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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

AH! SE A MODA PEGA! 31 - Proibição de fumar em veículos

FUMAR EM VEÍCULOS: FONTE DE TABAGISMO PASSIVO
ASH Scotland (Action on Smoke and Health) pediu uma consulta sobre a proibição de fumar nos veículos, na Escócia. A instituição divulgou esta chamada, juntamente com 32 outras recomendações em seu novo relatório, "Beyond Smoke Free".
O relatório mostrou que as maiores taxas de tabagismo são encontradas nas comunidades mais pobres, com taxas de 43% nas áreas mais carenciadas em comparação com 9% nas menos privadas.
Nas áreas mais necessitadas da Escócia, 32% das mortes são devidas ao fumo em comparação com apenas 15% nas menos desfavorecidas.
Um porta-voz do governo escocês disse: "Embora atualmente não haja planos para estender a lei antifumo aos veículos particulares, o governo escocês está consciente de que os automóveis particulares são um dos principais locais de exposição das crianças ao fumo passivo. Em conjunto com nossos parceiros para melhoria da saúde vamos continuar a fazer todo o possível para destacar os riscos provocados pelo fumo passivo." (Fonte: ash.dailynews-201.10)

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

TABAGISMO PASSIVO e CÂNCER DE MAMA

TABAGISMO PASSIVO
Mulheres que, constantemente, são expostas à fumaça do cigarro, mesmo que não fumem, têm três vezes mais chances de desenvolver câncer de mama do que as não fumantes que não convivem com o cigarro alheio, segundo estudo do Instituto Nacional de Saúde Pública do México.
De acordo com a coordenadora da pesquisa, Lizbeth Lopez-Carrillo, cerca de 6 milhões de mexicanas com idades entre 12 e 65 anos que nunca fumaram são expostas ao tabagismo passivo. E isso aumenta seus riscos de ter câncer de mama.
Avaliando 504 mulheres diagnosticadas com câncer de mama e o mesmo número de mulheres saudáveis da mesma idade, os pesquisadores notaram que aquelas que haviam sido expostas ao fumo passivo tinham três vezes mais chances de terem confirmação do câncer de mama, comparadas àquelas que não conviviam com o cigarro. E, entre as fumantes, o risco era ainda maior, mais apenas se as participantes tivessem começado a fumar entre a puberdade e o nascimento do primeiro filho.
A exposição ao tabagismo ativo e ao passivo é um fator de risco modificável para câncer de mama”, disse a pesquisadora na Conferência da Associação Americana de Pesquisa do Câncer.
“Reduzir não apenas o tabagismo ativo, mas também o fumo passivo irá prevenir novos casos de câncer de mama nessa população”, concluiu a especialista.(Fonte: Leandro Perché-Blog Boa Saude)

domingo, 29 de agosto de 2010

PESQUISA INÉDITA SOBRE TABAGISMO PASSIVO

Mais de um quarto dos brasileiros com mais de 16 anos (26%) fica exposto à fumaça de cigarro em ambientes fechados por em média quatro horas por dia, concluiu uma pesquisa inédita encomendada pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, obtida pelo Estado.


De acordo com levantamento, realizado pelo instituto de pesquisas Datafolha, mais da metade do grupo vítima do fumo passivo fica até 2 horas por dia respirando a fumaça de cigarro alheia e 13%, 19 horas ou mais - isto apesar de a maioria dos ouvidos concordar que a fumaça faz mal tanto para o fumante quanto para quem não fuma .

