistas das universidades de Columbia e de Yale avaliaram homens e mulheres de idade universitária com o costume de beber. Os estudantes ingeriram bebidas alcoólicas e não alcoólicas e, em seguida, passaram por um exame de tomografia. O teste mediu a quantidade de dopamina liberada em consequência do álcool.
Essa substância tem diversas funções no cérebro. Uma delas está relacionada à sensação de prazer proporcionada por algumas experiências como sexo, apostas e drogas.
Os resultados da tomografia mostraram que os homens liberam uma quantidade maior de dopamina do que as mulheres. Esse crescimento foi encontrado em uma parte do cérebro relacionada ao prazer e ao vício. Segundo os cientistas, essa descoberta mostra que a influência do álcool na liberação do hormônio tem um papel importante no comportamento das pessoas.
Para a médica Anissa Abi-Dargham, autora do estudo, quando episódios de bebedeira se repetem, a quantidade de dopamina liberada é menor.
- Isso pode significar uma marca de tolerância, ou a transição para o hábito.
A diferença do alcoolismo entre os sexos, segundo os especialistas, deve ajudar em futuras pesquisas sobre esse vício. (Fonte: R7 Notícias/sis.saúde)

sábado, 16 de outubro de 2010

"BEBER SOCIALMENTE e o ALCOOLISMO"

“Só bebo para fazer show e andar de avião.
O problema é que eu faço muitos shows e viajo muito de avião”.
 Tim Maia
O humor da frase de Tim Maia esconde um problema: a dificuldade de saber quando ‘beber socialmente’ passa a ser alcoolismo.
Estima-se que 20% dos brasileiros, cerca de 32 milhões, bebem mais do que “socialmente”. O consumo de álcool é uma das três maiores causas de faltas ao trabalho e cerca de 65% dos acidentes de trabalho estão relacionados ao uso do álcool e outras drogas. Usuários de drogas faltam dez vezes mais ao trabalho, usam 16 vezes mais os serviços de saúde e solicitam cinco vezes mais indenizações. A produtividade de um usuário de álcool é 20% menor do que a de um trabalhador abstêmio e 70% dos usuários de drogas estão empregados.
O álcool deprime o Sistema Nervoso Central, o que afeta julgamento, nível de consciência, autocontrole e coordenação motora. A cada dose, ocorre um aumento de concentração de álcool no sangue, sendo que uma unidade de bebida alcoólica gera uma hora de efeitos físicos no organismo.
Inicialmente, há sintomas de euforia, evoluindo para tonturas, dificuldade na fala e na coordenação motora, confusão e desorientação. Níveis elevados podem levar à anestesia, coma e morte. Os sintomas físicos da intoxicação alcoólica são aumento da diurese, redução dos reflexos motores, náuseas, vômitos e aumento da frequência cardíaca e da pressão sanguínea.
Em médio e longo prazo, os efeitos são tolerância (necessidade de doses maiores para obter as mesmas sensações de prazer e relaxamento de antes), síndrome de abstinência (tremores, náusea, sudorese, ansiedade e irritabilidade quando sóbrio), dependência, complicações clínicas, risco de acidentes de trabalho e trânsito, problemas sociais, familiares, econômicos e judiciais.
Classifica-se como uso nocivo do álcool quando o indivíduo bebe quantidade acima do tolerável pelo organismo, seja este uso frequente, ou ocasional. Beber em quantidades acima das doses estipuladas é considerado uso nocivo do álcool e os riscos aumentam no sentido de causar problemas físicos, laborais, sociais, judiciais, familiares e levar à dependência. O uso constante, descontrolado e progressivo de bebidas alcoólicas pode comprometer seriamente o funcionamento do organismo, levando-o a consequências irreversíveis.
A psicóloga Cristiane Sales, do Centro Psicológico de Qualidade de Vida, explica que um indivíduo deve procurar ajuda quando:
• As pessoas próximas estão preocupadas com seu padrão de consumo.
• Sai com amigos e bebe mais do que eles.
• Bebe muito e não fica visivelmente embriagado.
• Tem a percepção de que não tem controle sobre frequência e quantidade de consumo.
• Sente vontade de beber pela manhã.
• Fica irritado se alguém critica a maneira como bebe.
• Acredita que o álcool possa estar fazendo mal à saúde.
• Prejuízo por causa do álcool no trabalho, família, finanças, justiça, acidentes.
• Se sente culpado pela forma de beber.
• Já tentou parar ou diminuir sozinho, mas não conseguiu.
A dependência do álcool leva anos para se estabelecer, portanto se a pessoa perceber que seu padrão de consumo não está saudável deve parar antes de ter qualquer prejuízo.
Percebe-se que faz uso nocivo de bebidas alcoólicas e pretende controlar o consumo, ou tornar-se abstêmio, pode procurar ajuda de um serviço de saúde especializado, como o Centro Psicológico de Qualidade de Vida, que conta com profissionais preparados para oferecer orientação sobre o consumo do álcool a tratamento especializado para a dependência. (Fonte: ABEAD)

