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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

COMO CUIDAR DE PACIENTES COM CÂNCER

O Instituto de Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) lançou o Curso Básico on-line sobre Câncer, voltado principalmente a familiares que cuidam de pacientes com câncer em casa.
A iniciativa é fruto de uma parceria entre a União Internacional Contra o Câncer, entidade que desenvolveu todo o projeto, e a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. O Icesp ficou responsável pela tradução dos módulos para o português.
As aulas são gratuitas e o curso, que tem duração de oito horas, está dividido em quatro módulos: “Como o câncer se desenvolve”, “Como o câncer é tratado”, “Controlando os sintomas” e “Câncer como uma doença crônica”.
O programa educacional aborda as principais temáticas relacionadas à doença, desde o desenvolvimento, passando pelo diagnóstico e tratamento, com aulas que visam a promover a compreensão de aspectos fundamentais sobre o câncer, integrando os aspectos biológicos, psicológicos, sociais e éticos.
O curso pode ser interrompido de forma que se adapte à rotina do participante. Ao final de cada etapa, mediante a realização de uma avaliação, o participante recebe um certificado.
O material também está disponível para estudantes e profissionais da área da saúde. O curso pode ser instalado, gratuitamente, a partir de arquivo no site da instituição.
Mais informações: www.icesp.org.br ou pelo telefone (11) 3893-2000 (Fonte: FAPESP)

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

JOGO DE UMA MORTE ANUNCIADO - vídeo educativo

Grupo da UFRJ continua série de vídeos de prevenção ao câncer. O alvo desta vez é o tabagismo entre os jovens. O cigarro é o mal a ser combatido. A indústria é representada pela figura 'simpática' do negociante que tenta, de forma amigável, convencer o jovem a fumar.
Eis o segundo vídeo – de uma trilogia – produzido pelo Programa de Oncobiologia, rede vinculada ao Instituto de Bioquímica Médica da UFRJ. Para quem não lembra, é o mesmo grupo que em outubro passado (exatamente um ano atrás) colocou no ar o Amor nos tempos do HPV, desenho animado que conta a história de um casal que, por não usar camisinha, acaba contraindo o vírus.
Agora, é a vez do Jogo de uma morte anunciada, vídeo feito com a técnica de rotoscopia (desenho sobre a filmagem) que tenta conscientizar, sobretudo os jovens, em relação ao tabagismo.
O vídeo foi realizado após uma pesquisa feita com 197 jovens de favelas cariocas e 203 jovens cientistas. Houve uma disparidade em alguns números da pesquisa. Por exemplo, foi observado que apenas 7% dos jovens biomédicos fumavam, em comparação aos 61% residentes da favela.
Apesar disso, mais de 90% de jovens de ambos os grupos sabiam que o fumo provocava câncer. A diferença: apenas os jovens cientistas acusaram os outros malefícios do fumo, como envelhecimento precoce da pele, impotência etc.
O vídeo conta com personagens fazendo as vezes dos agentes do tabagismo: a indústria, o tabaco, o alvo e o desejo.
O curta-metragem foi feito com o intuito de atingir também a parcela de jovens com deficiência auditiva. No final, há inclusive uma participação animada de um jovem traduzindo o que aconteceu para a linguagem dos surdos.
A animação final da trilogia de prevenção ao câncer será o Memórias de minhas pintas tristes (parece que o pessoal do Programa de Oncobiologia é realmente fã de Gabriel García Márquez). Ficamos no aguardo.
(Fonte: Thiago Camelo-Ciência Hoje On-line- Leia o texto completo na CH On-line, que tem conteúdo atualizado diariamente: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/a-ciencia-contra-ataca)

terça-feira, 28 de setembro de 2010

PARCERIA CONTRA O CÂNCER

Estudo indica que combinação de Viagra com doxorrubicina
 diminui tumor na próstata e protege contra danos ao coração
provocados pelo medicamento usado em quimioterapia
Uma pesquisa feita na Virginia Commonwealth University (VCU), nos Estados Unidos, mostrou que a combinação da doxorrubicina, uma poderosa droga anticâncer, com o citrato de sildenafil (comercializado como Viagra), aumenta a eficácia do primeiro no combate contra tumores de próstata ao mesmo tempo em que protege contra eventuais danos ao coração.
A doxorrubicina é usada há mais de 40 anos em quimioterapia para tratar diversos tipos de câncer. Mas, apesar da eficácia clínica da droga, seu uso está associado com danos ao coração, que muitas vezes são manifestados mesmo anos após o fim do tratamento, apontam os autores do estudo.
Por conta disso, diversos grupos de pesquisa têm buscado uma solução para proteger o sistema cardiovascular contra a toxicidade associada à doxorrubicina.
Em artigo que será publicado esta semana no site e em breve na edição on-line da revista Proceedings of the National Academy of Sciences, Rakesh Kukreja, diretor científico do Pauley Heart Center da VCU, e colegas descrevem o sildenafil como alternativa potencial para o problema.
Os cientistas realizaram uma ampla variedade de experimentos in vitro e in vivo (com camundongos) e verificaram que a combinação das duas drogas aumentou significativamente a geração de oxigênio reativo que dispara a apoptose (morte célular) em células de tumores de próstata.
Também observaram que a mistura não atingiu células epiteliais normais e saudáveis no órgão. “Acreditamos que o sildenafil pode ser um candidato excelente para protocolos de tratamento de câncer, com o potencial de aumentar a eficácia antitumoral ao mesmo tempo em que protege o coração contra danos de curto e de longo prazo promovidos pela doxorrubicina”, disse Kukreja.
Após o sucesso com experimentos com animais, o grupo pretende iniciar em breve testes clínicos da combinação, para verificar a eficácia em humanos com câncer.
O artigo Sildenafil increases chemotherapeutic efficacy of doxorubicin in prostate cancer and ameliorates cardiac dysfunction (doi: 10.1073/pnas.1006965107), de Rakesh C. Kukreja e outros, pode ser lido por assinantes da PNAS em www.pnas.org/cgi/doi/10.1073/pnas.1006965107. (Fonte: FAPESP)

