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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

VASOS SANGUÍNEOS DE CRIANÇAS OBESAS

Crianças e adolescentes obesos podem apresentar vasos sanguíneos tão rígidos quanto os de uma pessoa de 40 ou 50 anos de idade, aumentando significativamente seus riscos de problemas cardiovasculares, segundo pesquisadores da Universidade de British Columbia, no Canadá.
Em estudo com 63 jovens obesos de 13 anos de idade e 55 adultos de meia idade com peso normal, os especialistas descobriram que muitas dessas crianças já apresentam velocidade de fluxo sanguíneo anormal, indicando rigidez arterial.
Apresentados nesta semana no Congresso Cardiovascular Canadense, os resultados indicaram que, apesar de os jovens obesos apresentarem níveis lipídicos e de colesterol normais, eles tinham fluxo sanguíneo anormal, indicando uma rigidez arterial parecida com a de adultos com idades entre 40 e 50 anos, além de pressão sanguínea sistólica acima do normal.
“Estamos surpresos em descobrir que essas crianças obesas já apresentam vasos sanguíneos enrijecidos”, destacou o pesquisador Kevin Harris. “A aorta normal tem qualidades elásticas que protegem o fluxo sanguíneo. Quando essa elasticidade é perdida, resulta em rigidez da aorta - um sinal de desenvolvimento de doença cardiovascular. E essa rigidez é associada a eventos cardiovasculares (como infarto e derrame) e morte prematura”.
(Fonte: Leandro Perché-site Boa Saúde/SIS.SAÚDE)

terça-feira, 31 de agosto de 2010

CARNES


O consumo de carne vermelha e carne processada - incluindo bacon e salsicha - aumenta bastante os riscos de doença cardíaca entre as mulheres, segundo estudo da Escola de Saúde Pública de Harvard, nos Estados Unidos. Por outro lado, de acordo com os autores, ingerir alimentos ricos em “proteínas saudáveis” - como peixes, aves, laticínios desnatados e castanhas - pode reduzir os riscos de desenvolver problemas cardiovasculares. 
Publicado na edição de agosto da revista científica Circulation, o estudo com 84 mil mulheres com idades entre 30 e 55 anos indicou que aquelas que comiam duas porções de carnes vermelhas por dia tinham 30% maior risco de desenvolver doença cardíaca coronariana do que aquelas que comiam apenas meia porção diariamente. E esse risco era reduzido em 30% se a carne vermelha fosse substituída por castanhas e nozes; e em 19% e 24% se a escolha fosse por aves e peixes, respectivamente.
(Fonte: Leandro Perché-Fonte: Blog Boa Saúde/SIS.SAÚDE)

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

DIABETES e NOITES DE SONO SAUDÁVEL

Homens que não têm o hábito de manter uma noite de sono saudável correm o risco de desenvolver problemas cardiovasculares e diabetes, possuem mais chances de engordar e têm a potência sexual reduzida. É o que afirma estudo realizado por pesquisadores da Unifesp e divulgado nesta última quinta-feira na 25ª Reunião Anual da FeSBE (Federação de Sociedades de Biologia Experimental), em Águas de Lindóia, no estado de São Paulo. 
A equipe, liderada pelos pesquisadores Rogério Silva e Lia Bittencourt, analisou dados de 467 homens com idades entre 20 e 80 anos e constatou que 17% reclamava de impotência sexual, além de problemas com diabetes e ganho de peso. A causa mais provável, segundo a biomédica Monica Andersen, uma das pesquisadoras envolvidas no estudo e responsável pela apresentação dos resultados na FeSBE, é a falta de sono. E o culpado seria o próprio homem, que não consegue manter hábitos saudáveis.
Monica explica que para cada hora perdida de sono existe uma chance 24% maior de ganhar peso. “A falta de sono aumenta a produção de enzimas responsáveis pela fome”, disse Monica. Segundo ela, atualmente as pessoas comem por prazer e “a falta de sono aumenta o descontrole da alimentação desencadeando problemas de saúde mais sérios, como a diabetes”.
O número mais preocupante na opinião da especialista é a quantidade de homens entre os 20 e os 29 anos que reclamaram de impotência sexual. Nessa faixa etária, a pesquisa mostrou que 7% não consegue manter ereção. “É um número preocupante pois trata-se do período em que os homens atingem o ápice do vigor sexual. Esses jovens são prejudicados por não manter um hábito de sono saudável”, disse. Além de poucas horas de sono, “muitos têm o sono interrompido, triplicando as chances de desenvolver problemas de saúde”, explicou Monica.
De acordo com a pesquisa, grande parte dos problemas ligados à impotência sexual nos homens pode ser resolvida com uma rotina de noites bem dormidas. Antes de recorrer a remédios que aumentam a potência sexual masculina é preciso colocar o sono em dia. 
“O Viagra piora a oxigenação no sangue e isso pode causar sérios problemas ligados ao sono, gerando um ciclo vicioso em torno da impotência sexual”, disse Monica. “Bastaria que os homens dormissem para que muitos problemas fossem resolvidos”, afirmou.
Agora, a equipe de pesquisadores da Unifesp está analisando os efeitos da falta de sono em mulheres. “Não temos resultados conclusivos sobre a influência do sono em mulheres, mas já sabemos que a abstinência causa efeitos diversos em ratas”. Ela explicou que a falta de sono durante a “TPM” das ratas provoca uma feroz aversão sexual. Contudo, no “período fértil”, os animais parecem aumentar a vontade sexual em muitas vezes. “Durante esse período as ratas procuravam os machos avidamente. Normalmente é o contrário”, disse a biomédica. (Fonte: veja.abril.com.br)