A maioria dos municípios ainda não baniu os fumódromos e há também pessoas que fumam dentro de casa, expondo os demais moradores aos riscos do cigarro", afirmou a presidente da sociedade, Jussara Fiterman. "Muitas vezes é difícil intervir. São os familiares, o marido, a mulher, submetidos ao tabagismo por causa dos hábitos de um outro morador da casa. O fumante é uma vítima e o que não quer fumar e é obrigado, mais ainda."
A pesquisa ouviu 2.242 brasileiros com 16 anos ou mais, pertencentes a todas as classes econômicas, em pontos de fluxo de 143 municípios. A margem de erro máxima é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, dentro do intervalo de confiança de 95%. O levantamento também mostra que 20% disseram fumar; a média é de 13 cigarros diários.
O fumo passivo também pode matar e causar doenças como câncer de pulmão e enfisema grave. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), além dos 1,3 bilhão de fumantes do mundo, outros 2 bilhões de pessoas respiram passivamente fumaça de cigarro todos os dias. 
O problema foi escolhido como tema do Dia Nacional de Combate ao Fumo, celebrado amanhã, quando o Instituto Nacional do Câncer (Inca) lança a campanha Mulher, Você Merece Algo Melhor do Que Cigarro, acompanhando temática da OMS para o dia mundial de combate.
"Isso mostra a importância de aprovarmos uma lei federal de proibição dos fumódromos", disse ontem Ricardo Meirelles, pneumologista da divisão de tabagismo do Inca, órgão do Ministério da Saúde responsável pelas políticas antitabagistas.
Atualmente, 7 Estados e 15 municípios baniram os fumódromos, área para fumantes em locais fechados - caso de Rio e São Paulo. Diferentes estudos comprovam que não há formas de conter a fumaça em ambientes fechados.
Meirelles destaca que a campanha visa especialmente às mulheres grávidas, que não devem expor os bebês à fumaça de cigarro, fumando ou a respirando passivamente, pois ela aumenta em 70% a chance de aborto espontâneo, causa de mortalidade infantil. O fumo passivo também está relacionado ao câncer de mama, como já demonstraram estudos, alerta o especialista.
A pesquisa da sociedade também investigou o conhecimento dos brasileiros sobre doenças pulmonares e revelou que 90% não lembraram do câncer de pulmão - doença diretamente ligada ao tabagismo. Após receber uma lista das doenças, a maioria reconheceu os tumores do órgão como doença pulmonar e acertou que a fumaça de cigarro gera o câncer.
Resultados: 97% dizem que a fumaça é ruim para fumantes e não fumantes; 49% não sabem que devem procurar um pneumologista se houver suspeita de câncer de pulmão.
(Fonte: Fabiane Leite - O Estado de S.Paulo/Rede ACT)

terça-feira, 29 de junho de 2010

TABAGISMO PASSIVO MUNDIALMENTE CONDENADO

O tabagismo, especialmente os efeitos do fumo passivo sobre os não fumantes, tomou o centro do palco no Congresso Mundial de Cardiologia (WCC) 2010, realizado na China, com especialistas conclamando os cardiologistas a desempenharem um papel fundamental na redução do tabaco entre pacientes, e reduzir o fumo em suas localidades.
"Como cardiologista que atende pacientes diariamente, uma das coisas mais importantes que posso fazer é dizer que parem de fumar", disse Dr. Sidney Smith (Universidade da Carolina do Norte) à imprensa durante a reunião do WCC.
"É sem dúvida o principal fator de risco no mundo atualmente, e se você quiser fazer algo para realmente melhorar este planeta, você tem que se livrar do tabagismo e do uso de tabaco."
Smith, presidente eleito do Congresso, e diretor do conselho científico da Federação Mundial do Coração, disse que as novas diretrizes de redução do risco cardiovascular do Instituto Nacional de Saúde (NIH), da qual também é diretor, irão destacar a importância da cessação tabágica.
"Vamos ser claros sobre a importância da cessação do tabagismo e uso de tabaco, e do perigo não só para a pessoa que fuma, mas também do tabagismo passivo."
Em todo o mundo, cerca de 20% das doenças cardiovasculares são causadas pelo tabaco e, no entanto, surpreendentemente, nem todos estão conscientes da relação entre a doença cardiovascular, tabagismo e fumo passivo.
Na China, por exemplo, apenas 4% dos fumantes estão conscientes que fumar provoca doenças do coração, disse Smith.
E não faltam evidências científicas. Durante o Congresso, Dr. Lynn Goldman (Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, Baltimore, MD), apresentou dados do recém-publicado relatório do Institute of Medicine (IOM) que analisou 11 estudos verificados em diferentes regiões e países que implantaram ambientes livres do tabaco, mostrando que as proibições provocaram reduções no risco de enfarte do miocárdio. O benefício pode ser observado já no período de um ano da proibição ser implementada.
"Concluímos, com base na literatura disponível que existe uma relação causal entre a proibição de fumar e diminuição de problemas coronários agudos", disse Goldman durante uma sessão do WCC sobre o tabagismo e risco de evento coronariano agudo.
"E devo dizer que este é um padrão muito elevado de evidências que o Instituto de Medicina usa para confirmar a relação causal, o que desenvolveu entre nós um consenso nesta linha, indicando que temos poucas dúvidas de que existe um enorme benefício nas proibições".
"http://www.tobacco.org/news/303373.html (Fonte:porummundosemtabaco/informe especial)