domingo, 19 de setembro de 2010

DRIBLE O CÂNCER JÁ!

DEPOIS,QUANDO? FAÇA JÁ!
Os números abaixo são estimativas do Instituto Nacional do Câncer - INCA. A razão do aumento que eles mostram está ligada à genética, consmo excesivo de gordura saturada, álcool, tabaco e baixa ingestão de frutas, verduras e cereais. As dicas para você não entrar nesta estatística são de gabaritados institutos internacionais - potencialize-as fazendo exames de prevenção!
CÂNCER DE PRÓSTATA
49,5 mil novos casos em brasileiros em 2008 e 52,3 mil em 2010.
Para ajudar você a fugir dessa: muito (mais) sexo e masturbação. Yes! Um estudo do Conselho de Ccâncer da Austrália diz que ejacular cinco vezes por semana reduz em um terço seu risco de ter câncer de próstata. "Isso libera os dutos onde o câncer surge, explica Graham Giles, oncologista e autor da pesquisa.
CÂNCER COLORRETAL
12,5 mil novos casos em brasileiros em 2008 e l3,3 mil em 2010.
Para ajudar você a fugir dessa: turbine a ingestão de cálcio, constatou uma pesquisa publicada no Journal of the National Cancer Institute (Inglaterra). Leite, iogurte, queijos, sardinha em conserva e couve são alimentos ricos no mineral.
CÂNCER DE PELE (NÃO MELANOMA)
Êle não subiu. Baixou o número de novos casos deste câncer em brasileiros, mas previna-se.
Incidência: 55,9 mil novos casos em 2008 e estimativa de 53,4 mil novos casos para 2010.
Seu drible: beber café e fazer exercícios pode ajudar você a não ter câncer de pele, aponta uma pesquisa da Universidade Rutgers(EUA)
(Fonte: Mixer-Saúde-Men'sHealth n.53-setembro/10)

domingo, 5 de setembro de 2010

INJEÇÃO PARA RECUPERAÇÃO DE DANOS

O corpo humano, geralmente, sofre uma sensível perda de massa muscular mesmo que o câncer não esteja diretamente relacionado a isso. Muitos tumores produzem uma molécula chamada ativina, que desempenha um papel crucial na degradação de fibras musculares. Mas uma pesquisa do Centro de pesquisas Amgen, na Califórnia, sugere que essa perda pode ser reversível.
Em um teste com camundongos, descobriram que, pelo menos para eles, tudo pode ser resolvido com uma simples injeção. O experimento foi o seguinte: analisaram 20 ratos que haviam contraído câncer retal (ou câncer de cólon) e com isso pararam de comer, o que os fez perder 20% de sua massa corporal em três semanas. A tal injeção, que os camundongos receberam, destrói as quantidades excedentes da ativina. Dentro de duas semanas, o apetite dos ratos havia sido restaurado e a massa corporal voltou ao normal.
Dado animador: a injeção parece também aumentar a longevidade dos ratos. No período analisado, todos os camundongos que não receberam a injeção acabaram morrendo, mas 90% dos que receberam continuam vivos. Ainda faltam, contudo, outros testes para confirmar se a mesma injeção pode ter eficácia com seres humanos. [New Scientist] (Fonte: Rafael Alves-hypescience)

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

TABAGISMO RADICAL!

Seis a cada dez fumantes com câncer não conseguem parar de fumar mesmo depois de saber que estão doentes. O dado foi detectado em levantamento do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo e divulgado nesta quinta-feira (26).
O tabagismo prejudica a função pulmonar, o que aumenta o risco de complicações durante a radioterapia. Além disso, dificulta a cicatrização, eleva a pressão arterial e o risco de doenças cardiovasculares.
Outro problema provocado pelo cigarro é a interferência na quimioterapia. Para quem é tabagista, o efeito de alguns remédios pode ser bem menor.
Para contornar o problema – 35% dos pacientes atendidos pelo instituto são fumantes – foi adotada a estratégia de distribuição de gomas de nicotina e adesivos. (Fonte: g1)

domingo, 1 de agosto de 2010

NA ROÇA, FUMAR É COMUM! E agora?

