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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

DIA MUNDIAL DA MENOPAUSA - 18 de Outubro

Estudo do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP) indica que 68% das mulheres chegam na menopausa com sobrepeso ou obesidade. O levantamento mostra ainda que 67% têm problemas relacionados aos sistemas vasomotores – a contração e a dilatação dos vasos sanguíneos. A pesquisa constatou que no primeiro atendimento para tratar a menopausa, as mulheres apresentam geralmente hipertensão arterial (44,94%), diabetes (10,01%), e tabagismo (8,39%).
O estudo, um dos mais amplos já realizados no Brasil sobre o tema, revela que a média etária de ocorrência da menopausa no Brasil é de 48,1 anos. O levantamento foi feito com cerca de 6 mil mulheres, em uma investigação que durou 11 anos (entre 1983 e 2004) e foi feita no Setor de Climatério do Hospital das Clínicas.
O levantamento também mostra que a idade da mulher na época em que ocorre a menopausa tem influência significativa sobre os sintomas e as doenças que normalmente aparecem no período: 27,8% das pacientes que tiveram a menopausa entre 41 e 45 anos de idade apresentaram sintomas vasomotores acentuados, contra 18,3% entre aquelas que entraram na menopausa com idade acima de 55 anos.
A professora do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Medicina da USP e coordenadora do estudo, Angela Maggio da Fonseca, destaca, por ocasião do Dia Mundial da Menopausa, comemorado hoje (18/OUTUBRO), que o estudo é uma forma de os médicos conhecerem a fisiologia desse período da mulher. “E possibilita a escolha de um tratamento adequado, melhorando a qualidade de vida de todas elas”.
Segundo a professora, nesse período são necessários uma alimentação adequada e exercícios físicos, principalmente a caminhada. "E hoje nós temos os hormônios, tão criticados, mas que são excelentes. O que precisa é ter prudência e dar os hormônios a quem precisa, na dosagem certa, na quantidade e no tempo apropriado”, recomenda. (Fonte: Bruno Bocchini/sis.saúde)

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

CRIANÇAS EXCESSIVAMENTE PESADAS

O Brasil, que há 30 anos lutava para vencer a desnutrição infantil, hoje vive uma situação aparentemente inversa: pesquisa divulgada pelo IBGE na última sexta-feira, 27 de agosto, revelou que uma em cada três crianças de 5 a 9 anos estavam acima do peso em 2009. Segundo o levantamento, o excesso de peso dobrou nos últimos 34 anos e já atinge mais de 33% da população dessa faixa etária, com destaque para as áreas urbanas.
Essas informações, embora sejam preocupantes, não surpreendem. A população brasileira acompanha uma curva de ascensão da obesidade no mundo, especialmente por conta de hábitos não-saudáveis e do consumo excessivo de alimentos industrializados com alto teor de açúcar, gorduras e sal. Não por acaso, diversas nações têm buscado implementar políticas públicas de combate ao problema, a exemplo da primeira-dama dos EUA, Michelle Obama, que lançou a campanha “Let’s Move” (“Vamos nos movimentar”) no início de 2010 para tentar reduzir os índices de sobrepeso e obesidade entre as crianças norte-americanas.
Nesse sentido, a Organização Mundial de Saúde (OMS) também vem orientando que os governos criem políticas públicas para combater o problema. Em maio deste ano, 27 países aprovaram as recomendações da OMS, que inclui a implementação de regras para reduzir o impacto do marketing de alimentos em crianças.
No Brasil, esse debate foi iniciado com mais intensidade em 2006, quando a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) abriu sua proposta de regulação da publicidade de alimentos e bebidas de baixo teor nutricional para consulta pública. Desde então, muito se tem discutido a respeito de como solucionar o problema e de que forma governo, sociedade e mercado podem contribuir para a questão.
Em junho, a Anvisa divulgou sua nova regra – a Resolução nº 24 – em que obriga que a publicidade de alimentos com alto teor de açúcar, gorduras e sódio e de bebidas com baixo teor nutricional seja acompanhada de alertas para possíveis riscos à saúde no caso de consumo excessivo. Embora a nova regra não tenha detalhado ações específicas para o público infantil, ela segue uma tendência mundial.
A AGU (Advocacia Geral da União), a pedido do Conar (Conselho de Autorregulamentação Publicitária), questiona a competência da Anvisa para regular a questão e pediu, em agosto, que a agência suspendesse a nova regra. De outro lado, instituições e organizações de defesa do consumidor, incluindo o Projeto Criança e Consumo, reconhecem a legitimidade da Resolução nº 24 e acreditam que esse é um importante passo na luta contra a obesidade. (Fonte: Comunicação Instituto Alana)

