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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

MENINOS e MENINAS: nem tão diferentes assim

Uma pesquisa da Universidade Estadual do Michigan, publicada no Journal of Social and Personal Relationships, sugere que as relações sociais desenvolvidas entre grupos de meninos e meninas com o passar dos anos são igualmente positivas e negativas.
“A parte positiva é o fato desses grupos de crianças e pré-adolescentes em idades escolares aprenderem a se ajudar mutuamente. Mas essa estrutura dos grupos também facilita a promoção de comportamentos como o bullying. Por isso a importância de saber como esses indivíduos agem”, diz Jennifer Watling, principal autora do estudo.
Watling diz que apesar de as pessoas acharem que garotos e garotas formem grupos que se organizam de maneiras distintas, isso só é verdade até certa idade. A razão para isso é uma interação cada vez maior entre esses grupos, que acaba resultando em uma terceira estrutura social.
“Crianças dificilmente brincam com grupos do sexo oposto”, diz a pesquisadora. “Mas em algum momento elas acabam se misturando, seja por interesse por se socializar ou por alguma motivação romântica.”
O estudo de Watling também questiona o fato de as pessoas relatarem que os grupos formados pelas garotas costumam ser menores que aqueles formados por meninos. Na coleta de dados da pesquisadora ela chegou a números que não comprovavam de forma conclusiva essa observação.
Meninas mais jovens até costumavam se organizar em grupos menores que os meninos. Mas a partir do terceiro ano do ensino médio esses grupos cresciam enquanto os grupos formados por meninos ficavam estáveis.
A pesquisadora trabalha agora em um estudo que examina como esses grupos podem modificar as relações individuais dessas crianças. Com informações da Michigan State University.
(Fonte: oqueeutenho.uol.com.br)

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