VAMOS PRESSIONAR O CONGRESSO NACIONAL!
HÁ PROJETO DE LEI SENDO DISCUTIDO!
AMBIENTES FECHADOS LIVRES DE TABACO, JÁ!

segunda-feira, 8 de março de 2010

TABAGISMO PASSIVO e CRIANÇAS

A exposição ao tabagismo passivo pode levar ao enrijecimento das artérias de jovens de 13 anos de idade, aumentado o seu risco futuro de problemas cardiovasculares, segundo pesquisa recentemente publicada na revista Circulation.
A análise de quase 500 jovens mostrou que o fumo passivo entre crianças com idades entre oito e 13 anos estava associado a uma maior espessura da parede dos vasos sanguíneos e a problemas de funcionamento dos vasos - ambos precursores do endurecimento das artérias.
Os resultados do estudo indicaram, ainda, que a exposição à fumaça do cigarro estaria associada a outro fator de risco para doença cardíaca - altos níveis de apolipoproteína B, um componente do colesterol "ruim" (LDL). "Apesar de estudos anteriores terem revelado que o fumo passivo pode ser prejudicial para os vasos sanguíneos entre adultos, não sabíamos, até este estudo, que esses efeitos específicos também ocorriam entre crianças e adolescentes", escreveu a pesquisadora Katariina Kallio, da Universidade de Turku, na Finlândia.
De acordo com os pesquisadores, comparados aos jovens com menor exposição à fumaça, aqueles que tinham maiores níveis de cotinina -subproduto da nicotina- no sangue, indicando maior fumo passivo, apresentavam 7% maior espessura das paredes da artéria carótida e 8% maior espessura da artéria aorta. E a dilatação arterial mediada pelo fluxo sanguíneo era menor quanto mais a criança havia sido exposta ao tabagismo passivo.
"Essas descobertas sugerem que as crianças não deveriam enfrentar a exposição à fumaça do tabaco.
Até uma pequena exposição à fumaça do tabaco pode ser prejudicial aos vasos sanguíneos", destacou a especialista. "Precisamos oferecer às crianças um ambiente livre de fumaça", concluiu.
(Fonte: Circulation: Cardiovascular Quality and Outcomes/02 de março de 2010/SIS.SAÚDE)

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

TABAGISMO PASSIVO e ENFISEMA PULMONAR


IRRESPONSABILIDADE MATERNA
Tabagismo passivo
Crianças que são expostas regularmente à fumaça do cigarro correm mais riscos de desenvolverem enfisema pulmonar precoce na idade adulta, segundo estudo da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos.
De acordo com os pesquisadores, os pulmões não se recuperam completamente dos efeitos da exposição ao cigarro no início da vida.
Os especialistas avaliaram a tomografia computadorizada de 1.781 não-fumantes sem doença cardiovascular recrutados de seis comunidades nos Estados Unidos. E, segundo a pesquisadora Gina Lovasi, aproximadamente metade deles relatou ter pelo menos um fumante regular em seu domicílio durante a infância.
Os resultados das análises mostraram que aqueles expostos à fumaça do cigarro na infância apresentavam alterações pulmonares que poderiam evoluir para um enfisema mais tarde. "Conseguimos detectar uma diferença no CT scan (tomografia) entre os pulmões de participantes que viviam com um fumante quando crianças e daqueles que não", destacou a pesquisadora. "Alguns efeitos prejudiciais conhecidos do tabagismo são de curto prazo, e esta nova pesquisa sugere que os efeitos do tabagismo sobre os pulmões podem também persistir por décadas", acrescentou.
Publicados no American Journal of Epidemiology, os resultados indicam ainda uma associação entre o tabagismo passivo e o enfisema precoce entre pessoas cujas mães nunca fumaram, o que sugere que o efeito apontado no estudo se refere à exposição ambiental em casa durante a infância, e não a exposição ao cigarro durante a gestação. (Fonte: American Journal of Epidemiology. Edição prévia de 01 de janeiro de 2010/Bibliomed)



quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

AMBIENTE LIVRE DA FUMAÇA DO TABACO



Tabagismo passivo
"Dentro em breve, deve ser votado na Comissão de Constituição e Justiça – CCJ do Senado o Projeto de Lei de autoria do Senador Tião Viana, que proíbe o uso de cigarro e outros derivados do tabaco em ambientes coletivos fechados, para alterar a Lei Federal 9.294/96, que permite os chamados fumódromos.
Coincidentemente, este PL será apreciado pouco tempo após à divulgação, pelo IBGE, de que 17,2% da população brasileira acima de 15 anos era fumante em 2008, o que correspondia a 24,6 milhões de brasileiros, dentre os quais 52,1% afirmaram planejar ou pensar em parar de fumar.
É consenso na comunidade científica que a redução do consumo do tabaco é um dos benefícios indiretos da adoção de ambientes fechados 100% livres de fumo, sendo o benefício direto a proteção das pessoas contra a exposição à fumaça do tabaco, que é tóxica e cancerígena, à qual não há nível seguro de exposição. Ademais, comprovadamente não há sistema de ventilação eficaz que elimine e isole todas as toxinas existentes na fumaça do tabaco.
Leis que criam ambientes fechados livres do fumo (as chamadas “leis antifumo”) têm sido aprovadas nos últimos 12 meses em diversos estados, como São Paulo, Rondônia, Rio de Janeiro, Paraná e Paraíba, e municípios como Salvador, Juiz de Fora - MG, Goiânia - GO, Maringá, Curitiba e Cornélio Procópio-PR, Belém - PA e Tubarão – SC.
Alguns estados mais “desavisados”, contudo, como Rio Grande do Sul e Santa Catarina, aprovaram leis que simplesmente repetem as disposições da lei federal: apesar da proibição do fumo em locais fechados, abrem exceção para áreas designadas para fumar conhecidas como fumódromos, o que é lamentável, pois não trazem qualquer inovação em termos de proteção à saúde.
São leis que estão na contramão da história, do consenso científico e do compromisso assumido internacionalmente pelo Brasil em 2006 por meio de tratado internacional que prevê a adoção de medidas para o controle do tabagismo, como a proteção das pessoas contra a exposição à fumaça do tabaco.
Contudo, é interessante notar o efeito dominó que gerou a aprovação de leis antifumo Brasil afora em 2009, e a atuação ativa e independente de diversas câmaras de vereadores e assembléias legislativas, em que vários deputados e vereadores defensores da saúde pública se engajaram na causa e contribuíram significativamente para a aprovação de leis antifumo.
Em algumas localidades, como Pelotas, Lauro de Freitas, Roraima e Mato-Grosso, a atuação dos seus vereadores e deputados merece ainda maior destaque. Não só aprovaram leis antifumo que foram vetadas pelo Poder Executivo, como, por maioria e até por unanimidade em alguns casos, rejeitaram o veto e sancionaram as leis, que passarão a valer dentro de alguns dias!
A posição firme e confiante desses parlamentares priorizando a defesa da saúde pública e ocupacional merece destaque e reconhecimento, principalmente em um país onde a defesa de interesses econômicos prevalece inúmeras vezes em detrimento dos interesses e necessidades da população.
Esperamos que os nossos Senadores membros da CCJ também priorizem a defesa da saúde pública, e aprovem a criação de ambientes fechados 100% livres do tabaco, por se tratar de medida constitucional uma vez que amplia a proteção à saúde, nos exatos termos do artigo 196, da nossa Constituição Federal."

Adriana Carvalho, advogada da Aliança de Controle do Tabagismo (Fonte: ACT)











terça-feira, 17 de novembro de 2009

TABAGISMO PASSIVO É RISCO REAL!