quinta-feira, 1 de julho de 2010

PROBLEMA DA FAMÍLIA DOS OUTROS!

Apesar da crescente “epidemia” de obesidade infantil - reconhecida pela maioria das pessoas -, muitos pais não consideram que esse pode ser um problema de seus próprios filhos, segundo pesquisa realizada nacionalmente nos Estados Unidos.
Um relatório anual divulgado por dois grupos americanos de saúde indica um aumento nas taxas de obesidade em 28 estados dos EUA no último ano, além de um maior reconhecimento do excesso de peso como problema de saúde pública, mas a grande maioria dos pais ainda encara a obesidade infantil como uma questão dos filhos dos outros.
A pesquisa indicou que 80% das pessoas consideram que a obesidade infantil é uma questão significativa e crescente. Entretanto, apesar de um terço das crianças e jovens apresentarem sobrepeso ou obesidade, 84% dos pais acreditam que seus filhos têm peso saudável.
“Esse relatório mostra que o país tem tomado medidas firmes para resolver a crise nos últimos anos, mas a resposta da nação não corresponde totalmente à magnitude do problema”, destacaram os autores, acrescentando que essa tendência de não se enxergar como “parte do problema” é uma questão que aflige a maioria dos países ocidentais, incluindo o Brasil. (Fonte: Leandro Perché-Blog Boa Saúde)

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

MULHERES FUMANTES e SOBREPESO


Segundo artigo veiculado na Revista Brasileira de Epidemiologia, em pesquisa realizada em 2007 no Pará, foi revelado que mulheres fumantes tem até duas vezes mais chances de desenvolver sobrepeso.
O trabalho é da autoria de Naíza Bandeira, da Faculdade de Nutrição do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Federal do Pará, e Erly Moura, do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo, e foi disponibilizado na edição de dezembro de 2009.
De acordo com as autoras, para colheita de dados, foi realizado um estudo a partir de dados obtidos no ano de 2007, por meio de inquérito telefônico, para o monitoramento de fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis. O levantamento foi, afirmam elas, “um estudo de base populacional, realizado junto a 1.066 indivíduos com 18 e mais anos de idade residentes em Santarém”. O inquérito telefônico conteve questões sobre, por exemplo, características demográficas e socioeconômicas, características do padrão de alimentação e de atividade física, peso e altura recordados, frequência do consumo de cigarros e de bebidas alcoólicas, auto-avaliação do estado de saúde do entrevistado e referência a diagnóstico médico anterior de hipertensão arterial e também diabetes e colesterol elevado.
As pesquisadoras revelam que “para as mulheres, a razão de prevalência de excesso de peso tende a ser maior para a ex-fumante e aumenta mais para a fumante atual, porém sem significância estatística, mesmo após a inclusão das variáveis sociodemográficas”. No entanto, elas acrescentam, após os 20 anos de idade, “a razão de prevalência de excesso de peso passa a ser significativamente maior para a fumante atual, isto é mulheres com hábito de fumar têm 2,56 vezes mais chance de apresentarem excesso de peso do que as nunca fumantes e ex-fumantes”.
Na opinião das especialistas, apesar dos resultados obtidos pelo levantamento, “considerando que o ganho de peso após a cessação do tabagismo pode ser uma barreira na luta contra o fumo, que os estudos sobre este assunto são poucos e controversos, que este estudo aponta o estado nutricional prévio e a necessidade de análise de outras variáveis nesta relação, recomenda-se novos estudos mais detalhados sobre associação entre estado nutricional e hábito de fumar”. (Fonte: ABEAD)