terça-feira, 6 de julho de 2010

MEDIÇÃO DE TESTOSTERONA

Uma pesquisa feita nos Estados Unidos indica que homens idosos com índices altos de testosterona (o hormônio ligado à manutenção das características masculinas) correm mais riscos de terem problemas cardíacos. De acordo com os pesquisadores da Universidade da Califórnia, os resultados mostram que, no futuro, a medição desse hormonio será usada para determinar as chances de o homem sofrer com doenças desse tipo.
No estudo, liderado por Kristen Sueoka, foram analisados 697 homens com ao menos 65 anos de idade. Foi coletado sangue dos voluntários e eles foram divididos em quatro grupos, de acordo com os níveis de testosterona encontrados. Os médicos, então, observaram durante quatro anos a tendência nos riscos de problemas cardiovasculares.
Nesse período, cem homens (14% dos voluntários) tiveram alguma enfermidade do coração, como ataques cardíacos. Os indivíduos no grupo com os maiores índices de testosterona registraram o dobro do risco de ataques coronarianos do que aqueles que estavam entre os que tinham as taxas mais baixas de hormônio.
O resultado se manteve mesmo levando em conta fatores como colesterol, que aumentam as chances de problemas de coração. (Fonte: R7 Notícias/SIS.SAÚDE)

segunda-feira, 5 de abril de 2010

MANTEIGA

O simples fato de reduzir o consumo de manteiga - e outros alimentos ricos em gorduras saturadas - pode salvar vidas. Essa é a recomendação do cirurgião cardíaco Shyam Kolvekar, do Hospital do Coração de Londres, aos britânicos.
O movimento baseia-se em dados do Food Standards Agency (órgão independente do Governo Britânico, que cuida das questões ligadas à alimentação e saúde), segundo o qual 80%, em média, das pessoas consomem 20% mais gordura saturada do que o limite recomendado por dia.
Para o médico, a redução dessa ingestão exagerada de gorduras de origem animal evitaria até 3,5 mil mortes por ano em seu país. Como exemplo, o médico cita o caso da região da Karelia do Norte, na Finlândia, onde houve redução de 82% das doenças cardiovasculares entre a população masculina nos últimos 40 anos, graças à redução do consumo da manteiga.
O cardiologista do InCor Raul Santos atesta que o movimento pode ter efeitos semelhantes no Brasil. ''Diversos estudos demonstram que o excesso de gordura saturada eleva o colesterol sanguíneo e outros mostram que o colesterol aumentado está relacionado a maior risco de problemas cardiovasculares'', relata.
Para a nutricionista Cyntia Carla, especialista em nutrição em cardiologia, o ponto de partida pode ser o café da manhã: "substituir o leite integral pelo desnatado e a manteiga por margarina já faz diferença''.
(Fonte: Folha de Londrina)

