Pesquisar este blog

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

VIOLAÇÕES AOS DIREITOS DA MULHER

CONFIRA O VÍDEO DESTA VIOLÊNCIA!
 PUNIÇÃO IMEDIATA A ESTES VIOLADORES CRÁPULAS!
Integrante do grupo que investiga no Ministério Público (MP) o suposto abuso contra uma ex-escrivã do 25º Distrito Policial (Parelheiros), o promotor de Justiça Fernando Souza publicou em uma página de relacionamentos uma mensagem afirmando que a abordagem policial gravada em vídeo - e amplamente divulgada na internet - foi ilegal. Ele também faz uma crítica indireta aos seus colegas da Promotoria de Parelheiros que chegaram a arquivar o caso no passado.
Imagens divulgadas pelo blog do jornalista Fábio Pannunzio e pela rede Bandeirantes mostram que, durante a abordagem em junho de 2009 atrás de dinheiro de propina, dois delegados da corregedoria - Eduardo Henrique de Carvalho Filho e Gustavo Henrique Gonçalves - tiraram a calça e a calcinha da escrivã, que era investigada pelo crime de concussão (quando um servidor exige o pagamento de propina). Ontem (21), a Secretaria da Segurança Pública (SSP) anunciou o afastamento dos dois policiais.
Em sua página no Facebook, o promotor do Grupo de Atuação Especial de Controle Externo da Atividade Policial (GECEP) mostra ser contrário ao arquivamento do processo que correu anteriormente no MP.
"Para aqueles que têm acompanhado as notícias do caso da escrivã de polícia que foi despida em busca do dinheiro ilegalmente recebido, informo que o inquérito policial foi arquivado a pedido da Promotoria de Parelheiros. Eu e meus colegas, integrantes do GECEP, respeitosamente discordamos desse posicionamento por entender que a busca foi contrária à lei”, afirmou.
Segundo a assessoria de imprensa do MP, por enquanto, o órgão irá se pronunciar apenas por uma nota oficial divulgada em seu site. No texto, o MP afirma que hoje já são dois os processos que investigam o episódio. Um corre desde dezembro no GECEP e outro foi instaurado ontem pela Promotoria do Patrimônio Público e Social, sob alegação de que os agentes policiais “submeteram-na a forte humilhação e violência, utilizando-se de força bruta para algemá-la, despi-la e expor suas partes intimas na presença de quem estivesse na sala, muito embora a mesma jamais se recusasse a ser revistada ou mesmo despir-se, desde que na presença e por outras mulheres”.
Solicitada a intermediar uma entrevista com os responsáveis por investigar o caso, a SSP não retornou o pedido até a publicação desta reportagem. O advogado da escrivã, por sua vez, não foi encontrado para comentar o episódio. A reportagem do UOL tentou ainda contato com um dos delegados afastados, mas não obteve sucesso.
A escrivã foi presa em flagrante e, após responder a processo interno, acabou sendo demitida pela Polícia Civil e responde a processo criminal. * Com informações da Folha de S. Paulo

Nenhum comentário:

Postar um comentário