domingo, 10 de janeiro de 2010

SÍNDROME METABÓLICA: PREVENÇÃO


RISCOS DA OBESIDADE
A síndrome metabólica é uma doença resultante de fatores como sobrepeso, elevada concentração de gordura abdominal e obesidade, que aumentam de modo significativo os riscos de doenças cardiovasculares.
Segundo alguns autores da área, são escassos os dados acerca da prevalência exata dessa síndrome (MATOS, RODRIGUES e GUEDES, 2003), contudo é a doença mais comum relacionada ao metabolismo humano.
Nesse sentido, considerando os riscos associados a essa síndrome, o Instituto Nacional do Coração dos Estados Unidos elencou algumas atitudes que podem prevenir o surgimento da doença. Confira:
1 - Mantenha seu índice de massa corporal (IMC) abaixo de 25; (peso dividido por altura ao quadrado)
2 - Mantenha sua cintura dentro do ideal. Para homens, o limite estipulado é de 101,1 centímetros, e para a mulher é de 88,9 centímetros;
3 - Mantenha seu peso corporal dentro do limite saudável. Para saber mais, procure um profissional;
4 - Paute suas refeições com base em baixos teores de calorias, gorduras e colesterol;
5 - Pratique exercícios físicos;
6 - Faça exames regulares e verifique sua pressão arterial frequentemente.
(Fonte: SIS.SAÚDE)

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

EFEITOS DO HÁBITO DE FUMAR e DO SOBREPESO


ENVELHECIMENTO PRECOCE
O hábito de fumar e o sobrepeso podem deixar a pele mais vulnerável aos efeitos prejudiciais do sol e ao envelhecimento facial, segundo estudo publicado este mês na revista científica Archives of Dermatology.
De acordo com os especialistas, a exposição ao sol em longo prazo causa mudanças físicas e estruturais à pele, resultando em "fotodanos", que causam o enrugamento da pele, alterações de cor e dilatação de pequenos vasos sanguíneos da face. E o peso e o tabagismo poderiam acelerar ou potencializar esse processo.
Avaliando dados de 65 pares de gêmeos idênticos com idades entre 18 e 77 anos – que responderam questionários e tiveram sua pele avaliada por especialistas –, os pesquisadores observaram que os fatores associados a maior fotodano incluíam idade, peso em excesso, hábito de fumar e histórico de câncer de pele, mas não o consumo de álcool. "A relação encontrada entre tabagismo, peso, uso de filtro solar, câncer de pele e fotodano nesses pares de gêmeos pode ajudar a motivar a redução de comportamentos de risco", ressaltaram os autores.
As análises mostraram que um maior peso auto-relatado estava associado a um maior "fotoenvelhecimento", apesar de um estudo dinamarquês anterior ter indicado que os índices de massa corporal mais altos estariam associados a menos envelhecimento facial. Os pesquisadores explicam que o excesso de gordura aumenta a suscetibilidade da pele ao dano, mas também podem ajudar a mascarar a aparência de rugas em pessoas idosas.
De acordo com os especialistas, poucos estudos epidemiológicos com gêmeos têm examinado adequadamente os fatores ambientais associados ao envelhecimento. E até 40% das mudanças que contribuem para esse envelhecimento podem ser associados a fatores não-genéticos. Por isso, mais estudos são necessários. (Fonte: Archives of Dermatology. Dezembro de 2009/Boa Saúde)