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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

SAÚDE DO POVO NEGLIGENCIADA! "nunca-antis-na-istória-deste-paíz"

DOENÇAS NEGLIGENCIADAS
DOENÇA DE CHAGAS (SÓ UMA DENTRE "UM MONTÃO"!)
Doenças negligenciadas
Doenças tropicais geralmente negligenciadas, como o mal de Chagas, a lepra, a dengue e a leishmaniose, ainda afetam cerca de 1 bilhão de pessoas em 149 países do mundo, mas de forma "silenciosa", segundo relatório divulgado nesta sexta-feira pela OMS (Organização Mundial da Saúde).
O Brasil é apontado no relatório como tendo incidência da maioria das 17 doenças tropicais listadas, que podem causar problemas como cegueira, úlceras e cicatrizes, dor severa, deformidades e danos em órgãos internos e no desenvolvimento físico e mental do paciente.
O relatório afirma, no entanto, que o controle desses males, mais comuns em áreas rurais e em favelas urbanas, é "viável".
Educação em saúde
A OMS pede a continuação da ajuda de empresas farmacêuticas no controle das doenças, recomenda que os sistemas públicos de saúde fiquem atentos a mudanças nos padrões das doenças por conta de fatores climáticos e ambientais e sugere a coordenação entre agentes de saúde pública e agentes veterinários - para controlar a incidência de raiva, por exemplo.
O órgão lista "sucessos" no controle de males, como a erradicação da doença conhecida como "verme da Guiné", não por conta de vacinas, "mas por educação em saúde e por mudanças comportamentais".
"Essas doenças debilitantes, às vezes horríveis, são muitas vezes aceitas como parte da vida das pessoas pobres", diz Margareth Chan, diretora-geral da OMS. "Mas estratégias podem quebrar o ciclo da infecção, da deficiência e da perda de oportunidades que mantém as pessoas na pobreza."
Doenças tropicais
O Brasil apresenta incidência de males tropicais como dengue, mal de Chagas, raiva, conjuntivite granulosa, leishmaniose, cisticercose, esquistossomose, tênia, hidática policística e "cegueira dos rios".
O relatório diz que o Brasil vivenciou um aumento nos casos de leishmaniose desde 1999. A doença, antes mais comum nas zonas rurais, "agora também aparece em áreas urbanas", por conta da migração de pessoas do campo às periferias das cidades.
"No Brasil, os cães são o hospedeiro do parasita" da leishmaniose, que provoca, entre outros problemas, febre, fraqueza e anemia.
No caso da dengue, a OMS afirma que a doença ressurgiu na América Latina porque as medidas de controle não foram mantidas após a campanha para erradicar o Aedes aegypti, seu principal vetor, durante os anos 1960 e 70. "Grandes surtos acontecem atualmente a cada três ou cinco anos", afirma o relatório.
(Fonte: diariodasaude.com.br)

segunda-feira, 26 de julho de 2010

RAIVA e BEBIDAS ALCOÓLICAS

A raiva é um problema e precisa ser tratado. Um estudo realizado por Thor Norstrom e Hilde Pape revelou que o alto consumo de bebidas alcoólicas aumenta o risco de comportamento violento. O álcool, de acordo com a pesquisa, pode aumentar as agressões físicas autoinfligidas ou direcionadas a terceiros.
Para o estudo, foram coletados dados de mais de três mil indivíduos que foram acompanhados quando tinham entre 16 e 17 anos e novamente mais tarde, com idades entre 21 e 22 anos. Resultados apontam que aqueles que, de alguma forma, suprimiam a raiva, aproximadamente 10%, tinham hábitos de consumo de bebidas alcoólicas bastante acima do ideal e cerca de 5% apresentavam comportamento muito violento quando bêbados.
A psicóloga e tutora do Portal Educação, Denise Marcon, explica que o uso de bebidas alcoólicas tende a desencadear alguns comportamentos que o indivíduo reprime na sua vida diária.
“A agressividade se fará presente nesses casos em pessoas que apresentam comportamentos agressivos, mas acaba por reprimi-los na vida em sociedade. Desta forma, podemos entender como o uso excessivo de álcool, traz tantos problemas à sociedade em geral”, finaliza a tutora.(Fonte: Portal Educação/SIS.SAÚDE)

quinta-feira, 10 de junho de 2010

AGRESSIVIDADE e EXERCÍCIOS FÍSICOS

Se você sabe que vai ter um dia ruim, a primeira coisa que deve fazer ao acordar é colocar roupa de ginástica e sair para caminhar ou correr: esse é o conselho de pesquisadores da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, que, avaliando 16 jovens que se irritavam facilmente, descobriram que exercícios prévios podem amenizar o humor nervoso e irritadiço.
Segundo os especialistas, apesar de os resultados precisarem de confirmação em estudos maiores, parece que “os exercícios agem como uma droga, protegendo contra a indução da raiva, quase como tomar aspirina para prevenir infarto”.
No estudo, antes e após 30 minutos de ciclismo em intensidade moderada, os participantes assistiram a apresentações de imagens que evocam raiva - incluindo do movimento Ku Klux Klan, de Hitler e de crianças desnutridas -, misturadas a imagens que induzem medo, simpatia ou imagens neutras. Em uma escala de raiva crescente de 20 pontos, os participantes, quando se exercitavam, apresentavam crescimento insignificante de 6,3 pontos para sete após ver as imagens provocadoras; e, na ausência de exercícios, essa taxa passava de oito para 10 pontos.
De acordo com os autores, a raiva e o comportamento agressivo estão associados a baixos níveis de serotonina. E diversos estudos têm demonstrado que a prática de atividades físicas pode aumentar os níveis desse hormônio calmante no cérebro. Além disso, segundo o fisiologista Michael R. Bracko, “uma aula em grupo de exercícios ou de musculação pode manter a mente distraída”, atenuando as emoções de raiva. Entretanto, mais estudos sobre o assunto são necessários. (Fonte: Leandro Perché-Boa Saúde/SIS.SAÚDE)

segunda-feira, 26 de abril de 2010

REPRESSÃO DA RAIVA

Segundo um novo estudo da Universidade de Tilburg, na Holanda, os pacientes que reprimem sua raiva têm quase o triplo de chances de ter um infarto ou de morrer nos próximos cinco a dez anos.
Em estudo com 644 pacientes com doença arterial coronariana, os pesquisadores notaram que pessoas com personalidade do tipo D - propensas a sofrer de raiva e outras emoções negativas, mas com dificuldades de expressar esses sentimentos - correm mais riscos de sofrerem eventos cardíacos importantes.
De acordo com os especialistas, a raiva pode “estrangular” o fluxo sanguíneo no coração e provocar alterações no ritmo cardíaco. E há evidências de que a repressão a esses sentimentos negativos pode ser muito prejudicial ao coração. Porém, isso não significa que as explosões de raiva são as melhores formas de lidar com esse sentimento.
“As pessoas tendem a dar vazão aos sentimentos de raiva ou guardá-los internamente, porém acredito ser importante encontrar uma solução intermediária para resolver esses sentimentos de raiva - mas de uma forma mais construtiva e adaptável”, destacou o pesquisador Johan Denollet.
(Fonte: Leandro Perché-Boa Saúde/SIS.SAÚDE)