Apesar da incidência cada vez maior em adultos jovens, o câncer ainda é mais comum entre pessoas com mais de 50 anos. As chances de qualquer um dos tipos de câncer se desenvolver em fumantes, consumidores freqüentes de bebidas alcoólicas e em trabalhadores rurais expostos aos agrotóxicos são ainda maiores.
As estatísticas se confirmam quando observado o registro de hóspedes da Casa de Apoio mantida pelo Centro de Oncologia Cascavel (Ceonc), no Paraná. Constantemente lotado, conta com 105 leitos e recebe pacientes em tratamento de câncer que moram em outros municípios do estado.
Há cinco semanas na casa, a lavradora Vicentina da Silva, 72 anos, é uma das mais animadas. “Agora está tudo bem comigo. No começo, desesperei. Hoje, estou aqui, rindo e fazendo todo mundo rir”, brinca. Moradora de Planalto, no Sudoeste do Pr, ela retirou parte do seio esquerdo e está quase concluindo a série de 33 sessões de radioterapia prescritas pelo médico. Inquieta, conta que trabalhou na lavoura desde criança e que fumou dos 10 aos 60 anos. “Na roça é assim. A mãe leva os filhos junto e lá eles vão se criando. Fiz a mesma coisa com meus 12 filhos. Fumar também é comum.”
De Capanema-Pr,  o agricultor Waldomiro Weinzirl, 76 anos, é outro paciente que reforça as estatísticas do Ministério da Saúde. “No começo, nem desconfiei o que poderia ser. Atacou primeiro a bexiga. A melhor coisa foi ter descoberto o câncer na próstata logo no começo”, comemora.
A história e o perfil dos dois colegas se repetem entre os pacientes que chegam ao consultório pela primeira vez, confirma o oncologista do Ceonc em Francisco Beltrão-Pr, Daniel Rech. “Tanto as pessoas como os profissionais de saúde estão mais cientes dos fatores de risco e isso ajuda muito no diagnóstico precoce da doença.”
(Fonte: ABEAD)

quarta-feira, 21 de julho de 2010

FADIGA ONCOLÓGICA

A prática de exercícios pode, sim, atenuar os sintomas de quem sofre de câncer. É o que diz um estudo publicado na The Cochrane Library, revista especializada em pesquisas médicas. Os especialistas concluíram que o paciente atacado pela Síndrome da Fadiga Oncológica (SFO), ao pôr o corpo em movimento, melhora sua performance física e emocional. Os programas físicos reduzem os efeitos provocados pelas cirurgias e sessões de quimioterapia e radioterapia. 
O tratamento de combate à doença traz fortes efeitos colaterais. Entre eles está a fadiga oncológica, uma síndrome que desencadeia uma série de sintomas físicos e emocionais, como dores, náuseas, indisponibilidade intestinal, distúrbio de sono, cansaço, hipertrofia muscular e depressão. Dependendo do local onde o tumor esteja instalado e do grau de avanço da doença, as drogas utilizadas no paciente são mais agressivas.
De acordo com o médico Ricardo Caponeiro, membro da Associação Brasileira do Câncer, a atividade física pode ser uma poderosa aliada nestes tratamentos, seja simplesmente reduzindo os efeitos adversos ou até mesmo combatendo os próprios sintomas da doença, com resultados tão animadores quanto os de algumas drogas. Todas as modalidades esportivas de exigência física moderada podem ser praticadas pelos pacientes. Natação, caminhada e uso de pesos e alteres são alguns dos fortes aliados no combate à fadiga proveniente do câncer.
A fisioterapeuta Silvia Barcelar, do Inca destaca a importância de um trabalho que estimule não apenas a parte física como a psicológica: “Os exercícios físicos devem explorar movimentos que busquem o desempenho e fortalecimento muscular. Mas é importante que o trabalho contemple não apenas o corpo como também o lado emocional. Por isso, é preciso que os especialistas desenvolvam atividades lúdicas que promovam o contato em grupo”, diz Silvia.
A prática precisa ser assistida por um especialista em fisioterapia ou educação física e deve ser iniciada depois de uma avaliação médica para que o paciente, assim como todos os envolvidos no tratamento, saiba os seus limites físicos e imunológicos. Além disso, Ricardo Caponeiro alerta para a importância do acompanhamento do oncologista em relação ao programa aeróbico, pois o uso de determinados medicamentos podem resultar em algumas restrições.
A educadora física Jani Cleria, do Colégio Brasileiro de Atividade Física, Saúde e Esporte (Cobrase), está desenvolvendo um programa de exercícios para pacientes com câncer no pescoço e na coluna no Inca e outro para câncer em geral no hospital Mário Kroeff, ambos no Rio de Janeiro. De acordo com Jani, para que as respostas do doente ao programa de atividades sejam satisfatórias é necessário que os exercícios tenham início antes do tratamento. “Na primeira sessão de quimioterapia ou radioterapia, o paciente já apresenta efeitos.
De acordo com um estudo feito no Canadá, se os exercícios forem iniciados antes do tratamento, as respostas são muito mais animadoras. A Síndrome da Fadiga Oncológica, que debilita a pessoa de uma forma generalizada, pode já ser tratada antes mesmo dela aparecer. Quanto mais cedo o paciente iniciar o tratamento, menos riscos ele tem de apresentar sintomas físicos e emocionais", revela Jani Cleria.
(Fonte: abrale.org.br)