quinta-feira, 18 de março de 2010

EMAGRECIMENTO DE RISCO


A Agência Europeia de Medicamentos publicou comunicado informando que médicos deveriam parar de receitar a sibutramina, utilizada há cerca de 10 anos para emagrecer e vendida com os nomes Reductil, Reduxade, Zelium e Meridia, informou O Estado de S. Paulo (26/1).
A FDA americana também se manifestou: afirmou que a substância aumenta riscos de enfarte e derrame em pessoas que sofrem de problemas cardíacos, solicitando ao laboratório fabricante do medicamento, Abbot, intensificar o alerta sobre os riscos.
No Brasil, a Anvisa divulgou (27/1) alerta semelhante ao da Agência Europeia, afirmando que executará, por meio da Câmara Técnica de Medicamentos, “nova avaliação do estudo” que aponta os riscos da sibutramina, para investigar os “níveis de segurança do medicamento em pacientes com perfis distintos dos já estudados” (Correio Braziliense, 28/1).
Segundo a Agência Estado (27/1), o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor enviou (26/1) carta à Anvisa solicitando a retirada da droga do mercado brasileiro, sob a alegação de que “as características da população à qual o medicamento é destinado tornam  a situação mais séria, posto que a obesidade é fator de aumento de risco de doenças cardiovasculares”. (Fonte: Revista Radis)

segunda-feira, 8 de março de 2010

TABAGISMO PASSIVO e CRIANÇAS

A exposição ao tabagismo passivo pode levar ao enrijecimento das artérias de jovens de 13 anos de idade, aumentado o seu risco futuro de problemas cardiovasculares, segundo pesquisa recentemente publicada na revista Circulation.
A análise de quase 500 jovens mostrou que o fumo passivo entre crianças com idades entre oito e 13 anos estava associado a uma maior espessura da parede dos vasos sanguíneos e a problemas de funcionamento dos vasos - ambos precursores do endurecimento das artérias.
Os resultados do estudo indicaram, ainda, que a exposição à fumaça do cigarro estaria associada a outro fator de risco para doença cardíaca - altos níveis de apolipoproteína B, um componente do colesterol "ruim" (LDL). "Apesar de estudos anteriores terem revelado que o fumo passivo pode ser prejudicial para os vasos sanguíneos entre adultos, não sabíamos, até este estudo, que esses efeitos específicos também ocorriam entre crianças e adolescentes", escreveu a pesquisadora Katariina Kallio, da Universidade de Turku, na Finlândia.
De acordo com os pesquisadores, comparados aos jovens com menor exposição à fumaça, aqueles que tinham maiores níveis de cotinina -subproduto da nicotina- no sangue, indicando maior fumo passivo, apresentavam 7% maior espessura das paredes da artéria carótida e 8% maior espessura da artéria aorta. E a dilatação arterial mediada pelo fluxo sanguíneo era menor quanto mais a criança havia sido exposta ao tabagismo passivo.
"Essas descobertas sugerem que as crianças não deveriam enfrentar a exposição à fumaça do tabaco.
Até uma pequena exposição à fumaça do tabaco pode ser prejudicial aos vasos sanguíneos", destacou a especialista. "Precisamos oferecer às crianças um ambiente livre de fumaça", concluiu.
(Fonte: Circulation: Cardiovascular Quality and Outcomes/02 de março de 2010/SIS.SAÚDE)

quarta-feira, 3 de março de 2010

ENFRENTAMENTO: OBESIDADE INFANTIL!