terça-feira, 20 de julho de 2010

MANIFESTAÇÃO RACISTA NO FACEBOOK

Na semana passada, Vaseline fez um movimento controverso no Facebook e que incentiva os usuários a clarear a aparência de sua pele. Isto foi direcionado para usuários na Índia, que foram convidados a enviar suas fotos do perfil e a branquear os seus rostos.
Esta não é a primeira vez que a Unilever - que detém a marca Vaseline - tenta introduzir no mercado da India as virtudes da pele branca. Em 2008, a multinacional começou vender um produto de clareamento da pele chamado "White Beauty".
A diferença agora é que usando o Facebook, a Unilever tem potencial para atingir os seus mais de 500 milhões de usuários ao redor do mundo, e espalhar a sua mensagem racialmente carregada de que o branco é bonito.
A indústria de clareamento da pele tem avançado por toda a Índia e outros países asiáticos, e seus cremes são vendidos em prateleiras em bairros negros nos E.U. também. A última coisa que precisamos é de uma ferramenta no Facebook para estender esta linha de tendência preocupante.
Em sendo a manifestação da Unilever ofensiva, Facebook tem a oportunidade de demarcar uma linha para demonstrar que tipo de manifestações está disposta a acolher, que tipo de valores ela tem esperanças de fazer avançar.
Como a maior rede social do mundo, a empresa tem uma oportunidade sem precedentes para promover a tolerância e a compreensão. Vamos ter certeza de que terá esse propósito em vez de servir como plataforma para o preconceito.(Fonte: change.org)

terça-feira, 6 de abril de 2010

BARBITÚRICOS

DROGAS DEPRESSORAS DO S.N.C.
Pertencem ao grupo de substâncias sintetizadas artificialmente desde o começo do século XX, que possuem diversas propriedades em comum com o álcool e com outros tranquilizantes (benzodiazepínicos).
Seu uso inicial foi dirigido ao tratamento da insônia, porém a dose para causar os efeitos terapêuticos desejáveis não está muito distante da dose tóxica ou letal.
O sono produzido por essas drogas, assim como aquele provocado por todas as drogas indutoras de sono, é muito diferente do sono “natural” (fisiológico).
São efeitos de sua principal ação farmacológica: • a diminuição da capacidade de raciocínio e concentração; • a sensação de calma, relaxamento e sonolência; • reflexos mais lentos.
Com doses um pouco maiores, a pessoa tem sintomas semelhantes à embriaguez, com lentidão nos movimentos, fala pastosa e dificuldade na marcha.
Doses tóxicas dos barbitúricos podem provocar: • surgimento de sinais de incoordenação motora; • acentuação significativa da sonolência, que pode chegar ao coma;  • morte por parada respiratória.
São drogas que causam tolerância (sobretudo quando o indivíduo utiliza doses altas desde o início) e síndrome de abstinência quando ocorre sua retirada, o que provoca insônia, irritação, agressividade, ansiedade e até convulsões.
Em geral, os barbitúricos são utilizados na prática clínica para indução anestésica (tiopental) e como anticonvulsivantes (fenobarbital). (Fonte: Prevenção ao uso indevido de drogas/SENAD)