domingo, 23 de maio de 2010

REOVÍRUS CONTRA CÂNCER

Reovirus
Género de vírus com ARN, isolados no decurso de afecções respiratórias benignas e diarreia. O seu poder patogénico para o homem é fraco e está ainda mal definido.
Ling.: reovirus, abrev. do ing. Respiratory Enteric Orphan Virus. (Fonte:medicosdeportugal.saude.sapo.pt)
Um vírus inofensivo encontrado nos sistemas respiratório e gástrico pode ser uma nova arma para auxiliar os tratamentos por radioterapia mesmo em cânceres em estágio avançado, segundo indica um estudo de pesquisadores britânicos.
Segundo a pesquisa, publicada na última edição da revista especializada Clinical Cancer Research, os tumores tratados com o reovírus em conjunção com radioterapia pararam de crescer ou diminuíram de tamanho em todos os casos analisados.
Os 23 pacientes estudados tinham tumores de diferentes tipos, incluindo cânceres de pulmão, intestino, ovário e pele. Todos eles tinham parado de responder positivamente aos tratamentos tradicionais, mas ainda eram capazes de ter um alívio para a dor com o tratamento por radioterapia. Durante o estudo, eles receberam entre duas e seis injeções com doses crescentes da droga Reolysin, produzida com partículas do reovírus, para acompanhar a radioterapia.
O principal objetivo do estudo era testar a segurança do tratamento, mas os pesquisadores também mediram o comportamento dos tumores de 14 dos pacientes. Segundo os pesquisadores, os tumores de todos eles pararam de crescer ou diminuíram com o tratamento.
Entre os pacientes que receberam doses baixas de radioterapia, dois tiveram os tumores reduzidos e cinco pararam de crescer. Entre os que receberam doses altas, cinco tiveram os tumores reduzidos e os demais viram a interrupção do avanço da doença.
Um paciente tinha um grande tumor na glândula salivar que diminuiu de tamanho o suficiente para ser retirado cirurgicamente. Outro paciente com uma forma agressiva de câncer de pele que havia sido considerado próximo à morte permanecia vivo 17 meses após o início do tratamento alternativo. Segundo os pesquisadores, os efeitos colaterais do tratamento foram leves e típicos de pacientes que recebem tratamento por radioterapia sozinho.
"A ausência de qualquer efeito colateral significativo neste estudo é extremamente tranquilizadora sobre testes futuros em pacientes que recebam tratamento por radioterapia com o objetivo de curar seu câncer", afirma o coordenador do estudo, Kevin Harrington, do Instituto de Pesquisas sobre Câncer, de Londres.
(Fonte:noticias.terra.com.br)

terça-feira, 9 de março de 2010

CHÁ DE PAPAIA

O chá do extrato de folha de papaia contém propriedades que combatem com grande poder os vários tipos de câncer e não deixa sequelas de nenhum efeito tóxico, como ocorre com outras terapias, segundo uma pesquisa da Universidade da Flórida (UF) divulgada nesta terça-feira.
O pesquisador Nam Dang da UF e um grupo de cientistas japoneses documentaram os poderosos efeitos anticancerígenos da papaia sobre o câncer de útero, de mama, fígado, pulmão e pâncreas, através de testes em laboratório com uma ampla variedade de tumores.
Os pesquisadores utilizaram um extrato de folhas secas de papaia e os efeitos anticancerígenos eram mais fortes quando as células recebiam maiores doses de chá, disse a UF.
Pela primeira vez, um estudo comprovou que o extrato de folha de papaia estimula a produção de moléculas essenciais do tipo citoquinas Th1.
Esta regulação do sistema imunológico, junto ao combate direto do tumor em vários tipos de câncer, sugerem possíveis estratégias terapêuticas utilizadas pelo sistema imunológico para combater o câncer, acrescentou a Universidade. Além disso, o fato de o extrato de papaia não possuir nenhum efeito tóxico nas células normais evita uma consequência devastadora comum em muitas terapias anticancerígenas, indicou.
Os cientistas utilizaram dez tipos diferentes de células cancerígenas e as expuseram a quatro graus de concentração de extrato de papaia durante 24 horas, medindo seus efeitos após esse tempo. A concentração reduziu o crescimento dos tumores em todos os cultivos, segundo o estudo.
A pesquisa também foi publicada na edição de fevereiro do Jornal de Etnofarmacologia, informou a UF.
(Fonte: UOL-Ciência e Saúde)

