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terça-feira, 6 de abril de 2010

INDÚSTRIA DA MORTE

O OUTRO LADO DA QUESTÃO!
O ano de 2009 não foi dos melhores para as indústrias de cigarro no Brasil. A Lei Antifumo paulista passou a restringir o tabaco em lugares fechados e de uso coletivo no maior mercado consumidor do País, obstáculo que se somou a um novo aumento da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que incide sobre os cigarros.
Passado um ano da aprovação da lei paulista e do anúncio do aumento do IPI, contudo, as principais fabricantes já reportaram crescimento de ganhos e receitas. E manterão as estratégias em 2010.
A Souza Cruz, líder no mercado nacional, com 63% de participação, perdeu volume de vendas em 2009, mas seu lucro líquido cresceu 18,8% em comparação com o ano anterior, para quase R$ 1,5 bilhão. A receita líquida, por sua vez, avançou 9,3%, para R$ 5,8 bilhões.
Os bons resultados, de acordo com a empresa, foram garantidos por três fatores: aumento de 22% dos preços, valores em dólar mais atrativos (no caso das exportações) e maior participação de cigarros da linha "premium" nas vendas. (Fonte: Daniela Barbosa, iG São Paulo)

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