Colesterol alto, hipertensão, resistência a insulina: doenças de adultos vão se tornando cada vez mais frequentes nos consultórios pediátricos por causa da obesidade, que avança perigosamente entre os pequenos. Família, escola e governo precisam somar forças para evitar que a próxima geração seja campeã em problemas cardiovasculares.
Os números assustam: 40% dos alunos de instituições de ensino privadas estão com excesso de peso. Os mais atingidos são os meninos – em média, 29,8% dos que têm entre 7 e 10 anos ante 20,3% das meninas de mesma idade já são obesos, informa o pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg, professor da Universidade Federal de São Paulo.
Nas escolas públicas, o quadro também é grave: 23% dos estudantes têm sobrepeso. As estatísticas são de 2002, mas continuam atualíssimas, segundo os especialistas.
Dados do IBGE mostram que em 30 anos o número de brasileirinhos obesos triplicou. O aumento é observado sobretudo nas zonas urbanas das regiões Sul e Sudeste e em alguns locais do Nordeste.
Um estudo coordenado por Fisberg radiografou a alimentação de crianças de 2 a 6 anos de creches públicas e privadas de nove cidades em 2007, revelando um cenário alarmante: uma em quatro está acima do peso e, de cada dez, uma já é obesa.
Por causa da obesidade, cada vez mais os pequenos apresentam distúrbios que só apareciam na idade adulta: pressão alta, colesterol elevado, resistência à insulina (que precede o aparecimento de diabetes) e apneia do sono (breves interrupções da respiração que atrapalham o descanso).
Segundo cálculos da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade, 60% das crianças entre 6 e 12 anos acima do peso já apresentam pelo menos um fator de risco para doença cardiovascular, o que tende a reduzir sua expectativa de vida. Não deixa de ser irônico. Afinal, graças aos avanços da medicina, essa geração poderia viver até os 100 anos.
“O maior desafio da pediatria neste milênio é a prevenção das doenças crônicas”, afirma Durval Damiani, chefe da Endocrinologia Pediátrica do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da USP.
Caiu por terra o velho conceito de que a obesidade se resolve com o crescimento: “Estamos diante de um grave problema de saúde pública. Ou tratamos já ou em 20 anos os hospitais estarão abarrotados de pessoas sofrendo complicações do excesso de peso”, adverte ele. Isso sem contar os danos psicológicos por causa da discriminação dos colegas. (Por Cristina Nabuco-www.claudia.com.br)


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

HIPERTENSÃO ARTERIAL

Os dados mais recentes do Ministério da Saúde de prevalência de pressão alta, ou hipertensão arterial, são de que 35% da população brasileira com mais de 40 anos é portadora da doença.
Um outro estudo da Universidade Federal de Minas Gerais diz que 33% dos óbitos com causas identificadas no Brasil são relacionados a problemas cardiovasculares como a hipertensão.
O Ministério da Saúde explica que a hipertensão ocorre "quando a pressão que o sangue faz na parede das artérias para se movimentar é muito forte, ficando o valor igual ou maior que 140/90 mmHg ou 14 por 9".
A hipertensão arterial, quando não controlada, pode acarretar em derrames, doenças do coração – como infarto, insuficiência cardíaca e angina (dor no peito) –, insuficiência renal ou até falência dos rins, e alterações na visão que podem causar cegueira. Por isso é fundamental prevenir e controlar a doença.
Existem alguns fatores que aumentam as chances de um indivíduo desenvolver hipertensão. Parte deles pode ser evitada.
Uma alimentação não balanceada, especialmente carregada de sal, pode levar ao quadro hipertensivo. O consumo de bebida alcoólica, o sedentarismo e a obesidade também estimulam a doença.
Dados da Organização Mundial da Saúde dão conta de que 13% das mulheres e 9% dos homens brasileiros são obesos.
O Ministério da Saúde acrescenta ainda à lista de fatores de risco: diabetes, histórico de hipertensão na família e ser da raça negra.
O órgão avisa que, depois dos 55 anos, 90% dos indivíduos correm o risco de desenvolver hipertensão, mesmo que tenham tido pressão normal até então.
Alguns sintomas que podem ajudar no diagnóstico da doença são dores de cabeça, cansaço, tonturas e sangramentos do nariz. Porém, a única forma segura de identificar a hipertensão é checar regularmente a pressão arterial, pois o mal não apresenta sintomas claros no início. Por isso, muitos portadores de hipertensão nem sabem do risco que correm.
Quem já teve o quadro hipertensivo diagnosticado precisa manter a doença sobre controle. Para essas pessoas, o Ministério da Saúde recomenda um consumo diário máximo de sal de uma colher de chá.
Além disso, é preciso medir a pressão arterial regularmente, reduzir ou abandonar o consumo de bebidas alcoólicas, manter-se no peso adequado (a cintura não deve medir mais de 94 cm para os homens e 80 cm para as mulheres), ter uma alimentação saudável, praticar atividade física ao menos cinco vezes por semana, parar de fumar e controlar o estresse. O mais importante é nunca interromper o tratamento e tomar as medicações corretamente. (Fonte: BBC Brasil)