sexta-feira, 5 de março de 2010

ALHO

Pesquisadores da Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, descobriram que o consumo de alho tem uma ligação inversa com um processo metabólico carcinogênico. O estudo foi publicado na revista Analytical Biochemistry.
Os resultados do novo exame sugerem que as pessoas que consomem mais alho estão menos sujeitas a sofrer esse processo metabólico e, eventualmente, de contrair câncer.
"O que estávamos buscando era desenvolver um método onde pudéssemos medir na urina dois compostos diferentes, um relacionado com o risco para o câncer e outro que indica a intensidade do consumo de alho", conta o Dr. Earl Harrison, coordenador do estudo.
"Nossos resultados mostraram que os dois estão inversamente relacionados entre si - o que significa que quanto mais alto for o nosso marcador para o consumo de alho, menor será o marcador para o risco de câncer," explica ele.
Os cientistas trabalharam com processos associados a compostos contendo nitrogênio. Esses processos incluem a nitrosação, a conversão de algumas substâncias encontradas nos alimentos ou na água contaminada em elementos carcinogênicos.
Em última instância, os cientistas esperam descobrir intervenções nutricionais capazes de parar o processo que desenvolve estas substâncias cancerígenas.
Este processo é mais comumente iniciado por exposição a substâncias chamadas nitratos, encontrados em algumas carnes processadas, ou oriundas de técnicas de preparação de alimentos sob alta temperaturas, ou ainda pelo uso de água contaminada pela indústria ou pela agricultura.
Cerca de 20 por cento dos nitratos que são consumidos são convertidos em nitritos no organismo. Uma cascata de eventos pode converter estes compostos nas chamadas nitrosaminas. E muitas, mas não todas as nitrosaminas, estão ligadas ao câncer.
Os vegetais também contêm nitratos, mas pesquisas anteriores sugerem que a vitamina C dos vegetais reduz o risco de que esses nitratos convertam-se em algo tóxico.
Os cientistas suspeitaram então que os nutrientes presentes no alho poderiam ter efeitos antioxidantes semelhantes aos da vitamina C.
Os exames de laboratório mostraram que os participantes da pesquisa que tinham tomado alho tiveram menor concentração do marcador para nitrosação do que aqueles que não ingeriram nenhum alho. Embora as diferenças sejam pequenas, o consumo de 5 gramas de alho por dia foi associado com o mais baixo nível do potencial marcador de câncer. Um único dente de alho, tipicamente, pode pesar entre 1 e 5 gramas.
A ingestão de vitamina C teve um efeito semelhante em reduzir o marcador para a nitrosação.
"O mecanismo preciso pelo qual o alho e outros compostos afetam a nitrosação está sendo amplamente pesquisado, mas não está claro neste momento", diz Harrison. "O que esta pesquisa sugere, porém, é que o alho pode desempenhar um papel na inibição da formação dessas substâncias tóxicas baseadas no nitrogênio. Este estudo piloto foi muito pequeno, por isso é também possível que, quanto mais alho você comer, melhor será.
"Então, se você gosta de alho e gosta de alimentos preparados com alho, vá em frente e consuma tanto quanto você queira. Não há nenhuma indicação de que isso vá lhe fazer mal, e pode muito bem lhe ajudar," conclui o cientista. (Fonte: Diário da Saúde/SIS.SAÚDE)



sábado, 27 de fevereiro de 2010

GERAÇÃO SOFRIDA: NUNCA-ANTES-NA-ISTÓRIA-DESTE-PAIZ

Na abertura da primeira reunião da rede mundial contra as doenças não contagiosas, Margaret Chan, diretora-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde), afirmou que a atual geração de crianças pode ser a primeira, em muito tempo, cuja expectativa de vida é menor do que a de seus pais.
"Temos um problema. Um grande problema que parece destinado a crescer ainda mais. As doenças não contagiosas, por muito tempo consideradas companheiras próximas das sociedades ricas, mudaram de lugar. Doenças cardiovasculares, câncer, diabetes, doenças respiratórias crônicas e distúrbios mentais agora impõem o seu alto ônus aos países de renda média e baixa. Doenças antes associadas com abundância agora estão fortemente concentradas em grupos pobres e desfavorecidos", afirmou Margaret Chan em seu discurso.
A diretora-geral da OMS também alertou para o problema, apontando que, no mundo todo, 43 milhões de crianças em idade pré-escolar são obesas ou apresentam sobrepeso. "Pensem no que isso significa no decorrer da vida em termos de riscos para sua saúde e de custos com os cuidados durante toda a vida", disse.
"No Brasil, estamos vendo crianças e adolescentes com hipertensão e diabetes tipo 2, algo que não imaginávamos há uma ou duas gerações. Esta geração está desenvolvendo mais fatores de risco, e um dos mais importantes é o aumento de obesidade e sobrepeso em crianças", diz a endocrinologista Claudia Cozer, diretora da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica). Segundo Cozer, cerca de 24% das crianças brasileiras estão acima do peso.
Cozer diz que 80% dos obesos têm a síndrome metabólica, conjunto de sintomas que levam ao desenvolvimento de diabetes, hipertensão, colesterol alto etc. "Isso aumenta diretamente o risco de infartos, derrames, tromboses e outras doenças cardiovasculares. Além disso, a obesidade está associada ao aumento do risco para alguns tipos de câncer, como o de mama e o de próstata, e de depressão, entre outros problemas." (Fonte: Iara Biderman-Folha online)