TABAGISMO PASSIVO PRECOCE!
Publicado na edição de novembro da revista Pediatrics, um estudo do Centers for Disease Control and Prevention, Estados Unidos, indica que os níveis séricos de cotinina – subproduto do metabolismo da nicotina – são maiores entre crianças com relato de exposição domiciliar passiva à fumaça do tabaco em comparação àquelas não-expostas, apresentando riscos para estas crianças.
Os pesquisadores avaliaram a exposição passiva à fumaça do tabaco entre mais de 5,5 mil crianças (três a 11 anos) e adolescentes (12 a 19 anos) não-fumantes através da medida sérica dos níveis de cotinina, para comparar aqueles que foram expostos em casa àqueles que não foram expostos à fumaça do tabaco.
Os resultados indicaram uma média dos níveis séricos de cotinina de 1,05ng/mL entre aqueles com exposição domiciliar e de 0,05ng/mL naqueles não-expostos. Entre as crianças que foram expostas em casa, os níveis de cotinina estiveram inversamente associados com a idade e foram semelhantes entre as crianças brancas e negras não-hispânicas. Fonte: Pediatrics. Volume 124, Number 5, Nov 2009. Pages 1299-1305/Bibliomed




segunda-feira, 16 de novembro de 2009

KIT FISSURA



A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, está distribuindo um "kit fissura" para pacientes dependentes de cigarros e que são atendidos no Cratod (Centro de Referência em Álcool, Tabaco e outras Drogas).
Segundo a Dra. Luizemir Lago, coordenadora do Cratod, o kit foi inventado por nutricionistas para amenizar a ansiedade dos pacientes, especialmente na primeira semana de tratamento. "O cigarro diminui o apetite e altera o paladar. Sem o tabaco, os pacientes voltam a sentir o sabor dos alimentos e começam a "beliscar" chocolates e balas, o que pode levar ao aumento de peso. Não é um tratamento, é uma estratégia para satisfazer a necessidade de mastigar algum alimento com sabor adocicado, mas que não engorde", ela explica.
O kit tem fibras naturais, damasco seco, uva-passa, casca de laranja, dentes de cravo e pau de canela, entregues gratuitamente.
Segundo a Dra.Luizemir, quando o paciente mastiga esses alimentos, ele muda o foco do cérebro, que ainda sente falta do cigarro. A ideia é que o kit seja consumido junto com a medicação. (Fonte:Boletim ABEAD-87a.edição - p/deferência especial de Sabrina Presman)

domingo, 15 de novembro de 2009

Idade e estilo de vida: determinantes nas mudanças da capacidade aeróbica.


Torneio de Basquetebol para atletas com mais de 50 anos  
Obesidade, tabagismo e sedentarismo são os grandes vilões do condicionamento físico, principalmente entre os idosos, segundo estudo publicado recentemente na revista especializada Archives of Internal Medicine. Segundo os autores, uma baixa capacidade cardiorrespiratória está associada ao risco de doenças e à dependência dos idosos para a realização das atividades diárias.
Estudo americano foi feito avaliando-se  quase 17 mil homens e 3,4 mil mulheres (com idades entre 20 e 96 anos), submetidos a avaliações físicas no período entre 1974 e 2006. As variáveis de estilo de vida foram o índice de massa corpórea (IMC), relatos de exercícios físicos e presença ou não de tabagismo, com a capacidade aeróbica  medida pelo teste da esteira de Balke. Estes pesquisadores norte-americanos definiram o índice de redução longitudinal da capacidade cardiorrespiratória de acordo com o envelhecimento e o estilo de vida. 
A análise estratificada por sexo mostrou que o declínio na capacidade ao longo do tempo não foi linear, sendo mais acelerado após os 45 anos de idade. Para cada unidade de aumento no IMC, a capacidade aeróbica feminina diminuiu 0,20 METs (medida da capacidade aeróbica máxima) e a masculina 0,32 METs. Além disso, os tabagistas de ambos os sexos tiveram piores resultados (-0,29 METs para mulheres e -0,41 METs para homens). E a capacidade aeróbica esteve positivamente associada com o relato de atividade física.
A conclusão foi que a capacidade aeróbica diminui em homens e mulheres de uma forma não linear e é mais acelerada após os 45 anos de idade.
A manutenção de um IMC baixo, a realização de atividades físicas e o não-tabagismo estão associados com uma melhor capacidade cardiorrespiratória ao longo da vida adulta.
(Fonte: Arch Intern Med. Volume 169, Number 19, 26 Oct 2009. Pages 1781-1787/Sissaude)