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

KIT DESCARTÁVEL PARA DETECÇÃO DE CÂNCER

Ultrapassado?
 O  professor Dr. Jae Kwon, da Universidade do Missouri, nos Estados Unidos está desenvolvendo um sensor minúsculo, conhecido como sensor acústico de ressonância, que é menor do que um fio de cabelo humano e é capaz de testar fluidos corporais para detectar uma grande variedade de doenças, incluindo o câncer de mama e o de próstata.
"Muitas substâncias presentes em líquidos, relacionadas com doenças, não podem ser facilmente rastreadas," diz o pesquisador. "Em um ambiente líquido, a maioria dos sensores sofre uma perda significativa da qualidade do sinal. Mas usando os sensores acústicos de ressonância em um líquido, que são altamente sensíveis e apresentam baixa perda de sinal, essas substâncias podem ser detectadas de forma rápida e segura - um conceito totalmente novo que vai resultar em uma abordagem não-invasiva para a detecção do câncer."
Os sensores utilizam nanotecnologia para a construção de equipamentos meio mecânicos, meio elétricos, que são minúsculos - menores do que o diâmetro de um fio de cabelo humano, para a detecção das doenças diretamente dos fluidos corporais. O sensor não exige grandes volumes de dados e nem equipamentos de laboratório para a análise de seus resultados, podendo ser integrado juntamente com outros equipamentos eletrônicos para a montagem de aparelhos portáteis de detecção de doenças.
O sensor que o Dr. Kwon está aprimorando também produz resultados quase imediatos, que poderão reduzir a ansiedade dos pacientes, que geralmente sofrem com a espera pelos resultados dos métodos tradicionais de detecção, como as biópsias, que podem demorar vários dias ou semanas antes que os resultados sejam conhecidos.
"Nosso objetivo final é produzir um aparelho que faça o diagnóstico de múltiplas doenças de forma simples e rápida e, eventualmente, possa ser usado como um 'pronto-atendimento' no consultório ou no leito do paciente." disse Kwon.
Os resultados chamaram a atenção da Academia de Ciências dos Estados Unidos, que está fornecendo os US$400 mil que o Dr. Kwon pediu para aprimorar seus sensores. Ele espera que os resultados estejam disponíveis em cerca de cinco anos. (Fonte: SIS.SAÚDE)

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

CÂNCER e DOENÇAS CARDÍACAS


CONSULTA MÉDICA
Crianças que sobrevivem a um câncer apresentam mais riscos de desenvolver doenças do coração quando adultas. Essa é a conclusão de um estudo desenvolvido pela Emory University, em Atlanta, nos Estados Unidos.
Os pesquisadores alertam que a quimioterapia, apesar de seu potencial de salvar vidas, pode aumentar os riscos de doenças cardíacas nos pacientes. Especialistas afirmam que a radioterapia também pode causar problemas futuros.
O estudo, publicado no jornal especializado Cancer Epidemiology, Biomarkers and Prevention, foi realizado com 8.599 pessoas que sobreviveram ao câncer. Durante a pesquisa, essas pessoas foram comparadas a seus irmãos, com quem compartilham parte dos riscos trazidos pelo material genético.
Após a análise, os pesquisadores concluíram que aqueles que sobreviveram a um câncer na infância começaram a desenvolver, por volta dos 32 anos, condições físicas que aumentavam os riscos de doenças cardíacas – idade considerada pelos médicos muito precoce.
Além disso, os sobreviventes apresentavam também duas vezes mais propensão à pressão alta - fator que pode levar a doenças cardíacas - que seus irmãos. Eles apresentavam, ainda, 60% mais chances de desenvolver colesterol alto e 70% mais riscos de desenvolver diabetes.
A recente pesquisa foi publicada após organizações denunciarem que muitos pacientes que sobreviveram ao câncer estavam tendo problemas de saúde, muitas vezes negligenciados pelos médicos. Segundo essas organizações, a situação se agrava na medida em que aumenta o número de pacientes que sobrevivem à doença. Especialistas, no entanto, salientam que é preciso celebrar o fato de que cada vez mais pessoas superam o câncer e reconhecem que é preciso mais atenção aos "efeitos colaterais" do tratamento. (Fonte: Veja.com)

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

HALTERES


DESACREDITA????
Halteres não servem apenas para construir músculos: eles são também a maior arma a serviço do homem na luta contra o excesso de peso, o envelhecimento, a depressão, a irritabilidade e até mesmo a estupidez. Ou seja, esses objetos de ferro fundido deveriam ser considerados de utilidade pública.
Os halteres podem ser considerados as mais eficientes ferramentas de exercícios já inventadas.
Um simples par de pesos ajuda todo ser humano a ganhar força e vigor físico, uma cintura mais fina e até a adotar uma atitude otimista perante a vida.
Os médicos hoje poderiam prescrever um bom par de halteres (ou alguns pares, com diferentes cargas) para combater diversas doenças e ter uma chance razoável de acertar no tratamento. Como qualquer remédio, porém, eles só funcionam quando são bem utilizados.
Os halteres combatem:
 - A GORDURA CORPORAL - Um dos superpoderes dos halteres é ajudá-lo a emagrecer: vai queimar calorias não só durante os exercícios mas também depois. Essa queima posterior chama-se consumo de oxigênio em excesso pós-exercício (Epoc, sigla para excess post-exercise oxygen consumption). A aceleração metabólica provocada pela atividade faz seu corpo continuar usando carboidratos e gorduras como combustível mesmo depois que você para de se exercitar.
- AS DOENÇAS CARDÍACAS E O CÂNCER -   Vários tipos de câncer, como os de cólon, rim e reto, também têm sido associados à falta de exercício, ao excesso de peso ou à combinação dos dois fatores. Muitos desses problemas são conseqüências da perda gradual de força, função e flexibilidade dos músculos, como resultado da vida sedentária. Quando a musculatura perde tônus, o metabolismo diminui, a gordura aumenta e seu corpo fica menos resistente. O exercício regular com pesos melhora a circulação sangüínea e ativa o sistema cardiovascular para oxigenar os músculos (o que diminui o risco de infarto), aumenta a tolerância à glicose (que reduz o perigo de diabetes), fortalece os músculos que dão sustentabilidade às articulações (afastando o risco de artrite) e previne o câncer de cólon, diretamente ligado ao sedentarismo.
- A DECADÊNCIA FÍSICA -  Estudos têm mostrado que treinar com cargas pesadas aumenta a resistência e a massa muscular e diminui a gordura corporal em qualquer idade. Tanto que, hoje, a musculação é considerada a atividade física ideal na terceira idade por combater a perda muscular e fortalecer ossos e articulações. Se você não quer chegar aos 70 anos gemendo ao levantar da cadeira, comece a malhar agora.
Na academia, halteres podem ser mais versáteis do que aparelhos: eles acionam outros grupos musculares além daquele que você está exercitando, afinal, você precisa de apoio para estabilizar o movimento principal, o que contribui também para melhorar seu equilíbrio.
- A ANSIEDADE E A DEPRESSÃO - Os pesquisadores já provaram que a prática de exercícios físicos é capaz de aliviar a ansiedade e a depressão. Durante e imediatamente após a atividade física, o cérebro libera na corrente sangüínea endorfinas, substâncias calmantes que promovem em todo o corpo uma sensação de relaxamento, tranqüilidade e bem-estar. Inicialmente, esse efeito positivo era atribuído apenas à prática de exercícios aeróbicos, como corrida, caminhada e natação, mas os pesquisadores já estenderam os benefícios também ao trabalho realizado com a ajuda dos halteres. "A musculação exerce exatamente o mesmo efeito positivo sobre o humor que os trabalhos aeróbicos", garante John B. Bartholomew, autor de um estudo sobre o tema na Universidade do Texas (EUA).
A pesquisa norte-americana comprovou que logo após um treino pesado com halteres há um período de certo desconforto no corpo. Entretanto, passado esse tempo inicial, a sensação que se estabelece é bastante semelhante à que é deixada pelos exercícios aeróbicos com a liberação das endorfinas no sangue pelo cérebro.
- A ESTUPIDEZ - Quando você faz exercícios intensos e desafiadores, coloca também seu cérebro para trabalhar. Partes de seu córtex cerebral entram em ação, criando sinapses (conexões entre os neurônios) mais complexas. Nessa reconfiguração dos neurônios está a chave para manter sua cabeça tão saudável (e jovem) como seu corpo. "Quanto mais ativo o cérebro, menor o risco de você desenvolver doenças degenerativas, como o mal de Alzheimer", afirma Joe Signorole, pesquisador da área de exercícios da Universidade de Miami (EUA).
Os halteres, portanto, são ferramentas eficientes para malhar também sua massa cinzenta. Ao se exercitar nas barras livres e nos aparelhos, você progride fazendo as seqüências de exercícios com cargas mais pesadas, mas os padrões neurológicos em seu cérebro mudam muito pouco. Com halteres, você aciona simultaneamente vários grupos musculares, dando mais trabalho tanto ao corpo quanto ao cérebro.(Fonte: Men's Health)













domingo, 29 de novembro de 2009

MORFINA


A morfina é usada para diminuir a dor resultante de cirurgias e tumores

Cientistas americanos dizem que opiáceos como a morfina promovem o crescimento de novos vasos sanguíneos que levam oxigênio e nutrientes aos tumores.
Testes com ratos em laboratório sugerem que a morfina teria o efeito de encorajar o alastramento do câncer, doença cujo tratamento com frequência envolve o uso de morfina para diminuir a dor resultante de cirurgias e tumores.
Em uma conferência da American Association for Cancer Research, em Boston, os pesquisadores também disseram ter identificado uma droga que teria a propriedade de anular esse efeito.
Comentando o anúncio pelos especialistas americanos, a entidade britânica de fomento a pesquisas sobre o câncer Cancer Research UK disse que são necessários mais testes antes de que sejam feitas mudanças nos tratamentos.
Estudo - O pesquisador Patrick Singleton, da University of Chicago, disse que testes mostraram que a morfina não apenas fortaleceu a circulação sanguínea como também pareceu facilitar a invasão de outros tecidos e o alastramento de câncer. Singleton disse, no entanto, que o efeito negativo da morfina poderia ser bloqueado com uma droga chamada metilnaltrexona, desenvolvida na década de 80 para combater a prisão de ventre associada ao uso da morfina. A metilnaltrexona, cujo uso só foi aprovado recentemente nos Estados Unidos, parece funcionar sem interferir com as propriedades analgésicas da morfina.
Nos testes em ratos com câncer de pulmão, a metilnaltrexona inibiu em 90% o alastramento do câncer supostamente encorajado pelo opiáceo - dizem os especialistas.  "Se confirmado clinicamente, isto poderia mudar a maneira como fazemos anestesias cirúrgicas nos nossos pacientes com câncer", disse Singleton.
"(O estudo) também indica novas aplicações em potencial para essa nova classe de drogas", acrescentou, em referência à metilnaltrexona.
Os testes foram iniciados após um colega de Singleton ter notado que vários pacientes sendo tratados com a nova droga sobreviveram mais tempo após a cirurgia do que o esperado. Mas uma médica da entidade Cancer Research UK, Laura Bell, disse que a morfina apresenta um longo histórico de oferecer alívio efetivo para a dor. Ela observou que as pesquisas sobre o assunto estão em fase inicial e, portanto, é muito cedo para que se possa afirmar que os analgésicos baseados em opiáceos possuem de fato um efeito sobre o crescimento do câncer.  "Muitas pesquisas seriam necessárias para justificar mudanças na forma como os opiáceos são usados para tratar pessoas com câncer". (Fonte: BBC)

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

EMBUTIDOS? FORA!


O consumo de embutidos aumenta o risco de câncer!
Uma campanha da ONG World Cancer Research Fund pede que os pais ajam agora para impedir que suas crianças desenvolvam o gosto por carnes defumadas, salgadas ou curadas.
Pais britânicos estão sendo orientados a não colocar presunto e outros embutidos na lancheira que seus filhos levam para a escola para evitar que eles desenvolvam câncer quando adultos. De acordo com a ONG, o consumo frequente e contínuo de embutidos ao longo de décadas pode aumentar o risco de câncer de intestino.
Embora as estatísticas disponíveis tenham sido obtidas após estudos com dietas de adultos, o World Cancer Research Fund argumenta que maus hábitos alimentares podem começar na infância. A ONG também propõe que o salame e o presunto nos lanches das crianças sejam substituídos por frango, peixe ou queijo. "Se você adiciona algo saudável ao sanduíche de presunto, como tomate ou salada, isso também ajuda".
A Food Standards Agency aconselha que embutidos como presunto e salame podem fazer parte de uma dieta balanceada e estar presentes na lancheira uma vez ou outra. "Mas eles podem conter altos índices de gordura, especialmente gordura saturada, e sal, então não recomendamos que sejam comidos com muita frequência. Os pais deveriam tentar incluir uma variedade de recheios no sanduíche e só usar embutidos ocasionalmente". (Fonte: BBC)

MORTES POR DIABETES AUMENTAM NO BRASIL


A falta ou resistência à insulina age sobre muitos órgãos,
produzindo uma variedade de efeitos.
(Fonte:Howstuffworks)

O perfil da mortalidade no Brasil está mudando. Cada vez mais pessoas estão morrendo de diabetes, fato que é atribuído pelo Ministério da Saúde ao aumento de pessoas com excesso de peso.
Em 1996, as mortes pela doença eram de 16,3 habitantes em cada 100 mil, taxa que passou para 24 a cada 100 mil em 2006. Os dados se referem à população entre 20 e 74 anos. Este aumento ocorre principalmente entre os homens com mais de 40 anos --2,3% ao ano, em média, considerado todo o período. Entre as mulheres da mesma faixa etária, o crescimento foi de 1% ao ano.
O retrato é tímido, já que se refere somente às mortes que tiveram o diabetes como principal causa (indicadas assim no atestado de óbito), não levando em consideração as doenças decorrentes dela.
Por outro lado, problemas cardiovasculares estão matando menos, apesar de liderarem o ranking das causas de morte (são 29,4% das conhecidas). A taxa passou de 187,9 por 100 mil habitantes para 149,4. Esta queda é atribuída a tecnologias mais avançadas, ampliação dos acesso à saúde e, em grande parte, redução do tabagismo. Em 1989, uma pesquisa nacional apontou que 31% dos brasileiros eram fumantes. Em outro levantamento, feito em 2008 com moradores de capitais, o percentual foi de 16,1%.
Entre as doenças cardiovasculares, os principais vilões são AVC (acidente vascular cerebral), obstrução arterial e infarto do miocárdio. O câncer foi a segunda maior causa de morte registrada, responsável por 15% dos óbitos no país em 2006. Em terceiro lugar, vieram causas externas, como homicídios e acidentes de trânsito (12,4%). O ranking repete os últimos dados disponíveis até então, relativos a 2005.(Fonte:Sis.Saude)